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Abelardo Luz

Paróquia de Aberlardo Luz

Endereço:
Rua Frei Bruno, 257 - Cx. P. 16
Cep: 89830-000
Abelardo Luz/SC

Contato:

Fone: (49) 3445-4134
E-mail: pssebastiao@bol.com.br

Padre(s):

Pe. Genuíno João Begnini - Pároco
Pe. Cleber Pagliochi - Vigário Paroquial



Casas Religiosas Femininas:
IRMÃS FRANCISCANAS MISSIONÁRIAS DE MARIA AUXILIADORA
Fraternidade Santa Clara
Rua São Roque, 986 - Cx. P. 16 - CEP: 89830-000
Fone: (49) 3445-5218
E-mail: frsclara@masterinfor.com.br

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO SEBASTIÃO - ABELARDO LUZ:

Até 1971, na região de Abelardo Luz, só havia extração da madeira e erva mate. O povo estava concentrado nas serrarias e espalhado pelas terras devastadas. Em 1973, chegou à região uma grande leva migratória do Rio Grande do Sul, em busca de terras planas e baratas.

A Paróquia São Sebastião foi criada em 15 de agosto de 1963, pelo bispo de Chapecó Dom Wilson Laus Schmit. Foi desmembrada das paróquias de Xanxerê, São Lourenço do Oeste, Faxinal dos Guedes e Vargeão. Em junho de 1977 foi iniciada a construção da Igreja Matriz, que ficou pronta em 20 de janeiro de 1980. No mesmo terreno foi construído o centro comunitário e uma praça própria, a única da cidade. Em comodato surgiu a Casa do Idoso, a capela de velórios e a Casa Verde (local para as feiras dos agricultores).

A paróquia ficou com o nome de São Sebastião porque a primeira capela do lugar era em honra a São Sebastião, devoção predileta dos nativos. No início da colonização em Abelardo Luz, o trabalho da Igreja se limitava a visitas, missas, batizados e primeiras eucaristias, tudo no improviso. Seu primeiro pároco foi Pe. João de Smeed (M.S.C), empossado em 25 de agosto de 1963 e falecido em 20 de junho de 1967. Também foram párocos: Pe. Carlos Maes, Pe. Emílio Lippens (M.S.C), Pe. José Canísio Henz (do Clero secular) e Pe. Genuíno João Begnini. Além destes, trabalharam na paróquia os padres: Domingos Elias Benetti, Valdemar Scatolin, Arthur Sehn, Edson Vizolli, Roque José Hanauer e Irineu Sehnen; e mais de duzentos religiosos e religiosas, nos acampamentos e assentamentos da região. No limiar do ano de 1974, chegaram à paróquia as primeiras religiosas. Era a Congregação das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora.

As primeiras Irmãs que aqui chegaram foram Ir. Maria Bianchi e Ir. Inedina Santin. As Irmãs tiveram participação significativa no desenvolvimento pastoral da paróquia. Desde o início até o presente momento têm dado uma presença especial junto aos pobres, na catequese, na liturgia, nos projetos sociais e na formação. Um grupo delas residiu durante nove anos, primeiro nos acampamentos e depois na região dos assentamentos, apoiando e cuidando do povo em suas lutas. A partir de 1975, iniciou a catequese renovada, o culto nas comunidades com a preparação dos ministros da eucaristia. Mais tarde as antigas diretorias foram substituídas pelos Conselhos de Pastoral.

Em l985, no antigo terreno da matriz foram construídas a casa paroquial, a casa das irmãs franciscanas e a casa da Pastoral da Saúde e da Criança. A partir de l995, por iniciativa da Ir. Neusa L. Luiz, que chegou à paróquia em fevereiro daquele ano, foi iniciado o projeto Madre Bernarda, que atende crianças pobres e com problemas nas famílias. Funciona como iniciação profissional e reforço escolar. Os projetos sociais sempre tiveram um lugar especial por parte da paróquia. Como os problemas sociais são agudos, a paróquia se engajou nas diferentes lutas do povo da diocese: reforma agrária, luta das mulheres, Pastoral da Terra, Pastoral da Criança, da Saúde e outras. Há ministros do batismo, do matrimônio, da eucaristia e dos enfermos, conforme a realidade e as necessidades de cada comunidade. Estão bem estruturados os conselhos das comunidades, as equipes de liturgia e de canto pastoral. O catecumenato crismal está dando uma nova dimensão às comunidades, com maior participação da família e dos catequizandos. A paróquia sempre orientou as ações pastorais pelas decisões das assembléias diocesanas.

A Paróquia tem hoje comunidades nos municípios de Abelardo Luz, Ouro Verde, Bom Jesus, Passos Maia e Ipuaçu. São, ao todo, 82 comunidades no interior e na cidade. Convivemos por mais de vinte anos com acampamentos permanentes. Desta luta surgiu um assentamento de mais de 1.500 famílias de pequenos agricultores,que foi a plataforma de envio de muitas centenas de famílias para outros municípios de Santa Catarina. Quase todos os assentados do Estado passaram por Abelardo Luz.

Nesta missão contamos com o apoio das Irmãs Franciscanas, além da presença da Conferência dos Religiosos do Brasil, regional de Santa Catarina, e de muitos grupos, que durante anos, apoiaram os acampamentos e assentamentos novos. Por toda esta história, louvamos e agradecemos a Deus!

Anchieta

Paróquia de Anchieta

Endereço:
Rua Olímpio Dal Magro, 468
Cep: 89970-000
Anchieta/SC

Contato:
Fone: (49) 3653-0114
E-mail: paroquiaanchieta@yahoo.com.br

Padre(s):
Reneu Zortea 
 

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SANTA LÚCIA - ANCHIETA:

A partir da segunda metade do século XX, o território do atual município de Anchieta passou a ser dividido em “colônias”. Este processo foi realizado pelas colonizadoras, principalmente pela Pinho & Terras Ltda.

O território de Anchieta passou a ser mais densamente povoado a partir do ano de 1950. Segundo dados oficiais da década de 1980, Anchieta chegou a contar com quase 12 mil habitantes, resultado de um processo migratório, que atraiu em sua maioria casais jovens que formaram uma prole numerosa. Naquele tempo, cerca de 70% dos habitantes anchietenses tinham menos de 35 anos.

No entanto, ocorreu em Anchieta um dos êxodos rurais mais notáveis da região. Parte expressiva da população que deixou a agricultura e o município eram jovens. Conhecida como a Capital do Milho Crioulo, Anchieta entrou no novo milênio com pouco mais de sete mil habitantes. Muitos estabelecimentos rurais estão sem sucessores hereditários, já que os jovens, em grande maioria, têm procurado trabalho como assalariados no meio urbano. Este processo de ‘envelhecimento’ do meio rural fez com que os idosos, na impossibilidade de trabalhar na roça e de posse da aposentadoria, vendessem suas terras, gerando concentração fundiária no município.

O nome “Anchieta” foi uma homenagem prestada aos padres gaúchos Pedro Rubin e Afonso Correia, que teriam feito um trabalho semelhante ao do padre José de Anchieta, missionário jesuíta, no início da colonização brasileira.

As comunidades rurais de Anchieta, chamadas de “Linhas”, em sua organização e denominação tiveram forte influência da Igreja Católica, cujos santos e santas serviram para definir a maioria de seus nomes. A construção comunitária geralmente iniciou em torno da preocupação religiosa e educacional, de forma coletiva e em mutirão. Os primeiros imigrantes construíram igrejas e escolas. Em vários casos resumiam-se a uma única construção com dupla finalidade: espaço de educação para as crianças e de encontro para a oração.

Na caminhada histórica da Igreja Católica, após muito esforço da população, o grande sonho de se tornar Paróquia tornou-se real no dia 15 de março de 1962, através de um decreto do bispo Dom José Thurler. Como Padroeira foi escolhida Santa Lúcia. O primeiro Pároco, Pe. Reinaldo Stein, M.S.F, assumiu no dia 25/03/1962. Foram constituídas as diretorias de igreja e de escolas, depois os Conselhos Comunitários e as Associações de Pais e Professores. Neste processo coletivo também se deu a organização dos clubes esportivos e recreativos, e a organização dos Clubes de Mães. A Igreja Católica teve papel importante na organização da juventude rural e urbana, em grupos de jovens. Como conseqüência natural, há cerca de uma década, intensificaram-se os grupos de idosos em muitas comunidades rurais e na cidade.

Atualmente as formas de organização persistem em torno da educação e da religião, tendo surgido outras formas alternativas, principalmente de cunho associativo, econômico e cultural. Exemplos disso são as mais de dez associações de pequenos agricultores existentes, a associação de comerciantes, industriais e prestadores de serviços, o Sindicato dos Trabalhadores na Agricultura Familiar, cooperativas de crédito, centros de promoção da cultura e outros.

No dia primeiro de janeiro de 1990, depois de 28 anos de trabalho na paróquia, num clima de grande emoção, os Missionários da Sagrada Família, com a consciência de missão cumprida, entregaram a paróquia aos cuidados pastorais dos Cônegos Regulares da Imaculada Conceição, que, com muito zelo, conduziram esta Paróquia até 1998. No dia 28 de dezembro desse mesmo ano, realizou-se a despedida dos Cônegos Regulares e a chegada dos Padres Diocesanos, com envio do novo Pároco, Pe. Luiz Roberto Sandini.

Atualmente a paróquia tem 33 comunidades, organizadas através dos Conselhos de Pastoral.

No caminhar da paróquia, aconteceram: as missões com os Padres Saletinos; missões populares com o envolvimento de muita gente; formação de lideranças: ministros, catequistas, zeladoras de capelinhas, grupos de reflexão, conselhos praticamente em todas as comunidades, comprometidos com a Teologia da Libertação; e surgiram muitas vocações sacerdotais e religiosas.

Plantamos sementes porque acreditamos nas colheitas. Elas são a maneira mais perfeita de provar que haverá futuro. Chegado o tempo, o fruto já maduro, oferece novamente uma promessa. É assim que a história recomeça e segue em busca do sonho ainda mais puro.

Caibi

Paróquia de Caibi

Endereço:
Rua Salgado Filho, 631 - Cx. P. 08
Cep: 89888-000
Caibi/SC

Contato:
Fone: (49) 3648-0136
E-mail: paroquiac@yahoo.com.br

Padre(s):

Armando Grützmann - MSF - Administrador paroquial

 

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO DOMINGOS - CAIBI:

A colonização da área do atual município de Caibi aconteceu em dois momentos distintos. O primeiro grupo chegou em 1926. Os gaúchos de origem italiana, em sua maioria de Guaporé, RS, vieram na busca de melhores condições de vida. Descendentes dos primeiros migrantes relatam as dificuldades encontradas, pois a região era mata fechada, com a existência de umas poucas picadas. Vinham de carroça até a localidade atual de São Brás. Lá deixavam a carroça e percorriam a pé o resto do caminho, até as hoje denominadas linhas Santo Antônio e São José. Alguns voltaram para buscar as carroças somente depois de dois anos, mas já as encontraram deterioradas.

Comércio, para compra e venda de produtos, só havia em Iraí, Frederico Westphalen, Itapiranga e um início em Palmitos. Muitos produtos eram comercializados em Palmeira das Missões, Santa Bárbara e Encantado, RS. As moradias mais pareciam cabanas do que casas. Somente gente muito unida poderia suplantar tamanhas dificuldades.

Nesta época, o serviço religioso era prestado, uma vez por ano, pelo Pe. Henrique Ofenhitzer, de Itapiranga, missionário da Sagrada Família. De início, construíram um capitel. A primeira igreja em Santo Antônio foi construída em 1933. Em São Domingos, hoje Caibi, os primeiros colonizadores chegaram em 1930 e, em 1934 já começaram a construir a primeira igreja, que foi concluída em 1935. A primeira missa foi rezada pelo Pe. Antônio Revering, MSF.

O atendimento religioso era feito por padres de Palmitos. Na localidade, hoje Nossa Senhora da Salete, Pe. Antônio rezava as missas em casas particulares.

O segundo grupo de colonizadores, os russo-alemães, chegou logo em seguida, através da Companhia Colonizadora Sul Brasil. A maioria deles era de retirantes da Primeira Guerra Mundial. Instalaram-se em linha Bagé e arredores. Eram originários, em sua maioria, da região gelada da Sibéria. Suas dificuldades principais eram a adaptação ao clima e a alimentação. Muitos colonizadores não tinham sequer passaporte para a viagem que empreenderam. Atravessaram as terras geladas da Sibéria, onde vidas se perderam, mas sempre se renovavam com a esperança de uma nova terra e um novo lugar promissor para viverem com a família.

No ano de 1947 o professor Júlio Turcato chegou com sua família. Ele iria trabalhar com sapataria, para servir os russo-alemães que nunca andavam descalços. Mas, como era professor, deu inicio ao processo educacional, logo que surgiram as primeiras oportunidades.

A localidade de São Domingos, hoje sede de Caibi, pertencia ao então distrito de Palmitos, município de Chapecó. Havia dois lugares com o nome de São Domingos. Aconteciam, por isso, mal entendidos, destinação errada de cartas, de mercadorias e até de pessoas que queriam chegar a um local e acabavam chegando a outro. Então o nome, foi trocado para Caibi, sugestão do professor Júlio. Seu significado: folhas verdes. O vereador Romualdo Cerutti, de Palmitos, atuando na câmara de Chapecó, conduziu a troca de nomes.

Como outras localidades iam se formando, no ano de 1955, o bispo Dom Carlos Eduardo S. B. de Mello, de Palmas, PR, elevou esta região a reitorado, sendo nomeado Pe. Alfredo Beltrame, MSF, como primeiro reitor. Em l957, tomou posse o segundo reitor, Pe. Alcides Cericato, MSF; e, em 1959, o terceiro, Pe. Assabido Rhoden, MSF.

Foram párocos da paróquia São Domingos de Caibi, por ordem cronológica: 1º) Pe. Assabido Rhoden; 2º Pe. Reinaldo Stein (substituído 4 meses pelo Pe. Cláudio Hass; 3º) Pe. Wilson Zanin; 4º) Pe. Ledorino Baraldi; 5º) Pe. Tarcísio Weber; 6º) Pe. Alcides Cericato; 7º) Pe Francisco Cericato Neto; 8º) Pe. Rodolfo Ceolin; 9º) Pe. Flávio Inácio Heck; 10º) Pe. José Carmo Hoefle; 11º) Pe. Arnaldo Sausen; 12º Pe. Jandir A.Haas; 13º) Pe. Cláudio da Silva Forratti e 14º) Pe. Vanderlei Souza da Silva.

Também trabalharam como vigários cooperadores: Pe. Cláudio Hass, Pe. João Lino Backes, Pe. Lourival Bergmann e Pe. Leonardo Damke.

A paróquia São Domingos, foi criada aos 13 de dezembro de 1959, por Dom José Thurler. Desmembrada da Paróquia São Judas Tadeu de Palmitos, que, por sua vez, foi desmembrada da Paróquia de São Carlos. Na ocasião foi empossado o Pe Assabido Rhoden, como primeiro pároco de Caibi. No ato, Pe. Aloísio Weber representou a congregação da Sagrada Família.

Em 1960 houve a fundação do Santuário de Nossa Senhora da Salete (padroeira dos agro-pecuaristas), com a primeira Romaria, a qual seguiram-se muitas outras.

Nesse mesmo ano, as Irmãs Salvatorianas, através da Irmã Maria Gabriela Zuffo, SDS, adquiriram o Hospital de Caibi.

Campo Erê

Paróquia de Campo Erê

Endereço:
Rua Giácomo Cassol, 228
Cep: 89980-000
Campo Erê/SC

Contato:
Fone: (49) 3655-1229 ou 3655-1429 (residencial)
E-mail: scjcampoere@gmail.com

Padre(s):
Cildo Inácio Rockembach - Pároco
Armando Rosário Magalhães - Vigário Paroquial

Casas Religiosas Femininas:
Irmãs Franciscanas de Cristo Rei
Rua Giácomo Cassol, 228 - Cx. P. 2 - CEP: 89980-000
Fone: (49) 33655-1229
E-mail: franciscanasdecristorei@yahoo.com.br

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS - CAMPO ERÊ:

Os indígenas foram os primeiros habitantes destas paragens e até hoje existe um muro construído de terra pura como relíquia deixada por eles. A palavra ERÊ é de origem Kaingang e significa primordialmente CAMPO. Pode ser traduzida também por alegre ou grande.

No início do século XX, foi resolvida a questão dos limites das terras entre Paraná e Santa Catarina. Estava, assim, aberta a porta para a chegada dos imigrantes. Com a vinda dos italianos, alemães e poloneses, os caboclos que moravam na região foram se retirando aos poucos. Em 1958, foi criado o município de Campo Erê. Dele foram desmembrados, em 1995, os municípios de Saltinho, São Bernardino e Santa Teresinha do Progresso. Todos eles pertencem à mesma paróquia de Campo Erê.

Aquiles Saporiti Vacca, conhecido como Pe. Sapuritti, foi uma pessoa lendária entre os antigos moradores. Vindo de Palmas (PR), em 1904, estabeleceu-se onde hoje está a Fazenda Caldato. O Pe. Sapuritti foi morto em 1909. Está sepultado num velho cemitério. Restam também as águas de São João Maria na localidade de Faxinal. Nesse local permaneceu por alguns dias o assim chamado “profeta João Maria”. Até hoje, nessa localidade, acontece uma romaria no dia oito de dezembro, sendo homenageada a Imaculada Conceição, padroeira do município. O povo aproveita para beber da famosa água.

Em 1952 foi construída a primeira capela da Vila Campo Erê. A criação da Paróquia, que tem como padroeiro o Sagrado Coração de Jesus, aconteceu dia 25/12/1966, por um decreto do Bispo Dom Wilson Laus Schmidt. Instalada em 01/01/1967, foi entregue à Congregação dos Filhos do Sagrado Coração de Jesus, mais conhecidos como Combonianos. De 1973 a 1983, eles mantiveram um Seminário Menor com boa estrutura e espaço, hoje, transformado em Pró-Menor, dando assistência às crianças e adolescentes do município. Em 1990, os Missionários Combonianos entregaram a paróquia à diocese. Eles se retiraram, mas conservam até hoje uma casa de encontros vocacionais com reuniões quase mensais.

No ano de 1969 chegaram as Irmãs Franciscanas de Cristo Rei. Elas instalaram uma casa de formação. Até os dias de hoje atuam pastoralmente na paróquia, nas comunidades e também na promoção social.

Em 30 de dezembro de 2000, a Província Redentorista de Porto Alegre, RS, assumiu a paróquia, sendo o primeiro pároco o Pe Aloysio Schneider e vigários paroquiais os Padres Gerôrimo Ruchel e Nelvi Ceolin. Mais tarde veio o Pe Romeu Reckziegel. Desde fevereiro de 2005, a comunidade redentorista que atende a paróquia está assim constituída: Pe. Lírio Celestino Pezzini, pároco, e Padres Romeu Reckziegel e Dionísio Rockenbach, vigários paroquiais. Em agosto de 2008, com a transferência do Pe Dionísio, chegou o Pe. Paulo Henrique Luciani.

Hoje a paróquia é formada por 74 comunidades, que estão diminuindo em número de famílias, por causa do êxodo rural.

O atendimento às comunidades é feito com visitas mensais, procurando conhecer o povo, realizando a celebração das Primeiras Eucaristias e Crismas e celebração especial da Penitência na Quaresma e Advento.

Na região da paróquia houve vários acampamentos de pessoas em busca de terra. Depois de vários conflitos, uma das fazendas mais conhecidas, chamada Burro Branco, foi dividida entre os acampados. Hoje estão organizadas como comunidades do interior da paróquia. Existe um acampamento na Fazenda Caldato, onde estão 36 famílias à espera da posse da terra.

Caxambu do Sul

Paróquia de Caxambu do Sul

Endereço:
Rua Pe. Luis Heinem, 18 - Cx. P. 15
Cep: 89880-000
Caxambu do Sul/SC

Contato:

Fone: (49) 3326-0122 
E-mail: psjcaxsul@yahoo.com.br

Padre(s):
Luiz Roberto Sandini - Pároco

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO JERÔNIMO - CAXAMBU DO SUL:

A colonização da região, onde se encontra a paróquia São Jerônimo de Caxambu do Sul, iniciou com imigrantes italianos, vindos do Rio Grande do Sul, devido à Revolução Federalista, ocorrida por volta de 1893, e pela propaganda das colonizadoras. Passou a ser distrito de Chapecó em 1919. Emancipação, como município, em 14/12/1962.

O nome “Caxambu” tem duas possíveis origens: africana Cacha (tambor) e umbu (música); “tambor que executa música”; ou indígena: Caa (mato), xa (vista - visão) e umbu (riacho); “riacho donde se vê o mato”.

Desde 1896, a comunidade católica contou com a presença de padres incansáveis: os franciscanos vindos de Palmas-PR, a cavalo; depois vinham de Chapecó e Xaxim; os jesuítas, de Itapiranga; os Missionários da Sagrada Família, de São Carlos; de Nonoai: Pe. Manoel e coroinha Adílio; e os padres diocesanos, de várias regiões, também ajudaram bastante na caminhada.

A criação da Paróquia, que tem como padroeiro São Jerônimo, aconteceu em 04 de julho de 1956, e a instalação no dia 08 de julho do mesmo ano, por decreto do bispo prelado de Palmas. Seu primeiro pároco foi Pe. Luiz Heinen, sem dúvidas aquele que marcou profundamente Caxambu, por seu dinamismo, sua persistência e tenacidade na organização, formação das lideranças e na caminhada pastoral que imprimiu à Paróquia.

As primeiras iniciativas foram conduzidas no sentido de construir capelas, organizar as comunidades existentes, fundar novas, formar lideranças, construir salões para festas religiosas, espaços para lazer (cinema, teatro e reuniões).

Em 1959, um grupo de famílias, apoiadas pela Paróquia, constituiu uma sociedade beneficente, para a construção do hospital. E, na década de 70, visando oferecer melhores oportunidades de estudo aos filhos de caxambuenses, a Igreja participou no processo de criação da Escola de Segundo Grau – antigo CNEC, que iniciou em março de 1974, tendo como diretor, por um período de dois anos, o Padre Luiz Heinen.

Para construir a igreja matriz, na década de 60, colocou-se em prática um plano de Granja Paroquial, com produção de grãos e de suínos. Caxambu tem uma das primeiras igrejas em estilo moderno construídas no Sul do Brasil.

A paróquia São Jerônimo tem atualmente 19 comunidades, com famílias que pertencem aos municípios de Caxambu do Sul, Planalto Alegre, Águas de Chapecó e algumas de Guatambu.

Nos primeiros anos criou-se o Apostolado da Oração, a Congregação Mariana, as Filhas de Maria e a Cruzada Eucarística. Mais tarde investiu-se na formação para famílias, preparação ao batismo, formação para catequistas, ministros extraordinários da Palavra e da Eucaristia, animadores de grupos de reflexão, orientação para agricultores e formação de sindicatos de trabalhadores rurais, Pastoral da Terra, da Saúde, reforçando, assim, as pastorais sociais da Igreja. Nos últimos anos a formação enfocou os Conselhos de Pastoral, a juventude, a questão sindical, a organização dos atingidos por barragens e o movimento de mulheres agricultoras.

A visita pastoral do bispo diocesano, em 2006, clareou os fundamentos do Plano Diocesano de Pastoral e apontou para uma Igreja ministerial, profética e libertadora.

Foram realizadas as Mini-Missões Populares, em preparação ao novo milênio, com o lema: “Eu e minha família seguiremos a Javé, o Deus da Vida” (cf. Josué 24). As Santas Missões Populares proporcionaram o envolvimento de mais de 300 missionários/as.

No ano de 2006 foi comemorado o Jubileu da Paróquia (50 anos), com celebrações nas comunidades e uma grande concentração jubilar, com missa solene presidida por D. Manoel, Bispo de Chapecó.

Na paróquia São Jerônimo nasceram muitas vocações sacerdotais: Pe. Ervino Vivian (1962–Carlista); Pe. Pedro Baldissera (1985-Salvatoriano/diocesano); Frei Ivo Muller (1995–Franciscano); Pe. Márcio Coelho (Diocesano-São Carlos/SP); Pe. Vanderlei Signorini (2003 – Salvatoriano) e Pe. Igor Damo (2005 – Diocesano). Destacamos também várias religiosas filhas desta paróquia, que propagam a fé em diferentes lugares deste país e além-fronteiras,

Uma das grandes preocupações, hoje, são os projetos de grandes usinas hidrelétricas. A comunidade Santa Rita de Cássia, da Linha Sanga Rosa, vai ser totalmente atingida pelo lago da Hidrelétrica Foz do Chapecó (junto ao Rio Uruguai) e deixará de existir a partir de 2009. A comunidade de Lageado Bonito será totalmente relocada. Visto que o lago da Usina irá alagar grande parte das terras baixas, também serão atingidas as comunidades Santa Terezinha (da Linha Volta Grande), Nossa Senhora da Saúde (de linha Cecon), Santa Lucia (de linha São Félix) e São Roque (de linha Pompeu), que sentirão diretamente esse impacto com a saída de muitas famílias.

Chapecó - Santo Antônio

Catedral de Chapecó - Santo Antônio

Endereço:
Av. Getúlio Vargas, 93 S - Cx. P. 25
Cep: 89801-001 | Chapecó/SC

Contato:
Fone/fax: (49) 3322-2278 ou 3322-2237
E-mail: catedral@catedralchapeco.org.br
Site: www.catedralchapeco.org.br

Padre(s):

François Cristiano Cousseau - Pároco
Ademir Rubini - Vigário Paroquial (Centro)
Canício José Ludwig - Vigário Paroquial (Centro)
Valter Fiorentin - Vigário Paroquial (atendimento hospitalar)
Edivandro Luiz Frare-  Vigário Paroquial (RP Nordeste)
Marcelo Samaroni Spézia- Vigário Paroquial (RP Sudeste / RP Sul)
Pasqualino Toscan - Vigário Paroquial (RP Norte)
 

Regiões Pastorais

Região Pastoral Centro

Endereço:
Av.Getúlio Vargas, 93 S - Cx. P. 25 - CEP: 89801-001

Contato:
Fone: (49) 3322-2278/ 3329-4612
E-mail: catedral@catedralchapeco.org.br
Facebook: Catedral Chapecó

Região Pastoral Sul/Sudeste

Endereço:
Av. Irineu Bornhausen, 507 E - Bairro Palmital, CEP: 89814-550

Contato:
Fone: (49) 3329-3034
E-mail: rpsudeste@hotmail.com
Facebook: RP Sudeste e Sul - Paróquia Sto. Antônio, Chapecó

Região Pastoral Nordeste

Endereço:
Av. 14 de Agosto, 2190 E - Bairro Passo dos Fortes
CEP: 89800-000

Contato:
Fone: (49) 3323-5139
E-mail: rpnordeste@yahoo.com.br
Facebook: RP Nordeste- Paróquia Santo Antônio
Site: www.rpnordeste.webnode.com.br

Região Pastoral Norte

Endereço:
Rua José Marroco, s/n - Nova Itaberaba/SC
CEP: 89818-000

Contato:
Fone: (49) 3327-0320
E-mail: rp.norte@yahoo.com.br
Facebook: Região Pastoral Norte

Casas Religiosas Femininas

Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora

Sede Provincial

Rua Clevelândia, 268 D - Cx. P. 862
CEP: 89801-970

Fone: (49) 3322-1384 | Fax: (49) 3323-0393
E-mail: provincial@franciscanasmissionarias.org.br
Site: www.franciscanasmissionarias.org.br
 

Fraternidade Bom Pastor

Rua Marrecos, 280 E - Cx. P. 862
Bairro Colatto - CEP: 89809-910

Fone: (49) 3328-7918
E-mail: fratbompastor@superip.com.br
 

Fraternidade Emaús

Av. Nereu Ramos, s/n
Bairro Seminário - CEP: 89801-910

Fone: (49) 3322-4153
E-mail: fratemaus@franciscanasmissionarias.org.br

Irmãs São José de Chambery

Rua Rui Barbosa, 429 D - Cx. P. 175
CEP: 89801-042

Fone: (49) 3322-1463
E-mail: isjcha@yahoo.com.br

Irmãzinhas da Imaculada Conceição

Rua Viena, 257 E - Bairro Passo dos Fortes
CEP: 89805-360

Fone: (49) 3322-4973
E-mail: comapchapeco@gmail.com

Irmãs da Divina Providência

Comunidade Santíssima Trindade

Rua Marechal Deodoro, 454 D, Apto 601
Edifício San Diego, CEP: 89801-060

Fone: (49) 3322-1812
E-mail: irenecassol@hotmail.com

Irmãs de Nossa Senhora Menina

Rua João Vicente Costa, 23
Distrito de Marechal Bormann
CEP: 89816-100

Fone: (49) 3328-3797
E-mail: irmaschapeco@ibest.com.br

Casas Religiosas Masculinas

Irmãos Maristas

Colégio São Francisco

Rua Marechal Deodoro, 550 L - Cx. P. 60
CEP: 89801-500

Fone: (49) 3322-3332
E-mail: acarlotto@marista.org.br

Irmãos Maristas

Residência

Rua Curitiba, 112 D

Fone: (49) 3323-2342

História

História

HISTÓRIA DA CATEDRAL SANTO ANTÔNIO - CHAPECÓ:

A Paróquia Santo Antônio de Chapecó foi criada por Dom Daniel Hostin, Bispo de Lages, aos 13 de junho de 1931 (cf. decreto nº 6 da Cúria de Lages). A ereção da paróquia foi em regozijo pela passagem do 7º centenário da morte de Santo Antônio de Pádua (ocorrida aos 13/06/1231).

A Paróquia Santo Antônio foi desmembrada da paróquia de Palmas, no Paraná, mas continuou sendo atendida pelos padres Franciscanos da Província da Imaculada Conceição, do Sul do Brasil. De 1931 a 1940, os padres eram itinerantes e percorriam a região em lombo de burro. Os padres franciscanos, que trabalhavam em Chapecó, vinham de Palmas e recebiam jurisdição do Bispo de Ponta Grossa, D. Antônio Mazarotto, embora a paróquia estivesse em território catarinense e sob a jurisdição do bispo de Lages.

No dia 09/12/1933, o Papa Pio XI criou a prelazia de Palmas e a paróquia de Chapecó passou a pertencer a essa prelazia. Abrangia os atuais municípios de Chapecó, Xaxim, Xanxerê, Faxinal dos Guedes, Vargeão, Abelardo Luz, São Domingos, Quilombo, Coronel Freitas, Caxambú do Sul e Águas de Chapecó. Somente a partir de 25 de julho de 1940 Chapecó passou a ser paróquia com residência independente de Palmas, quando D. Carlos Eduardo Sabóia Bandeira de Mello nomeou Frei Evaldo Bamberg vigário de Chapecó, com sede na mesma cidade.

A primeira igreja matriz da paróquia, de madeira, foi construída entre os anos de 1938 e 1940. Essa foi a igreja destruída pelo “famoso” incêndio, na noite de 04 para 05 de outubro de 1950. Dela sobrou apenas a torre.

Em 1951 chegou o frei João Vianey Erdrich. Foi ele o responsável pela criação de toda a infra-estrutura material da paróquia que possibilitou, inclusive, a criação de nova diocese com sede em Chapecó. Aos 08/12/51 era lançada a pedra fundamental da igreja matriz, hoje Catedral de Chapecó. Cinco anos depois, dentro da celebração dos 25 anos de fundação da paróquia, D. Carlos Eduardo Sabóia Bandeira de Mello, Bispo prelado de Palmas, inaugurou e abençoou solenemente a nova igreja matriz. Por ocasião dos 50 anos de sua construção (1956-2006) e sob a coordenação de Pe. Egídio Balbinot, a Catedral foi totalmente restaurada e dedicada no dia 10 de junho de 2006 pelo bispo D. Manoel João Francisco.

Frei João também foi responsável pela construção da atual casa paroquial, da residência do Bispo de Chapecó, do Seminário Diocesano, iniciado em 1959, para cuja construção teve participação decisiva a Paróquia Santo Antônio de Chapecó. Frei João deixou de ser pároco aos 09/03/69, mas permaneceu na paróquia da catedral até o fim de 1970. No início de 1971, passou a residir na casa do Bispo, ficando ligado, para efeito da regra franciscana, à Paróquia de Xaxim.

Os Párocos que exerceram seu ministério na paróquia Santo Antônio foram: 1) Frei Plácido Rohlf, de 13/06/1931 até fins de 1932; 2) Frei Silvério Foeker, de 1933 a inícios de1940. (Esses dois primeiros párocos eram itinerantes e cuidavam de toda a região da Grande Palmas, que incluía, como paróquia anexa, a cidade de Chapecó). 3) Frei Evaldo Bamberg, de 28/08/1940 a 25/07/1942. Foi o primeiro vigário com residência fixa em Chapecó. 4) Frei Roberto Ebbert, de 25/07/1942 a 25/01/1951. 5) Frei João Vianey Erdrich, de 25/01/1951 até 16/02/1963. Nessa data os padres franciscanos entregaram a paróquia da Catedral ao Bispo. Mas de fato, frei João continuou como pároco junto com padres seculares até 09/03/69. 6) Pe. Romualdo Dionísio Zimmer, de 09/03/69 a 17/02/1980. 7) Pe Adayr Mário Tedesco, de 17/02/80 a 12/02/89. 8) Pe Ivo Pedro Oro, de 12/02/89 a 18/02/90. 9) Pe. Clair José Lovera, de 18/02/90 a 01/02/95. 10) Pe. Alcido Luiz Kunzler, de 01/02/95 a janeiro de 2003. 11) Pe. Egídio Balbinot (a partir de fevereiro de 2003 até hoje).

Antes da criação da Diocese de Chapecó, o trabalho pastoral consistia nas “desobrigas” dos padres itinerantes que visitavam as comunidades para a administração dos sacramentos.

Com a instalação da Diocese, em 1959, e a vinda do primeiro bispo, teve início um processo de renovação da liturgia. Na catedral havia missas comentadas e transmitidas pela Rádio Chapecó, que eram acompanhadas com aparelhos de rádio nas igrejas do interior. Ainda nesta época iniciou-se o trabalho de assistência às populações mais carentes da periferia, através da Legião de Maria e da Ação Social. Surgiram também as equipes diocesanas das vocações e da catequese e o Movimento Familiar Cristão.

Com o Concílio Vaticano II e a vinda de Dom José Gomes, em 1968, tendo como pároco o Pe. Romualdo, passou-se a focalizar mais a Igreja-povo, a Igreja-comunidade. Começou a formação de uma equipe paroquial de pastoral com a participação de leigos. Foram escolhidos os primeiros conselhos administrativos paroquiais. Iniciou-se o processo da renovação da catequese, a evangelização de adultos e a formação de lideranças. No fim da década de 60 foram introduzidos os círculos bíblicos.

No início dos anos 70, o centro da cidade foi organizado em setores divididos em núcleos. Aí acontecia a catequese, dízimo, atendimento aos doentes, organização das capelinhas e celebrações nas casas. Ainda nessa época surgiram diversos movimentos de Igreja, como o Cursilho de Cristandade, para casais, e TLC (Treinamento de Lideranças Cristãs), para jovens. Em fins da década de 70 foram realizados os treinamentos para lideranças e os primeiros ministros da eucaristia receberam o envio. A partir de 1974 são organizados os grupos de reflexão, verdadeira escola de fé para adultos, sendo na diocese a Paróquia Santo Antônio a pioneira nesse projeto.

Dentro da linha da Conferência de Puebla, a paróquia fez sua opção preferencial, olhando a realidade a partir dos mais necessitados, através de um Plano de Pastoral que teve como prioridades: a pastoral de periferia, a pastoral das comunidades do interior, a pastoral da juventude, a formação de lideranças e o incentivo aos grupos de reflexão. Essa nova caminhada provocou tensões entre o modo tradicional e o novo modo de ser Igreja, este como fermento transformador na sociedade.

A partir do ano 91, a equipe da Paróquia Santo Antônio iniciou um processo de descentralização da atuação pastoral. Para um melhor atendimento, levando em conta a proximidade e considerando as diferentes características culturais, foram formadas cinco regiões pastorais. A experiência, segundo avaliações feitas nas próprias regiões, indicou um atendimento mais qualificado e próximo, tanto às comunidades, como às lideranças.

A partir de 1995, houve uma nova re-estruturação das equipes de cada região, com mais autonomia pastoral e financeira. As Regiões Pastorais abrangem ao todo 74 comunidades. Ficaram assim constituídas: Região Nordeste, com 23 comunidades; Região Sudeste, com 15 comunidades (a esta foram incorporadas as comunidades da Paróquia do Seminário, que foi extinta); Região Norte, com 14 comunidades (a esta região foram incorporadas seis comunidades desmembradas da Paróquia São Cristóvão); Região Centro, com quatro comunidades (por ser a comunidade mãe da Paróquia e também da Diocese, diversos padres atuaram nesta região); Região Sul, com 12 comunidades.

Todas as comunidades estão organizadas com o Conselho de Pastoral que se ocupa com as atividades pastorais e também da parte econômica e do patrimônio. Temos ainda o Conselho de Pastoral Paroquial, que é formado a partir das representações de cada Região Pastoral.

Chapecó - São Cristóvão

Paróquia de Chapecó - São Cristóvão

Endereço:
Rua Carlos Gomes, 950 E
Bairro São Cristóvão
Cx. P. 458 - Cep: 89803-310
Chapecó/SC

Contato:

Fone/fax: (49) 3322-1400
E-mail: saocristovao@desbrava.com.br

Padre(s):
Valdemar Scatolin - Pároco
Itamar Antonio Belebom - Vigário Paroquial
Adir Rodrigues - Vigário Paroquial
Egídio Balbinot - auxiliar

Regiões Pastorais

Região Pastoral Oeste/Efapi

Endereço:
Rua Corruíra | 620 D
Loteamento Thiago - Bairro Efapi
CEP: 89809-820

Contato:
Fone: (49) 3331-4981
 

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO CRISTÓVÃO - CHAPECÓ:

A Paróquia São Cristóvão tem fundação recente. Foi desmembrada da Paróquia Santo Antônio da Catedral. A comunidade Católica iniciou nos anos 60, atendida inicialmente pelos Padres Diocesanos da Paróquia Santo Antonio. Pe. Canísio Henz foi quem começou a atender a região, ajudado depois por Pe. Livino Blanger e Pe. Jandir Santin. Foi construído um salão de madeira, que serviu para as celebrações.

Pe. Canísio trouxe da catedral a imagem de São Cristóvão, que passou a ser o padroeiro da comunidade, em vista do grande número de motoristas existentes na região. Inicialmente o bairro era denominado Aeroporto, por estar próximo ao aeroporto municipal. Depois passou a ser chamado São Cristóvão, por influência do nome do padroeiro. A festa do padroeiro passou a ser realizada com procissão motorizada e bênção dos veículos.

Devido à instalação de várias indústrias do agro-negócio na região do São Cristóvão, aumentou muito a população, levando a Diocese a pensar na criação de uma paróquia. Na falta de clero diocesano disponível, o Bispo D. José entregou a futura paróquia à Congregação dos Missionários do Sagrado Coração. A infra-estrutura da mesma foi preparada desde 1977 pelo Pe. Luiz Gardinal MSC. A criação oficial deu-se aos 06 de novembro de 1977 pelo Bispo D. José Gomes. Aos 26 de março de 1978 já era nomeado seu novo pároco, padre João Zangerle e seu Vigário Cooperador, o padre Alfredo Niedermaier. A nova paróquia abrangia dezoito comunidades.

No final da década de 90, por falta de padres, a Congregação dos Missionários do Sagrado Coração de Jesus resolveu devolver a paróquia à Diocese, fechando inclusive seu Seminário Menor em Chapecó. A paróquia passou novamente ao clero secular. Em janeiro de 1998 foi nomeado como pároco o Pe. Egídio Balbinot. Seguiram-se a ele o Pe. Vanderlei Festner, em 2003; e o Pe. Dorvalino Belegante, de 2004 até fins de janeiro de 2009.

Atualmente são 42 as comunidades da Paróquia, das quais 22 urbanas e 20 rurais. A organização é por setores de Pastoral. Em vista da extensão e da densidade populacional, foi organizada uma Região Pastoral autônoma na Região da Grande EFAPI, nos moldes das Regiões Pastorais da Paróquia Santo Antônio da Catedral. A vinda do Pe. Valter Fiorentin para a Paróquia, a partir de julho de 2007, fez com que esse projeto fosse concretizado.

A criação da Paróquia aconteceu em plena vigência do movimento do Vaticano II, às vésperas de Puebla. Foram os tempos das lutas pela terra, da conscientização dos agricultores, da participação dos cristãos nos grupos de reflexão. Leigos/as liberados/as deram vigoroso impulso a várias pastorais. Merece destaque a atuação do Pe. Francisco Rellou, que amou profundamente o povo e escolheu o cemitério da Linha Tomazelli como sua última morada. Sua visão pastoral comprometida, sem dúvidas, marcou os rumos na caminhada paroquial.

Atuação relevante na Pastoral tiveram também as Irmãs Franciscanas de Maria Auxiliadora, com duas comunidades inseridas na periferia da região, a partir de 1988. A preocupação era trabalhar com a população mais carente. Várias delas foram liberadas para atuar na formação de comunidades, na preparação de lideranças e nos diferentes serviços e pastorais da paróquia.

Funcionam hoje na paróquia as seguintes pastorais: da Juventude, da Criança, do Menor, do Batismo, Carcerária, da Sobriedade, da Saúde, Familiar, dos Enfermos, das Capelinhas, Litúrgica, da Catequese, dos Grupos de Reflexão, Missionária. Atuam também os serviços e ministérios da Pastoral da Acolhida, do aconselhamento psicológico e espiritual a cargo do Pe. José Avelino Zanella; as equipes de canto pastoral e da Renovação Carismática Católica.

As prioridades da paróquia para 2008 são: Catequese e família (com enfoque no catecumenato crismal e formação das lideranças); juventude e a pastoral social. A pastoral do dízimo entrou como destaque a ser trabalhado em todas as comunidades.

A organização e animação da pastoral de conjunto é realizada pelo Conselho de Pastoral Paroquial.

Algumas pastorais na Paróquia merecem destaque: a PJ, organizada há mais de dez anos, com participação dinâmica do grupo JUCC (Jovens Unidos nos Caminhos de Cristo); a Pastoral da Criança com doze anos de atuação, organizada em 11 comunidades, atendendo a 470 crianças e 40 mães gestantes; a Pastoral do Menor, iniciativa das Irmãs Franciscanas de Maria Auxiliadora, com atendimento a crianças/adolescentes, com aprendizado de violão, reforço escolar, trabalhos artesanais e formação para as mães; a Pastoral Carcerária, com visitas e encontros semanais aos detentos; e ainda a Pastoral da Sobriedade, que iniciou com a Campanha da Fraternidade de 2001.

Conforme o senso do IBGE, do ano 2000, aproximadamente 60.000 habitantes viviam na paróquia São Cristóvão, além dos 4.700 habitantes do município de Guatambu, também pertencente a esta Paróquia.

Coronel Freitas

Paróquia de Coronel Freitas

Endereço:
Av. Santa Catarina, 1043
Cep: 89840-000
Coronel Freitas/SC

Contato:
Fone: (49) 3347-0236 ou 3347-0610 (fax)
E-mail: pcoronelfreitas@yahoo.com

Padre(s):
Frei Moacir Antonio Longo, OFM - Pároco
Frei Alcides Cella, OFM - Vigário Paroquial
Frei Dionísio Ricieri Morás, OFM - Vigário Paroquial
Frei Genildo Provin, OFM - Vigário Paroquial

Casas Religiosas Femininas

Irmãs de Nossa Senhora de Lourdes

Av. São Luiz, 771 - CEP: 89845-000
União do Oeste/SC

Fone: (49) 3348-1401
E-mail: sor_ariem@yahoo.com.br

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO JOSÉ DO PATROCÍNIO - CORONEL FREITAS:

“A História é o alicerce do presente e do futuro.”

Coronel Freitas, conhecido inicialmente como “Quadro Santo Antônio”, foi colonizado após a instalação da Colônia Militar de Xanxerê. A razão do nome da cidade está ligada ao Coronel João José de Oliveira Freitas, comandante da Colônia Militar, amigo pessoal e compadre do colonizador Cel. Ernesto Bertaso.

As empresas de colonização Bertaso e Maia passaram a atuar na região, adquirindo as terras do Governo do Estado e de outros intermediários, vendendo-as a colonos gaúchos. A região era povoada, pelos chamados “caboclos”, considerados posseiros. Com a colonização, eles se afastaram de seus sítios de subsistência; em alguns casos dolorosos, foram expulsos à força com as suas famílias.

Por volta de 1929 chegaram as primeiras famílias de imigrantes italianos. No início da década de 1940 vieram mais colonizadores motivados pela forte propaganda de terras férteis. Muitos, porém, enfrentaram uma realidade penosa: a falta de infra-estrutura em estradas, pontes, moinhos, escolas, igrejas, hospitais, comércio...

Por ocasião dos 50 anos da Paróquia São José do Patrocínio foi organizado um HISTÓRICO com o título: “50 ANOS da Paróquia São José do Patrocínio de Coronel Freitas - 1956-2006”, contendo dados significativos da caminhada Paroquial. Queremos, a partir, sobretudo, desse Histórico, sinalizar alguns eventos sobre ação evangelizadora da nossa Paróquia.

A presença dos franciscanos marcou e marca a caminhada da Paróquia. Antes de sua criação, atuaram aqui: Frei João Vianey Erdrich, ofm, Frei Honorato Brüggmann, ofm e outros, vindos de Chapecó. Foram párocos desta paróquia: Frei Gustavo Wedderhoff, ofm. (29/04/1956 - 07/01/1959); Frei Silvério Foeker, ofm. (07/01/41959 - 10/03/1963); Frei Helvico Meyer, ofm. (10/03/1963 - 18/11/1968); Frei Sílvio Berri, ofm. (10/01/1969 - 05/03/1974); Frei Cláudio Bennemann, ofm. (05/03/1974 - 15/01/1980); Frei Bruno Fuchs, ofm. (15/01/1980 - 01/01/1983); Frei Almir Schneider, ofm. (02/02/1983 - 21/01/1989); Frei Ângelo Vanazzi, ofm. (06/02/1989 - 14/02/1995); Frei Luiz Carlos Peloso, ofm. (13/02/1995 - 2003); Frei Antônio Lopes Rodrigues, ofm. (17/12/2003 - 2006); e Frei Neuri Francisco Reinisch, ofm, a partir do dia 17de fevereiro de 2007.

No ano de 1956, foi promulgado o Decreto da Constituição da Paróquia de Coronel Freitas, por Dom Carlos Eduardo de Sabóia Bandeira de Mello, OFM, Bispo Titular de Girba e Prelado de Palmas. Erigida canonicamente e constituída Paróquia São José do Patrocínio, teve como primeiro Pároco, Frei Gustavo Wedderhoff, OFM.

As Irmãs Salvatorianas também marcaram história na paróquia. Elas chegaram em l957 para assumir a direção do Hospital Nossa Senhora de Fátima, que foi doado à Congregação. No dia 15 de janeiro de 1986, porém, a comunidade foi surpreendida com um decreto de desapropriação do Hospital, o que as levou a deixar nossa Paróquia.

No ano de l963 tomou posse como pároco Frei Helvico Meyer, que batalhou pela construção da igreja, vindo a falecer na paróquia em 1968. Em 1964, na visita pastoral, o bispo Dom Wilson deu forte enfoque às decisões do Concílio Vaticano II.

No ano de 1968, no dia 09 de junho, após muito esforço dos fiéis e lideranças, foi lançada a “pedra fundamental” da Igreja Matriz. Depois de pronta e inaugurada, a igreja apresentou problemas no teto, desabando uma parte. A sociedade se mobilizou para a reforma. Mas, em 17/02/74, houve um grande incêndio e parte da igreja foi queimada. Formada uma comissão, a igreja foi totalmente restaurada.

Em 1976, apresentou-se o Plano Geral, com o objetivo de integrar o leigo na vida global da comunidade; As metas prioritárias: mentalização comunitária; cursos de casais para essa integração; grupos de reflexão – Campanha da Fraternidade; acompanhamento aos jovens e curso de reciclagens.

No Triênio 1977-1980 foi elaborado o Plano de Pastoral com o objetivo do Plano Geral.

Em novembro de 1989 ocorreu uma mudança significativa na organização das comunidades: as Diretorias deram lugar aos Conselhos de Comunidade.

No ano de 1993, realizou-se a Assembléia Paroquial com a presença do então Bispo, Dom José Gomes, e um número de 174 lideranças.

No dia 22 de junho de 2005, foi realizada mais uma Assembléia Paroquial com as seguintes prioridades para o ano de 2006: Pastoral do Dízimo; Formação para os Membros das Pastorais e Movimentos e Reestruturação dos Grupos de Reflexão. No dia 03 de Julho de 2005, as Irmãs de Nossa Senhora de Lourdes chegaram a União do Oeste para ajudar na animação pastoral e formação de lideranças.

Atualmente, nossa Paróquia conta com 53 Comunidades distribuídas em quatro Setores: Águas Frias, Jardinópolis, União do Oeste e Coronel Freitas. Esses Municípios são as Sedes dos Setores. Atendemos ainda a Comunidade de Fernando Machado, de Cordilheira Alta.

Considerando as necessidades pastorais de nossas comunidades, no ano de 2007 a Equipe de Pastoral Paroquial (composta pelos Freis Alcides Cella, Diomedes Basi, Neuri Francisco Reinisch; pelas Irmãs Tereza Ferreira, Irene Aparecida Vicente, Ronilda de Meira e pela leiga liberada, Ires Maria Zanella), decidiu elaborar um novo Plano de Pastoral Paroquial - PPP, elegendo algumas prioridades para o Triênio 2007-2009, entre elas a Formação de Lideranças, Catecumenato Crismal, Pastoral da Juventude e Pastoral Familiar.

Frente às exigências para uma Ação Evangelizadora encarnada e comprometida com a vida, nossa missão consiste em: “Evangelizar com renovado ardor missionário, testemunhando com dinamismo profético o Evangelho de Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida.” (PPP 2007-2009)

Assim, nosso objetivo é “suscitar nas lideranças e nos fiéis de nossas comunidades o ‘Ser discípulo e missionário’ para uma vivência cristã mais comprometida”. (PPP 2007-2009)
 

Cunha Porã

Paróquia de Cunha Porã

Endereço:
Rua Moura Brasil, 1508
Cep: 89890-000
Cunha Porã/SC

Contato:
Fone: (49) 3646-0174
E-mail: pnslurdes@cpnet.com.br

Padre(s):
Anélio Antônio Cantoni - Pároco

Casas Religiosas Femininas

Irmãs do Imaculado Coração de Maria

Rua Iracema, 347
CEP: 89891-000
Iraceminha/SC

Fone: (49) 3665-1148

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE LOURDES - CUNHA PORÃ:

No início das imigrações este espaço estava habitado por caboclos, conforme relatos dos colonizadores pioneiros. Segundo eles, os caboclos tinham documentos que atestavam a legitimidade de posse e uso-fruto de espaços nesta região, mas foram “pacífica ou forçosamente evacuados”. Ao mesmo tempo, afirmam a presença esporádica e nômade de povos “guarani”, ainda na década de 1930, com sinais evidentes de sua cultura: cemitério e monumento subterrâneo, encontrados nos anos 1980, nas proximidades de Cunha Porã.

A nova colônia foi batizada com um nome indígena, Cunha Porã, que significa “Mulher Bonita”. A colonização do local foi protagonizada pela “Colonizadora Sul Brasil” para imigrantes de origem alemã e de confissão evangélica. A princípio, este critério era rigorosamente respeitado. No entanto, com o passar do tempo, a região foi agraciada com a vinda de imigrantes de outras etnias e de outras confissões cristãs. Este fenômeno étnico-religioso não ficou sem deixar “feridas, animosidades e divisões muito sofridas”, fenômenos que nas últimas décadas, felizmente, estão perdendo sua força. Desde o início até hoje, a colonização trouxe para Cunha Porã cerca de dez denominações de Igrejas cristãs, que atualmente convivem de forma ecumênica, com solidariedade e respeito.

A paróquia tem como padroeira Nossa Senhora de Lourdes. A intenção prioritária dos imigrantes vindos para a região era a busca de vida numa terra nova, onde a família pudesse ter futuro. As novas comunidades, a despeito de todas as dificuldades iniciais, não perderam de vista a fé e a cultura. Escola, igreja, culto, celebração dos sacramentos, catequese, saúde: tudo isto merecia muita atenção das famílias.

O nascimento das comunidades cristãs católicas, em toda a área da abrangência da paróquia, firmou-se na iniciativa dos fiéis de se reunirem para a reza do terço aos domingos e nos dias santos, inicialmente nas casas de famílias; depois, no recinto das escolas e/ou salões, que eram construídos e mantidos pelas próprias famílias. Incremento destas comunidades foi sem dúvida a presença dos padres que periodicamente celebravam a Eucaristia, administravam os sacramentos e realizavam encontros de formação com os pais, jovens e crianças. As viagens missionárias deles eram sinal de novos horizontes para as famílias das comunidades.

No período de l940 a 1970, as comunidades formadas em Cunha Porã e Iraceminha eram pastoralmente atendidas pelos Missionários da Sagrada Família, que vinham de Saudades, Maravilha, Palmitos e Caibi. O povo das comunidades tem consciência da importância do testemunho de vida apostólica dos Missionários da Sagrada Família, como exemplo de espírito de sacrifício, doação, disponibilidade a toda prova, particularmente com os novos imigrantes. As famílias eram visitadas e encorajadas pelos missionários, que viajavam horas a fio de uma comunidade à outra nos lombos de cavalos ou mulas. Permaneciam, por vezes, um mês a caminho, dedicados ao povo ainda distanciado no meio da matas. Hospedavam-se com alegria e simplicidade nas casas dessas famílias. Mereceram por estas práticas a veneração do povo.

A partir de 1970, a população católica do município de Cunha Porã, ao qual pertencia o ainda distrito de Iraceminha, cresceu em número e exigências de atendimento pastoral. O bispo diocesano, Dom José Gomes, marcou assídua presença pastoral. Por solicitação das comunidades, criou a Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes no dia 19/04/70. Hoje, a paróquia conta com vinte e oito comunidades, organizadas nos municípios de Cunha Porã e Iraceminha. Em comunhão com a caminhada da Diocese, a paróquia introduziu os grupos de reflexão com o objetivo da formação de cristãos adultos, sujeitos de mais vida na história da Igreja. Em 2000, assumiram as “Missões Populares”, que se tornaram fonte de vitalidade cristã nas comunidades.

A partir da década de l980, acendeu-se na paróquia o polêmico conflito em torno da área indígena do Araçaí, gerando muitas tensões entre os agricultores das comunidades situadas na área. Essas terras foram adquiridas pelos agricultores de forma ética e legal da Companhia Sul Brasil, com anuência do Estado de Santa Catarina, maior responsável pela situação. Por outro lado, entram em questão os direitos dos indígenas, que perderam suas terras por interesses colonialistas e mercantilistas. Oportunistas lançaram a responsabilidade da questão sobre a Igreja Católica, esquecendo os verdadeiros culpados.

Esta realidade é um marco fundamental da história da paróquia, que desafia a Igreja a um verdadeiro encontro com os sofridos.

O Ressuscitado diz a cada uma de nossas comunidades locais e paroquiais da Diocese: “Não tenham medo. Anunciem a meus irmãos que se dirijam para a Galiléia. Lá eles me verão”.

Descanso

Paróquia de Descanso

Endereço:
Paróquia Santo Estanislau Kosttka
Rua Thomas Kopróski, 333 - Cx. P. 6
Cep: 89910-000 | Descanso/SC

Contato:
Fone/fax: (49) 3623-0031
Fone residencial : (49) 3623-0186
E-mail: paroquiadedescanso@gmail.com

Padre(s):
Nelson Angelo Líbano- Pároco
Otávio Foerster- Vigário Paroquial

Casas Religiosas Femininas

Irmãs Servas da Santíssima Trindade

Rua Tomaz Koproski, 365 - Centro
Cx. Postal 06 - CEP: 89910-000

Fone: (49) 3623-0850
E-mail: stsdescanso@yahoo.com.br

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA ESTANISLAU KOSTTKA - DESCANSO:

Os primeiros colonizadores de Descanso, local conhecido como linha Polonesa, vieram do Rio Grande do Sul pelos anos de l928 e 1929.

Segundo as pesquisas, a primeira capela, no território da atual paróquia Santo Estanislau Kostka, surgiu na linha Vorá, onde as primeiras famílias chegaram antes de 1930. Inicialmente foram atendidas pelos padres da Sagrada Família e depois pelos padres Jesuítas de Porto Novo (atual Itapiranga). O Bispo Prelado de Palmas fez a primeira visita pastoral naquela capela no ano de 1937. A segunda capela foi construída na sede Leste, onde também foram morar pioneiros. Na sede Polonesa, hoje Descanso, chegaram colonizadores, fazendo uma viagem de 12 dias, em oito carroças, trazendo junto das mudanças um total de 30 pessoas. Estas participaram da primeira missa celebrada pelo Pe. José Ely, de Porto Novo, que aconteceu no galpão-acampamento destes pioneiros.

No decurso da segunda guerra mundial, a comunidade de linha Polonesa mudou de nome, passando a chamar-se Descanso. A mudança aconteceu pelo fato de a Coluna Prestes, ou parte dela, ter descansado nas imediações onde está situada hoje a cidade de Descanso.

De 1944 até a chegada do Padre Francisco Masure, no dia 14 de julho de 1949, a capela Santo Estanislau Kostka e as demais capelas eram atendidas pelo Padre Aurélio Canzi.

Ao mesmo tempo em que progredia o Distrito, crescia o anseio de criação da Paróquia. O sonho tornou-se realidade no dia 15 de agosto de 1952, com a celebração solene presidida pelo Bispo de Palmas, Dom Carlos Eduardo de Sabóia Bandeira de Mello e vários sacerdotes.

O Padre Francisco, primeiro pároco, iniciou a construção do salão paroquial, inaugurado no dia 15 de agosto de 1961. Este salão foi danificado várias vezes por raios e ventanias, até que em l974 foi reconstruído. Em 1979, diante do perigo de desabamento, o salão foi demolido e os trabalhos de arrecadação iniciaram para a construção do atual salão paroquial.

A construção da Igreja Matriz iniciou em 1966 e foi inaugurada no dia 15/08/1968.

Os Párocos que exerceram o ministério na paróquia foram: Franz Josef Masure, (Francisco Masure, nascido em Ertvelde, Bélgica), do ano 1952 até o ano de 1982, quando foi a óbito no dia 30 de maio de 1982, sendo sepultado no cemitério municipal de Descanso; Célio Aloísio Wendling, do dia 12 de junho de 1982 até o ano 1985; Florindo Canton, do dia 17 de dezembro de 1985 até o ano 1997; Renato Kollet, a partir de 9 de fevereiro de 1998 até hoje (2008).

As lideranças da paróquia, com o apoio do Bispo Dom José Thurler, convidaram várias congregações religiosas para trabalhar em Descanso. O convite foi aceito pelas Irmãs Vicentinas, que depois de atuarem 25 anos na paróquia, deixaram por definitivo os trabalhos pastorais em Descanso. Durante dois anos a paróquia ficou sem a presença de Irmãs. Felizmente, no dia 27 de janeiro de 1990, chegaram as Irmãs Servas da Santíssima Trindade. Fizeram sua primeira morada na casa paroquial e mais tarde foram morar na casa que hoje é o Centro de Formação Paroquial. No ano de 2000, foi concluída a construção da casa própria, onde passaram a residir.

No dia 15 de agosto de 2002 a Paróquia celebrou 50 anos de vida. Hoje, com 57 anos, conta com 32 comunidades, estruturadas com as seguintes Pastorais: Catequese, Pastoral da Saúde, Ministérios (ministros da Eucaristia, da Palavra, do Matrimônio, do Batismo e dos Enfermos), Pastoral Vocacional, Pastoral do Dízimo, Pastoral da Acolhida, Zeladores de Capelinhas, Pastoral do Batismo, Pastoral da Juventude, Pastoral Familiar, Grupos de Reflexão, Comissão Pastoral da Terra, Pastoral Litúrgica, Pastoral Missionária, Pastoral da Comunicação, Conselhos de Pastoral Paroquial e das Comunidades. Umas mais avançadas e outras menos, a luta é para que todas caminhem juntas, na comunhão e participação.

Um fato marcante, dentro das atividades pastorais da paróquia, foram as Santas Missões Populares realizadas no decorrer do ano jubilar, do ano 2001 a 2002. Depois desta data a paróquia continuou com as pós-missões, até o ano 2007, acompanhando o projeto da CNBB: “Queremos Ver Jesus, Caminho Verdade e Vida”.

Dionísio Cerqueira

Paróquia de Dionísio Cerqueira

Endereço:
Rua Nereu Ramos, s/n - Cx. P. 17
Cep: 89950-000
Dionísio Cerqueira/SC

Contato:
Fone: (49) 3644-1270
Cel: 949) 9 9195-0592
E-mail: paroquia.des@hotmail.com


Padre(s):

Dorvalino Belegante - Pároco

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA DIVINO ESPÍRITO SANTO - DIONÍSIO CERQUEIRA:

Dionísio Cerqueira está localizada estrategicamente no limite entre Paraná e Santa Catarina e na fronteira do Brasil com a Argentina. Existe desde meados do Séc. XIX. Em 1903 foi inaugurado o Marco das Três Fronteiras, onde se pode colocar um pé no Paraná, outro em Santa Catarina e pôr o braço no território argentino.
A cidade foi colonizada por italianos e alemães vindos das colônias gaúchas. Pertenceu a Chapecó até 1953, quando se tornou município. Seu nome é uma homenagem ao general Dionísio Cerqueira, antigo ministro das relações exteriores, que demarcou a fronteira Brasil/ Argentina.

Nas décadas de 20 e 30, a região do Extremo Oeste era habitada por caboclos que viviam da caça, pesca e agricultura. Mais tarde viviam da extração de erva mate e madeira, que comercializavam com os consumidores argentinos.

Por volta de 1949, Dionísio Cerqueira foi elevada a Curato[1], abrangendo Dionísio Cerqueira (SC), Barracão e Santo Antonio do Sudoeste (PR), tendo como Padroeiro principal o Divino Espírito Santo e como Padroeira complementar Nossa Senhora do Rosário.

No dia 28 de agosto de 1955, D. Carlos Eduardo de Sabóia Bandeira de Mello, em visita à cidade, decretou a criação da Paróquia Divino Espírito Santo, em Dionísio Cerqueira e Barracão, com sede no lado catarinense.

Posteriormente, a Paróquia foi desmembrada da Prelazia de Palmas, passando a pertencer ao recém criado Bispado de Chapecó. Hoje a Paróquia Divino Espírito Santo conta com 33 comunidades, sendo oito na cidade e 25 na zona rural.

Queremos citar, como expressão de louvor a Deus, as congregações e os padres que evangelizaram estas comunidades até chegarem à categoria de Paróquia.

Primeiramente, os Freis Franciscanos pertencentes a Prelazia de Palmas, desde o inicio até 1944, com destaque para o Frei Casimiro que, de 1934 a 1944, visitava a região uma vez por ano;

A seguir, Pe. Aurélio Canzi (diocesano), que vinha de São Miguel do Oeste, no período de 1944 a 1949;

Depois, aos 13 de julho de 1949, Pe. Ulrico Sthahliansen assumiu o Curato, que foi entregue aos Missionários do Sagrado Coração de Jesus, vindos da Bélgica;

Em 1955 assume a Reitoria do Curato Pe. Florêncio Cobaut, que, após a instalação da paróquia (abrangendo Dionísio Cerqueira e Barracão), tornou-se o primeiro Pároco.

Após a criação da Paróquia (1955), podemos dividir a caminhada da Evangelização em 3 períodos distintos:

Primeiro, com duração de 17 anos (1955 a 1972): atendimento pastoral feito pelos Missionários do Sagrado Coração de Jesus, vindos da Bélgica (João Carlos, Marcelo, Arthur , Francisco , Theodoro, Afonso e Emilio).

Segundo, com duração de 13 anos (1972 a 1985): atendimento realizado pelos Padres Redentoristas, vindos da Polônia (Henrique, João e Luiz);

Terceiro, com duração até o presente momento de 23 anos (1985 a 2008): entrega da Paróquia aos Padres Diocesanos (Canício José Ludwig, Jaime Bianchi, Salesio Guarezi Ricardo e Florindo Canton).

A participação das Irmãs Religiosas foi decisiva na caminhada evangelizadora da paróquia. No comprimento de sua missão, dedicaram anos de vida em propagar o amor de Deus para com seu povo.
Em 14 de agosto de 1955, chegaram as Irmãs da Congregação de Nossa Senhora do Sagrado Coração. Continuam até hoje sua missão na Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Barracão.

A segunda Congregação que aqui chegou, aos 16 de fevereiro de 1976, foi a das Irmãs Franciscanas de Cristo Rei, que continua conosco até hoje.

Temos as seguintes pastorais organizadas: Pastoral Catequética e Litúrgica; Familiar; do Dizimo; da Juventude; do Batismo; Serviço de Animação Vocacional (a Paróquia já deu à Igreja dez Irmãs Religiosas e três presbíteros); Grupos de Reflexão; Zeladoras de Capelinhas e Apostolado da Oração; Pastoral da Saúde; da Criança e outras pastorais sociais.
LUTAS e movimentos por mais vida tiveram sempre o apoio e o incentivo da equipe paroquial. São os seguintes movimentos apoiados pela paróquia: MST; MPA; MMC.
Atualmente, os compromissos assumidos com mais empenho são: a Pastoral da Juventude, a Pastoral Familiar, a CPT, a Pastoral do Dizimo e o resgate/animação dos Grupos de Reflexão. Finalmente, queremos louvar e agradecer a Deus também pelo Jubileu de 50 anos de caminhada da Paróquia, celebrado no dia 28 de agosto de 2005.

[1] Estágio anterior à condição de Paróquia. Antes do Direito Canônico de 1983 era a denominação dada à uma comunidade por não reunir ainda todas as condições para se tornar uma paróquia. (Em outras palavras, quase paróquia).

Faxinal dos Guedes

Paróquia de Faxinal dos Guedes

Endereço:
Av. Rio Grande do Sul, 501 - Centro
Cep: 89694-000
Faxinal dos Guedes/SC

Contato:
Fone: (49) 3436-0192/ 3436-1708
E-mail: paroquiafg@yahoo.com.br

Padre(s):
Nilto Tenutti - Pároco

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA - FAXINAL DOS GUEDES:

A colonização de Faxinal dos Guedes teve seu início em meados do século XX, quando a família Rosa estabelecia moradia em terras adquiridas da ex-colônia militar de Chapecó. A partir de 1930 começaram a migrar para esta região descendentes de italianos e, em menor número, de alemães, vindos do Rio Grande do Sul.

Inicialmente o povoado chamou-se “Gramado de Joaquina Rosa”. Somente mais tarde é que recebeu o nome de “Faxinal dos Guedes”. Faxinal, termo cujo significado designa “campo de pastagens com arvoredo esguio”, e Guedes, pela existência de numerosa família cabocla com esse nome, proprietária de extensa quantidade de terras.

A primeira igreja católica foi construída em l939. O atendimento religioso era feito pelos padres franciscanos de Chapecó e depois por Frei Bruno Linden, que vinha de Xaxim. Igualmente está na memória do povo a presença dos freis que vinham a cavalo de Palmas, PR, fazer as desobrigas nesta localidade, que pertencia àquela Prelazia.

O decreto de ereção da Paróquia, desmembrada da freguesia de São Luiz de Xaxim, data de 03 de maio de 1951. Foi escrito por Dom Carlos Eduardo de Sabóia Bandeira de Mello. A instalação ocorreu no mesmo ano, no dia do padroeiro, 24 de junho. O primeiro pároco nomeado foi Pe. Clemente Kampmann. Em 1953, assumiu como administrador paroquial o Pe. Luiz Heinen. Em 1955 foi nomeado pároco o Pe. Afonso Griebeler, que permaneceu 26 anos no cargo.

Outros padres que atuaram na Paróquia: Livino Blanger, Augusto Dalló, Renato Kollet e Pasqualino Toscan, pároco de l995 a 1999. Chegou então o Pe. Edson Vizolli, pároco até a metade de 2004, quando foi eleito prefeito do município. Assumiu em seu lugar o Pe. Cleto João Stülp, recém chegado da Nicarágua, onde cumpriu cinco anos de missão. Em 2006 veio o Pe. Paulo Cezar Klein, substituído no ano seguinte pelo recém ordenado Pe. Marcelo Samaroni Spézia. Com a transferência de Pe. Cleto para a Paróquia São Cristóvão de Chapecó, Pe. Marcelo é o coordenador atual, com ajudas dos padres Igor e Rogério. A Equipe Paroquial inclui ainda Ir. Fidencia e vários leigos.

A atuação religiosa feminina está presente em nossa caminhada. Depois das Irmãs Catequistas, a pedido de Dom José Gomes, no ano de l976, chegaram as Irmãs de São José de Chambery para ajudar na pastoral, na educação, nas visitas às famílias e no hospital.

Durante décadas nossa Igreja foi marcadamente sacramentalista. Com a chegada das conclusões do Concílio Vaticano II, de Medellín e de Puebla, a Paróquia adotou a caminhada da mudança, com organização das comunidades, formação e acompanhamento às lideranças. Foram criados os ministérios, Pastoral Operária, da Terra, da Juventude e, especialmente, os grupos de reflexão. Surgiram lideranças leigas nas comunidades, os ministros e as ministras.

O Curso Teológico e Pastoral de Leigos e a Escola Bíblica facilitam a capacitação de muitas lideranças. Há sinais de trabalho em equipe, que coordenam a caminhada num espírito participativo. Estamos organizados em 35 comunidades. Para tornar eficaz nossa comunicação, temos o boletim escrito “A voz de São João Batista”, com edição mensal. Também levamos ao ar, semanalmente, dois programas de radio.

Por cinco vezes celebramos as missões populares (em l952, l958, l967, l989, 2002), animadas por missionários religiosos Capuchinhos, Redentoristas e Saletinos. Estas missões marcaram muito a caminhada de fé, sendo um dos fatos mais lembrados pelas comunidades.

A partir de 2005, foi iniciado um trabalho de integração entre as Paróquias de São João Batista e de São Pedro Apóstolo de Vargeão, através de um planejamento conjunto das atividades. Neste mesmo ano foram ordenados dois Presbíteros filhos da terra: Claudir Meotti e Anélio Antônio Cantoni. Em 2008 aconteceu a consagração religiosa da Irmã Andréia Pires. Em 2009, será a vez da Irmã Rosane Steffenon. O seminarista Kleber Jorge e Silva, do Bairro Rosa, está concluindo o curso da Filosofia, em Passo Fundo.

É imprescindível destacar o trabalho da secretária Marta Parenti. De segunda à sexta ela está aí, atendendo com carinho as pessoas e repassando informações, bem como apoiando as pastorais e fazendo a contabilidade geral da Paróquia.

Neste ano jubilar da Diocese, destacamos a rodada da cuia. Ela lembra o compromisso da partilha, que é passado à frente, de comunidade em comunidade!

Galvão

Paróquia de Galvão

Endereço:
Av. Sete de Setembro, s/n
Cep: 89838-000 | Galvão/SC

Contato:
Fone: (49) 3342-1131
E-mail: paroquiagalvao@yahoo.com

Padre (s):
Pe. Artur Cristovão Sehn - Pároco

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO MIGUEL ARCANJO - GALVÃO

As primeiras comunidades de Galvão foram: Alto Rio Martins, Jupiá, Saudadinha, Linha Padilha e Turíbio. No povoado de Galvão a comunidade católica somente começou em 1957, num galpão que pertenceu a Osório Sampaio e José Nilo Capelli. Situava-se onde atualmente está o prédio da prefeitura municipal.

Em 1958 foi construída uma capela rústica e em 1962, uma capela maior, onde está localizada atualmente a Igreja Paroquial. O padroeiro é São Miguel Arcanjo.

A comunidade de Galvão foi atendida pelos freis capuchinhos de São Lourenço do Oeste, na seguinte sequência: frei Valério, frei Otávio, frei Leopoldo, frei Dionísio, frei Justino, novamente frei Leopoldo, frei Francisco, frei Eugênio e frei Barnabé.

A partir de 1973, a comunidade passou a curato, continuando ligada a São Lourenço do Oeste. Aos 24 de abril de 1973, Frei Barnabé Tenani deixou Galvão, sendo substituído pelo padre secular Jerônimo Willibaldo Martini, que chegou aos 02 de abril de 1973, com a finalidade de organizar a futura Paróquia, por incumbência do bispo de Chapecó, Dom José Gomes.

Aos 29 de abril de 1973, Pe. Jerônimo Willibaldo Martini tomou posse da nova Paróquia, instalada aos 07.10.1973. Aos 28 de setembro de 1975 foi lançada a pedra fundamental da atual igreja. Pe. Jerônimo Willibaldo Martini permaneceu em Galvão até 18/06/1977 , quando voltou para sua diocese de origem (Cruz Alta).

A partir de então, ou melhor, de 28/08/1977 a direção da Paróquia São Miguel de Galvão passa novamente aos Freis Capuchinhos. Por ordem: Frei Miguel Rodakoski, Frei Francisco Salvagno, Frei Eugênio Nichele, frei Moacir Biscai, frei Mateus Benedito Ribeiro da Silva e Frei Eugênio, até 06/09/1992.

Em 10/10/1992, a paróquia passa novamente ao Clero Diocesano, com Pe. Caetano Garrafiel, que permaneceu até 2001. Seguiu-se a ele Pe. Jaime Bianchi, cuja posse foi aos 24/02/2001, permanecendo em Galvão até 30/01/2004).

Em 26/12/2003, a Paróquia passa mais uma vez aos Freis Capuchinhos. Frei Vitorino Prando substitui Padre Jaime Bianchi, tomando posse aos 04/03/2004. Trabalhou como pároco até o dia 31/12/2004. Foi substituído por Frei Nelson José Camello, no dia 12/03/2005, deixando Galvão aos 31/12/2007.

Seguiu-se a ele, como administrador paroquial, a partir de 19/02/2008, frei Nelson Martins dos Santos.

A partir de 14/02/2009, novamente os padres diocesanos assumem a paróquia com o Pe. Luiz Roberto Sandini.

A paróquia é formada por 22 comunidades, 11 do município de Galvão e 11 do município de Jupiá.

Guaraciaba

Paróquia de Guaraciaba

Endereço:
Rua do Comércio, 671 - Cx. P. 4
Cep: 89920-000
Guaraciaba/SC

Contato:
Fone: (49) 3645-0130
E-mail: paroquiagba@yahoo.com.br
Facebook: Paróquia Nossa Senhora de Fátima

Padre (s):
Pe. José Tarcízio Hentz - Pároco
 

Casas Religiosas Femininas

Irmãs da Divina Providência

Comunidade Santa Bárbara

Rua Nereu Ramos, 121 - Centro
CEP: 89920-000

Fone: (49) 3645-0288
E-mail: hildegartkarling@yahoo.com.br

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA - GUARACIABA:

Em 1945, famílias descendentes de alemães e italianos, vindas do Rio Grande do Sul, iniciaram a colonização das terras de Guaraciaba, localizada na região do extremo-oeste de Santa Catarina. As dificuldades para continuar em suas terras no Rio Grande do Sul despertaram a coragem e a esperança para a aventura da vinda para esta região, na época ainda coberta de matas.

A primeira família que veio a Guaraciaba foi de Giuseppe e Ana Palú. Junto às primeiras famílias, no começo de Guaraciaba, destaca-se a presença do Pe. Aurélio Canzi, que residia em São Miguel do Oeste. Além de líder espiritual, transmitindo esperança, fé e segurança às famílias pioneiras, ele foi líder político, tendo sido vereador em São Miguel do Oeste. Ele via na política a construção do bem comum e se considerava cidadão e eleitor como qualquer outra pessoa.

Em 1955, Guaraciaba passou a ser distrito de São Miguel do Oeste. Sua emancipação política ocorreu aos 20 de julho de 1961. A instalação oficial do município ocorreu em 1º. de outubro de 1961, data em que é comemorado o dia do Município.

A origem do nome de Guaraciaba se deu na celebração da primeira missa, aos dois de setembro de 1945. A celebração aconteceu num lugar improvisado, à sombra de algumas árvores, entre as quais um grande angico, que hoje é a árvore símbolo de Guaraciaba. Pe. Aurélio, ao observar os raios de luz que penetravam entre os galhos e as folhas, buscou o significado de “Raio de luz” na língua tupi-guarani e encontrou a palavra “Guaraciaba”. Assim, o novo lugar começou a ser denominado de Guaraciaba.

A criação e instalação da Paróquia aconteceu dia 19 de março de 1962. Sua Padroeira é Nossa Senhora de Fátima.

Os párocos que trabalharam na paróquia foram:

- Pe. Bernardo Gemin, designado como pároco provisório.

- Em 1963 chega Pe. Alfredo Kasper, o pároco-destaque desta Paróquia; ele celebrou aqui suas bodas de prata e de ouro sacerdotais e aqui permaneceu até sua morte, acontecida aos 30 de janeiro de 1993. Pe. Alfredo foi enterrado no cemitério de Guaraciaba.

- Pe. Egídio Balbinot, de 1985 a 1993.

- Em 1993 assumiu como pároco o Pe. Pedro Baldissera, que se licenciou em julho de 1996, para concorrer ao cargo de prefeito municipal, exercendo a partir de 1997 até hoje, dois mandatos de prefeito e dois mandatos de deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores.

- Em agosto de 1997 assumiu como pároco de Guaraciaba o Pe. Anselmo Camilo Spies.

Demais padres que aqui trabalharam:

- Pe. Ignácio Paulo Kolling, como vigário paroquial, de 1982 a 1984.

- Pe. Roque Hanauer, de 1992 a 1994.

- Pe. Sílvio Rockembach, de julho de 1996 a julho de 1997.

- Pe. Alfredo Engel, no ano de 2007.

A paróquia compreende 32 comunidades, sendo 30 do interior, mais a comunidade do Centro e o Bairro Santa Terezinha.

Guarujá do Sul

Paróquia de Guarujá do Sul

Endereço:
Rua Maranhão, 200 - Cx. P. 11
Cep: 89940-000
Guarujá do Sul/SC

Contato:

Fone/fax: (49) 3642-0113
E-mail: paroquiagdosul@hotmail.com

Irmãs:
Vitalina Stein, CIFSJ - Coordenadora Paroquial de Pastoral
Walburga Back, CIFSJ 

Casas Religiosas Femininas

Irmãs Franciscanas de São José

Fraternidade Santíssima Trindade

Rua Maranhão, 200
Cx. Postal 11 - CEP: 89940-000

Fone: (49) 3642-0113

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS - GUARUJÁ DO SUL:

Guarujá do Sul situa-se no extremo-oeste de SC, a 25 Km da Argentina. Já foi denominada “Sédia Nova”, Vila Nova e hoje Guarujá do Sul, nome que, na origem indígena, quer dizer viveiro de guarú (tipo de peixe). Antes do ano 1950, os moradores de Guarujá do Sul não tinham assistência religiosa. Com a vinda dos colonizadores, quase todos católicos de descendência alemã e italiana, foi iniciada a comunidade de fé, que pertencia à Paróquia de Dionísio Cerqueira. A primeira missa foi rezada por Pe. Ulrico Stoelfan, em l954, na casa do Sr. Willi Tim. Depois, as celebrações aconteciam na oficina dos irmãos Straub. A primeira capela era atendida pelos padres Júlio, Ulrico, João, Teodoro Freis, Francisco Poppe e Pe. Balduíno Schneider. Aos domingos o terço e os cultos eram presididos pelos professores Balduíno Heck e Aloísio Birch.

Muitos pedidos foram dirigidos aos bispos Dom Wilson Laus Schmidt e depois a Dom José Gomes para que Guarujá tivesse um padre. Foram atendidos a partir de 19 de abril de 1972, quando a comunidade passou a ser curato.

A escolha do Sagrado Coração de Jesus como padroeiro é homenagem à Congregação dos Padres Missionários do Sagrado Coração de Jesus, que trabalhavam na região e organizaram a futura paróquia de Guarujá do Sul.

Em 1971 chegou Pe. Emílio Lippel, que permaneceu até o Pe. Francisco Poppe assumir a paróquia. Este trabalhou de 1973 até 1980. Em maio de 1977 foi organizada a primeira Romaria do Caravágio, que se repete todos os anos na comunidade do mesmo nome.

Em 1980 assumiu o Padre Nicolau Balduino Schneider, tendo como uma das suas metas construir uma nova igreja. Teve como auxiliar o Padre Constante Pierezan. A nova igreja foi inaugurada em 1982, com festa e missa celebrada por Dom José Gomes, animada pelos corais de Guarujá do Sul e a participação de aproximadamente três mil pessoas da região.

De 1983 a 1990 foi pároco o Padre José Avelino Zanella. Além de pároco, exerceu também atividades de terapeuta naturalista e psicólogo.

Neste período foram anexadas à paróquia várias capelas de outros municípios: três de Dionísio Cerqueira e nove de São José do Cedro. Foi criada a Pastoral da Saúde, com representantes de cada comunidade. Foram incentivadas as lutas sociais e atividades em defesa da vida e dos direitos humanos.

Destaca-se o apoio aos assentamentos que aconteceram na Paróquia, região do município de São José do Cedro. Também houve avanço na questão de formação de novas lideranças e a organização de pastorais como a da Juventude, a CPT, e o apoio ao Sindicato de Trabalhadores Rurais no município. Foi um tempo marcado pelo surgimento de inúmeras lideranças.

No ano de l990, a Câmara Municipal de Vereadores outorgou o titulo de “Cidadão Benemérito de Guarujá do Sul” aos Padres Balduíno Schneider e Francisco Poppe. De 1990 até 2000 foi pároco o Pe. Irineu Sehnem.

A partir de 2000, a pedido de Dom Manoel, assumiram a Paróquia as Irmãs Franciscanas de São José. A coordenação paroquial foi de Irmã Teresinha Maria Schlindwein, com o apoio das Irmãs Micaeli Peixe e Bertilda Hillesheim. A paróquia se reorganizou administrativamente. Tem marcado presença nas mobilizações em favor da vida e apoiado os movimentos populares. Anualmente, realiza avaliação das atividades, planejamento pastoral e orçamentário.

Em 2002, após formação de mais de 250 missionários, aconteceram as Missões Populares, marcadas por grande motivação e surgimento de lideranças para os serviços pastorais.

Em outubro de 2004, aconteceu o primeiro Encontrão Paroquial da Juventude, pastoral que conta atualmente com 14 grupos organizados nas comunidades. A catequese foi reestruturada com nova metodologia. Em 2005, foi implantado o Catecumento Crismal.

Nos últimos anos, a formação passou a ser a principal prioridade nas ações da equipe paroquial. São pastorais organizadas na paróquia: Juventude, Catequese, Liturgia, Pastorais Sociais, Grupos de Reflexão. Estão sendo incentivadas a Pastoral Familiar e a Infância Missionária.

A paróquia, criada em 20/08/72, conta com 24 comunidades organizadas e mais dois núcleos na sede, onde são realizadas celebrações. Todas as comunidades possuem Conselho de Pastoral e lideranças que se dedicam aos mais diversos ministérios.

Os padres da Região Pastoral de São Miguel do Oeste e outros, oportunamente, dão cobertura ao trabalho das Irmãs para as celebrações eucarísticas, bem como, para as celebrações dos demais Sacramentos.

Em fevereiro de 2012 assumiu a coordenação Paroquial Ir Vitalina Stein. A Paróquia continua com vinte e quatro comunidades e nove núcleos, em destaque a catequese que acontece nos núcleos, em pequenos grupos. A atenção especial se dá para a unidade paroquial entre comunidades, pastorais, serviços e movimentos. Há cinco anos que a paróquia realiza a “Festa da Unidade” com a finalidade de fortalecer a unidade entre todos.

Iporã do Oeste

Paróquia de Iporã do Oeste

Endereço:
Rua do Engenho, s/n - Cx. P. 17
Cep: 89899-000
Iporã do Oeste/SC

Contato:

Fone: (49) 3634-1135
E-mail: paroquia_nsdasmerces@yahoo.com.br
Facebook: Paróquia de Iporã do Oeste

Padre(s):
Osni de Souza- Pároco

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS MERCÊS - IPORÃ DO OESTE:

As primeiras famílias de colonizadores chegaram a esta região nos anos de l925 e l926. Em sua maioria, eram descendentes de alemães e italianos, vindos do RS.

A Sociedade União Popular (“Volksverein”) colonizou e vendeu parte das terras hoje pertencentes ao município de Iporã do Oeste. Segundo depoimentos, o projeto da colonizadora era discriminatório e excludente. A etnia e a religião eram os dois critérios para definir a localização geográfica das famílias imigrantes. As famílias católicas e de origem alemã podiam se estabelecer em Itapiranga. As demais eram encaminhadas para outras regiões, como Mondaí, Palmitos e Iporã do Oeste. Na colonização de Iporã do Oeste, porém, entre as famílias de colonizadores, havia evangélicos e católicos; e diga-se a bem da verdade, eles se entendiam muito bem. Portanto, pode afirmar-se que Iporã do Oeste surgiu sob o signo do ecumenismo.

Três fatores atraíram os primeiros imigrantes para a região: a fertilidade das terras, os enormes pinheirais e a quantidade e qualidade da água, razão dos nomes dados a este lugar: Pinhal, Iporã e Iporã do Oeste. Em tupi guarani, “Iporã” significa “rio bonito”.

Em 20 de abril de l980, realizou-se o sonho da comunidade alimentado por mais de 20 anos: foi instalada a nova Paróquia e nomeado como primeiro pároco o padre Luiz Heinen. Com sua saída, no final de 1987, a paróquia foi confiada aos padres do Sagrado Coração: Pe. Arcelo Rockenbach, Pe. Pedro Mathias Engel, e Pe. Ilmo Dick. Em 1994 os padres jesuítas, que por sinal tinham sido os primeiros a realizar aqui o atendimento religioso, assumiram a coordenação da paróquia, através de Pe. Erno Luetkemeier (SJ) que atuou durante quase dez anos (1994 até inicio de 2004). A partir de 2005, assumiram os trabalhos os padres diocesanos. Atualmente ela está confiada aos padres Alcido Kunzler (pároco) e Lothário Thiel (vigário paroquial).

A paróquia é formada por 21 comunidades e tem como padroeira Nossa Senhora das Mercês.

Desde sua criação, a paróquia apoiou a caminhada da Igreja Diocesana. Logo iniciou um trabalho de formação de lideranças, apoiou e acompanhou as organizações e movimentos sociais, como: o sindicato dos trabalhadores rurais, a luta contra as barragens, a luta dos trabalhadores sem terra. Foram alvo de preocupação pastoral: a liturgia, a catequese renovada e a animação dos grupos de reflexão.

Hoje a Paróquia mantém e dá muita importância às seguintes organizações: os Conselhos de Pastoral nas comunidades e o Conselho de Pastoral Paroquial, bem como os principais serviços de pastoral que são coordenados e animados por centenas de lideranças. Existe um grande esforço na animação e formação dos ministérios leigos, porque estão na linha de frente na animação das comunidades.

Em 1976, a convite da direção do Hospital Nossa Senhora das Mercês, um grupo de Irmãs Franciscanas da Penitência veio estabelecer-se em Iporã do Oeste, para trabalhar nos serviços de enfermagem. Posteriormente, engajaram-se na pastoral, especialmente na catequese. Deixaram a paróquia em 1989.

Além da Igreja católica, que é predominante, há outras denominações: a Igreja Luterana (IELB), a Igreja Evangélica (IECLB), a Igreja do Evangelho Quadrangular e a Assembléia de Deus.

A Paróquia tem uma perspectiva de crescimento em todos os sentidos. O potencial de fé e de prática religiosa das famílias aponta claramente nesta direção. É visível a existência de vocações religiosas nas famílias. Isto é certamente uma bênção para a Paróquia de Iporã do Oeste. No final de 2008, Frei Cláudio Sturm, ofm cap, que veio morar com a família quando tinha 4 anos, foi nomeado bispo de Patos de Minas/MG.

Ipumirim

Paróquia de Ipumirim

Endereço:
Rua Bento Gonçalves, 28 - Cx. P. 23
Cep: 89790-000
Ipumirim/SC

Contatos:
Fone: (49) 3438-1101 | (49) 3438-1671
E-mail: paroquiasagradafamiliaipumirim@hotmail.com
Facebook: Paróquia Sagrada Família - Ipumirim, SC

Padre(s):
Airton Pedro Maltauro- Pároco

História

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HISTÓRIA DA PARÓQUIA SAGRADA FAMÍLIA - IPUMIRIM

Existem vários documentos contando a história da paróquia, como o “livro tombo”, livros de crônicas e livros de ata. Na região da Paróquia viviam índios e caboclos. Um exemplo é a comunidade de Bom Jesus, onde viviam muitos deles e hoje está praticamente despovoada.

Veio a colonização. O primeiro morador, em 1930, foi o Sr. José Bogoni, vindo da cidade de Antonio Prado, RS. Ele comprou as terras da empresa Sociedade Eberle Ahrons & Cia. Vieram depois outras famílias: as de Angelo Alvier, Angelo Magnabos, Vitório Fontana, Antônio Bonissoni e Carlos Bonissoni. Vieram de carroça, cavalo e cargueiro. Suas casas eram feitas de tábuas lascadas e cobertas de tabuinhas. Divertiam-se cantando, dançando, fazendo noitadas de serão, tomando vinho e chimarrão. Os bailes eram realizados em paióis ou em salas; jogavam farinha de milho e semente de vassoura para melhorar a pista de dança. Compravam o que era necessário em Concórdia e demoravam até três dias para voltarem às suas casas, por causa da distância.

O primeiro nome dado ao lugar foi Harmonia, depois passou a ser chamado de Rio Branco, mais tarde de Rio do Engano e por fim “Ipumirim”. Este nome vem da língua tupi-guarani: Ipu = vale, fonte; e mirim = pequeno (Vale Pequeno ou Fonte Pequena).

As rezas eram feitas embaixo de árvores. A primeira missa foi rezada por frei Justino Guirardi, no dia da Sagrada Família, aos 11 de janeiro de 1931, num barracão do Sr. José Bogoni. Daí a escolha da Sagrada Família como padroeira da Paróquia.

O primeiro bispo a visitar a localidade foi Dom Daniel Hostin, de Lages. Nesta ocasião ele crismou cerca de 400 pessoas.

Destacamos alguns padres que aqui atuaram antes da fundação da Paróquia: Frei Justino, Frei Aquiles, Frei Jordão, Frei Valentin, Pe. Teodoro, Frei Filóteo, Frei Elvico, Pe. Henrique, Frei Godofredo e outros.

A paróquia foi instalada aos 19 de junho de 1949 pelo Bispo Dom Daniel Hostin, Bispo da diocese de Lages. O primeiro pároco nomeado foi o Pe. Amélio Caovila, que ficou no cargo por 23 anos. Os párocos seguintes foram Pe. Geli Grisa, Pe. Florindo Canton e novamente Pe. Geli.

Padres filhos de nossa paróquia, aqui ordenados: Pe. Olívio Bedin, ordenado em Curitiba dia 07/12/67; Pe. Geli Griza, dia 11/01/69 (o primeiro padre a ser ordenado por Dom José Gomes em nossa diocese); Pe. Nelson Ângelo Líbano, dia 03/02/80; Pe. Valter José Fiorentin, dia 24/07/83; Frei Luiz Colossi, dia 02/02/92; Pe. Odanir Bonissoni, dia 12/12/93 e Pe. Adir Rodrigues, dia 29/01/05.

Duas congregações de irmãs religiosas trabalharam em nossa Paróquia: as Irmãs Franciscanas de Dillingen e as Irmãs do Instituto Beatíssima Virgem Maria. Ambas saíram da Paróquia para regiões de Missão.

Agentes liberados: Diva Pramio, Neoli Camini, Rosane Camilo, Elói Colossi e Rudimar Fossa.

Pastorais existentes: litúrgica, catequese, familiar, juventude, dízimo, da visitação, batismo, das capelinhas de Nossa Senhora e grupos de famílias. A Pastoral da Saúde deixou de existir porque surgiram as agentes comunitárias de saúde.

Pela paróquia passaram aproximadamente 2.500 lideranças.

Queremos registrar aqui dois fatos interessante ligados à figura do Pe. Amélio Caovilla:

- Primeiro, a candidatura do Pe. Amélio a prefeito de Concórdia, pelo partido da oposição. Segundo consta, Pe. Amélio só não foi eleito por fatores “extra campo”.

- Segundo: certo dia desses chamaram o Pe. Amélio para buscar uma mulher gestante que estava em trabalho de parto e não conseguia dar à luz. No caminho para a cidade ela deu à luz a uma menina, com a ajuda do pároco que realizou o parto dentro do jipe...

Merece destaque também a devoção à Nossa Senhora da Salette, que iniciou em 1956 e teve maior ênfase a partir do ano de 1974. Até hoje, sua festa reúne a maior concentração de povo da paróquia.

Itá

Paróquia de Itá

Endereço:
Av. Tancredo Neves, s/n | Quadra 35, Lote 1 | Cx. P. 19
Cep: 89760-000 | Itá/SC

Contato:
Fone: (49) 3458-1101
E-mail: paroquiaita@vupt.com.br

Padre(s):
Anselmo Spies- Pároco

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HISTÓRIA DA PARÓQUIA DE SÃO PEDRO APÓSTOLO - ITÁ:

A colonização de Itá iniciou no ano de 1919, com aproximadamente 15 famílias de italianos, alemães e caboclos. O significado do nome Itá, na linguagem Tupy Guarani, é pedra.

No início, os moradores da vila reuniam-se nas casas para a reza do terço. A primeira capela, que serviu de igreja e escola, foi inaugurada dia 29/06/1921, dia de São Pedro Apóstolo, santo escolhido por isso como padroeiro. Nesta época a comunidade pertencia à Paróquia de Concórdia e à Diocese de Lages. Era atendida pelos padres franciscanos.

Itá recebeu a primeira visita pastoral de Dom Daniel Hostin, Bispo de Lages, no ano de 1931. A segunda aconteceu de 13 a 15 de setembro de 1936, quando o mesmo bispo deu a notícia de que a comunidade em breve seria elevada à “Paróquia”.

Em 28 de março de l939, foi criada a paróquia de São Pedro Apóstolo.

A construção do Hospital Comunitário São Pedro de Itá, teve a bênção da pedra fundamental realizada por Dom Daniel Hostin, no dia 02/02/42. O prédio foi construído por 170 sócios da comunidade.

No ano de 1949, chegaram as Irmãs, com a finalidade de atender a serviços hospitalares e a educação de crianças, mais tarde ajudando também nas pastorais. No dia 27 de dezembro de l990, depois de muitos anos de trabalho e dedicação, as Irmãs deixaram a Paróquia.

Em abril de 1973, iniciou-se a construção de um seminário dos Padres Doutrinários, a quem foi confiada a paróquia. Já no ano seguinte chegaram os primeiros aspirantes. A obra foi concluída em l979. Mas, já em 1986, o Seminário foi fechado. Em 1987, foi realizado o Primeiro Encontro de Seminaristas, com a presença dos candidatos de Itá, Ponta Grossa e São Paulo.

Entre os anos 1978 e 1979 surgiu grande preocupação em toda a região do Alto Uruguai, entre os Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul: a iminência da construção de 25 barragens, trazendo à região muitos problemas ambientais, sociais e culturais. Nessa época, algumas entidades, tais como Sindicato dos Trabalhadores Rurais, a Faculdade de Erechim RS, a CRAB (hoje MAB) e, principalmente, a Igreja Católica, através da CPT, alertaram a população para iniciar um movimento de resistência, para garantir os seus direitos.

Nem por isso impediu-se a conclusão da hidrelétrica de Itá, prevista para junho de 1999. No dia 17 de março de 1985, realizou-se a Romaria contra as barragens na bacia do rio Uruguai. Participaram mais de dez mil pessoas, de toda a região. No final da Romaria fincou-se uma cruz em frente à Igreja Matriz de São Pedro Apóstolo, como sinal de vida e ressurreição para o povo atingido.

A celebração do jubileu de ouro da paróquia aconteceu no dia 07/12/86, presidida pelo Bispo Dom José Gomes.

A remoção da Pedra Fundamental da Igreja da cidade velha se deu no dia 13/09/94. A inauguração da nova igreja matriz (na cidade nova) aconteceu no dia 11/12/1994, na presença de Dom José Gomes e padres convidados. A missa de despedida da cidade velha nas TORRES DA IGREJA MATRIZ foi celebrada dia 02 de abril de 2.000, pelo Bispo Dom Manoel João Francisco, juntamente com o Padre Airton Pedro Maltauro e membros da comunidade itaense.

Hoje a Paróquia é formada por 23 comunidades, sendo que duas delas pertencem ao município de Seara, oito pertencem ao município de Paial e 13 comunidades ao município de Itá. Está organizada com o CPP (Conselho de Pastoral Paroquial), os Conselhos de Pastoral das comunidades e com as seguintes pastorais: Capelinhas de Nossa Senhora, Grupos de Reflexão, Pastoral da Juventude, Pastoral Social, Pastoral da Liturgia e Cantos e Apostolado da Oração, que ajudam a Paróquia em sua organização como Igreja. Muitas são as lideranças leigas que trabalham na Paróquia, das quais queremos destacar os/as ministros/as e as Catequistas.

A Paróquia também conta com a entreajuda dos Padres da Região Pastoral, nas visitas às comunidades e na formação de lideranças comunitárias. Um evento muito marcante do trabalho como Região Pastoral é o Encontrão de Catequistas e lideranças que acontece todos os anos. Os trabalhos administrativos e pastorais da paróquia seguem orientações diocesanas, da CNBB Regional Sul IV, com a finalidade de evangelizar o povo na sua diversidade, promovendo a vivência da fé cristã, respeitando e cultivando o direito à igualdade, à fraternidade, e preservando a vida.

Itapiranga

Paróquia de Itapiranga

Endereço:
Rua São Bonifácio, 185 - Cx. P. 11
Cep: 89896-000
Itapiranga/SC

Contato:
Fone: (49) 3677-0006
E-mail: secretariaspc@yahoo.com.br  secretariaspcanisio@hotmail.com
Facebook: Paróquia de Itrapiranga

Padre(s): 
Luiz Neis, SJ - Pároco
Dionísio Körbes, SJ -Vigário Paroquial
Hugo Inácio Bersch, SJ- Vigário Paroquial

Casas Religiosas Masculinas

Irmãos da Sagrada Família

Escola Vocacional Sagrada Família

Rua Santo Antônio, 81 - Cx. P. 19 - CEP: 89896-000

Fone: (49) 3677-0053 |
E-mail: tavorin@brturbo.com.br

Padres Jesuítas

Colégio Agrícola IAESC

Sede Capela - Cx. P. 17
CEP: 89896-000

Fone: (49) 3678-2063 (Colégio)
(49) 3678-2020 (Residência)
 

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HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO PEDRO CANÍSIO - ITAPIRANGA:

A colonização de Porto Novo, hoje Itapiranga, ocorreu no ano de 1920, por colonizadores de origem alemã, católicos, na sua maioria vindos do Rio Grande do Sul e alguns diretamente da Alemanha.

No ano de l928, Porto Novo teve seu nome alterado para Itapiranga, palavra indígena que significa “pedra vermelha”. Em l932, tornou-se distrito do município de Chapecó. Até então pertencia ao distrito de Porto Feliz, hoje município de Mondaí.

O padroeiro da paróquia, São Pedro Canísio, foi escolhido por ser um grande apóstolo da Alemanha, junto com São Bonifácio. E, na época da colonização destas terras, sua canonização era recente, merecendo especial devoção por parte da população.

A paróquia de São Pedro Canísio foi a primeira paróquia da região da atual Diocese de Chapecó, criada antes da Prelazia de Palmas. No dia 9 de dezembro de l926, foi criado o curato de Porto Novo, como era chamada a localidade na época, pelo bispo de Florianópolis, Dom Joaquim Domingues de Oliveira.

Os três primeiros padres responsáveis pelo curato foram: Pe. Henrique Ofenhitzer, MSF; Pe. Pedro Verhaelen, MSF; e Pe. Miguel Naue, MSF.

No dia 11 de abril de l931, o Pe. Theodoro Treis, assumiu a paróquia como primeiro vigário jesuíta, seguindo-se, até os dias atuais, os demais párocos, todos jesuítas, a saber: Pe. Francisco Xavier Riederer, Pe. Theodoro Treis, Pe. Felippe A. Kroetz, Pe. José Ely, Pe. Beno Beuren, Pe. Felippe A. Kroetz, Pe. Albino Schwade, Pe. Inácio Biesdorf, Pe. Benno Leopoldo Petry, Pe. Otmar Jacob Schwengber, Pe. Benno Brod, Pe. José Vollmer e Pe. Dionísio Körbes que é o atual pároco. Além destes, vários outros padres vigários paroquiais, prestaram serviços em nossa paróquia.

Desde o início da colonização os padres jesuítas acompanharam os migrantes, dando-lhes assistência espiritual e assessoria no desenvolvimento da colonização.

As Irmãs da Divina Providência também deixaram marcas fortes na região. Chegaram no ano de l930, assumindo a educação escolar e a formação dos jovens. Fundaram a escola Frei Rogério, depois Colégio São Vicente. Com o passar do tempo assumiram também o serviço da saúde, com a construção do Hospital e Maternidade Sagrada Família, hoje administrado por uma sociedade privada, com a denominação Sociedade Hospitalar Itapiranga Ltda.

As comunidades cultivaram assiduamente as vocações. Desta forma, brotaram do seio das famílias cerca de 140 vocações específicas entre presbíteros, religiosos e religiosas de diversas congregações.

No final da década de 40, foi criado o Pré-Seminário São Pedro Canísio, em Sede Capela. Nos anos 60, com a ajuda da comunidade e verbas vindas da Alemanha, foi construído o prédio novo com função simultânea de Colégio Agrícola e Seminário.

Os Irmãos da Sagrada Família chegaram a Itapiranga em 1966, estabeleceram aqui sua casa de formação e se dedicaram ao serviço da educação escolar na comunidade, participando da ação evangelizadora na paróquia.

A paróquia possui hoje vinte e nove comunidades organizadas. Atualmente, funcionam as seguintes pastorais: Catequese; Liturgia; da Criança; dos Coroinhas; do Dízimo; da Saúde; Vocacional; Carcerária; da Família; Social; da Juventude; Grupos de Reflexão. Também atuam os Ministérios Extraordinários da Comunhão, da Palavra, do Batismo e do Matrimônio, bem como a Associação do Apostolado da Oração. As coordenações se reúnem mensalmente para planejar e discutir as atividades relacionadas a cada pastoral. Buscam uma formação contínua e também acompanham estas pastorais nas comunidades da paróquia, com encontros de formação e visitas às famílias, aos presos e às pessoas enfermas.

A Pastoral da Terra de certa forma deu origem, na paróquia, aos movimentos sociais, especialmente o MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) e o MMC (Movimento das Mulheres Camponesas), fortalecendo também o Sindicato dos Trabalhadores Rurais. Toda a ação pastoral e a vida celebrativa da paróquia é planejada e liderada pelo Conselho Paroquial de Pastoral (CPP).

A Igreja Católica em Itapiranga sempre teve forte inserção na vida da comunidade: participou na instalação da Rádio Itapiranga; influenciou a cultura cooperativista, trazida pelos pioneiros e incentivada pelos jesuítas; esteve à frente de educandários e hospitais.

Agradecemos às comunidades por esse precioso trabalho. E fazemos votos que as gerações atuais e vindouras possam valorizar a história até aqui desenvolvida para construir um futuro sempre melhor a favor das pessoas, famílias e comunidades.

Maravilha

Endereço:
Av. Sul Brasil, 180 | Cep: 89874-000
Maravilha/SC

Contato:
Fone: (49) 3664-0017
E-mail: paroquiasjo@mhnet.com.br
Facebook: Paróquia São José Operário, Maravilha, SC

Padre(s):

Pedro Almeida da Silva, MSF- Pároco
Hilário Dewes, MSF- Vigário Paroquial

Casas Religiosas Femininas

Irmãs de Nossa Senhora

Comunidade Nossa Senhora da Salete

Rua XV de Novembro, 190 - Cx. P. 04
CEP: 89874-000

Fone: (49) 3664-0142
E-mail: notredame@mhnet.com.br

 

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HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO JOSÉ OPERÁRIO - MARAVILHA:

Os primeiros religiosos que se estabeleceram em Maravilha, a partir de 1952, foram os padres Antônio Hammelstein, Afonso Winkel, Antônio Minikowski, Germano Brehl, Pedro Elsen e Luiz Muhl; em 1954, além dos seminaristas, vieram também cinco neo-professos: Hugo Schnorr, Gastão Liesenfeld, Leopoldo Santinon, Wilson Dante Bonotto Zanin, Albano de Wallau; e Geraldo Gatelli, no ofício de promotor vocacional.

O ponto de partida para a Paróquia São José Operário foi a criação do Pré-Seminário Nossa Senhora de Fátima, da Congregação dos Missionários da Sagrada Família, na Província Sul-Brasileira, que aconteceu em 25/11/1953. A festa de inauguração deu-se no domingo 28/02/1954, sendo que a animação deste evento coube à banda dos fratres que veio de Passo Fundo. Na véspera, chegaram os primeiros 22 seminaristas, matriculados no curso primário, com a idade entre 10 e 12 anos. Vinham de diversos municípios do Oeste catarinense e do Alto Uruguai sul-rio-grandense, tendo como professores os padres que ali trabalhavam e um grupo de irmãs da Congregação de Notre Dame.

Para construção desse seminário a companhia colonizadora (Companhia Territorial Sul Brasil) ofereceu 48 hectares de terra à Congregação dos Missionários da Sagrada Família.

Estão sepultados num bosque, junto ao seminário, os padres Pedro Elsen, Antônio Minikowski, Fernando Nagel, Henrique Buse, Ernesto Greiner, Avelino Heck, o seminarista Álvaro Motter Menin e a cozinheira (e enfermeira) Hilda Griebler.

A Paróquia de Maravilha foi criada por D. Wilson Laus Schmidt em 13/06/1965, dia em que se comemora a festa de Santo Antônio de Pádua, padroeiro da Diocese de Chapecó. A instalação oficial, com a posse do primeiro pároco, Padre José Bunse MSF, aconteceu uma semana depois. Foi nomeado como auxiliar o reitor do Seminário Nossa Senhora de Fátima, padre João Batista Fleck.

Como padroeiro foi escolhido São José Operário, embora, antes da oficialização da paróquia, tenha sido venerado Santo Antonio de Pádua.

A construção da igreja matriz teve início, com o lançamento da pedra fundamental, no dia 01/09/1968. A inauguração, com a benção dada pelo bispo D. José Gomes, aconteceu no dia 04/10/1970.

O projeto para a igreja matriz é da autoria do engenheiro Hans Schäfer, natural de Colônia (Alemanha), formado na terra natal, mas com residência em São Carlos (SC). A construção obedeceu a uma arquitetura moderna e tornou-se uma das identificações da cidade de Maravilha, um cartão postal. Esse maravilhoso templo, em seu interior, guarda uma réplica da Arca da Aliança, o mais sagrado símbolo do Antigo Testamento, como sacrário. O projeto é do professor Francisco Gialdi, além da réplica desta igreja feita com 4.440 palitos por Nauri Ferreira da Silva. Com uma porta voltada para a Praça Padre José Bunse, permanentemente aberta, foi idealizado pelo pároco, padre Marcos Bruxel, um oratório também dedicado a São José Operário, inaugurado no último dia do ano de 2000.

Os nomes dos Párocos e padres que trabalharam na paróquia são: José Bunse, João Batista Fleck, Paulo Winter, Cláudio Haas, Vilson Zanin, Reinoldo Stein, João Lino Backes, Aloísio Lunkes, Victor José Brand, Hugo Schnor, Jovino Filipin, Eugênio Feix, Nicolau Gouverneuer, Léo Finkler, Celso Sehn, Geraldo Gatelli, Alcino Maldaner, Ledorino Baraldi, Armando Henn, Roque Aloísio Hippler, Rodolpho Ceolin, Roque João Bieger, Arno Durian, João Seben, Gentil Uberti, Sérgio Luiz Aosani, Irineu Paetzold, Marcos Bruxel, Moisés Furmann, Jacinto Aloísio Birck e Olmaro Paulo Mass.

Nesses 43 anos de paróquia, aconteceram três ordenações sacerdotais: de Frei Silvestre Gialdi, em 21/12/1974; de Jovir Alceu Zanuzzo (Flor do Sertão), em 07/02/2004; e de Ediney Birck, em 19/07/2008.

A Paróquia São José Operário tem sede na cidade de Maravilha, com mais 40 comunidades instaladas no interior (municípios de Maravilha, São Miguel da Boa Vista, Flor do Sertão, Tigrinhos, Bom Jesus do Oeste e Iraceminha).

Pastorais organizadas: catequese; liturgia; animação vocacional e missionária; apostolado da oração; capelinhas de Nossa Senhora; juventude; dízimo; saúde; do batismo e familiar (além de vários outros serviços, como os Conselhos de Pastoral; comissão administrativa, econômica e pastoral; movimentos e associações; movimentos sociais; renovação carismática católica; e serviços gerais). Um destaque especial para as lideranças dos/as ministros/as e catequistas.

A paróquia São José Operário de Maravilha foi sede da XIV Romaria Estadual da Terra, realizada no dia 12 de setembro de l999, com a participação de mais de 37 mil pessoas.

Modelo

Endereço:
Rua Querência, 143 | Cep: 89871-000
Modelo/SC

Contato:
Fone: (49) 3365-3185/ 98878-0488
E-mail: paroquiajoaobosco@mhnet.com.br

Padre(s): 
Luciano Paulo Henkes Gattermann - Pároco

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HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO JOÃO BOSCO - MODELO:

A Paróquia São João Bosco é constituída por quatro municípios: Bom Jesus do Oeste, Modelo, Serra Alta e Sul Brasil. Região fortemente marcada pelo êxodo rural. Aos poucos vão diminuindo os pequenos agricultores e vai surgindo o latifúndio.

Até a criação da paróquia, em l972, a região pertencia à paróquia de São Carlos e Saudades, Era atendida pelos padres Missionários da Sagrada Família.

A história das comunidades católicas tem seu início na década de quarenta do século passado. Nos primórdios da história, podemos constatar que esta região era habitada por caboclos e a comunidade indígena Kaigang. Com a chegada dos imigrantes, alemães e italianos, teve início um novo tempo da história regional, tempo de desbravamento, desenvolvimento da agricultura, presença institucional da Igreja. No início da história era bem presente o cultivo da religiosidade popular, com os rezadores e benzedeiras que de um jeito simples e comprometido faziam a experiência da Igreja nas casas. Na grande maioria, as comunidades começaram com celebrações à sombra das árvores, nas casas de famílias, depois num pequeno salão ou escolinhas. Num segundo momento, construíram uma igreja e também um espaço maior de lazer; e hoje quase todas já estão na terceira construção, com um espaço celebrativo próprio e um salão maior para convivência e celebrações festivas. A primeira missa foi celebrada em maio de 1949, presidida por Pe. José Bunzen.

Nos anos 50 foram criadas as primeiras comunidades. A primeira foi formada na Vila Modelo. Nesse tempo a paróquia recebeu a visita pastoral de Dom Carlos Eduardo de Sabóia Bandeira de Melo, da prelazia de Palmas, PR.

A paróquia de Modelo tem como padroeiro São João Bosco e foi instalada em 21 de maio de 1972, por Dom José Gomes, Bispo da Diocese de Chapecó. Nesta data foi nomeado o primeiro pároco, Pe. Avelino Fortunato Garbin, do clero secular.

Vale salientar que no dia 27.01.1980 ocorreu na comunidade de Sul Brasil a ordenação sacerdotal do Pe. Egídio Balbinot.

Já na década de 80, auge do Movimento Pastoral Paroquial, houve urgência na resposta de organização das comunidades rurais. Começou com o curso de noivos e o curso de batismo. Depois foram organizados os grupos de jovens e a catequese.

Para levar a Eucaristia para as comunidades foi necessário formar os Ministros da Eucaristia, da Palavra e Matrimônio. No processo de formação de lideranças, contou-se com a valiosa colaboração de agentes de Pastoral da Diocese.

Em vinte e dois de fevereiro de 2003, a paróquia vislumbrou a aurora de um novo tempo com a presença de Dom Manoel João Francisco Bispo Diocesano, dando posse ao segundo pároco da Paróquia, o Pe. Pasqualino Toscan.

Atualmente, a paróquia está num processo de solidificação dos Conselhos de Pastoral, (comunitários e paroquial). A equipe paroquial de pastoral trabalha com as pastorais, no desejo de uma caminhada missionária a serviço da vida, buscando no dia-a-dia ser fiel ao processo histórico do povo, confrontando a prática com a desafiadora proposta do Evangelho.

Um fato importante que acompanha a história paroquial é a participação de lideranças que se preparam através do Curso Teológico-Pastoral para Leigos.

Marcantes foram as Missões Populares, espaço e tempo de reavivar a fé, de casa em casa, despertando o sentido de ser comunidade missionária, espaço onde celebramos a vida e a fé.

No dia 16 de fevereiro de 2006, a paróquia passou a contar com a presença da vida religiosa feminina, através da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, que foram residir em Serra Alta, com o compromisso de contribuir na ação evangelizadora da paróquia.

Mondaí

Paróquia de Mondaí

Endereço:
Rua Lajú, 31 - Cx. P. 8 | Cep: 89893-000
Mondaí/SC

Contato:
Fone: (49) 3674-0178
E-mail: catolicamd@hotmail.com
Facebook: Paróquia Católica de Mondaí

Padre(s):
Francisco Dias - Pároco
José Devasahayam Savoiur Pitchai - Vigário Paroquial 

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HISTÓRIA DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DOS NAVEGANTES - MONDAÍ:

Antes de ser criada a paróquia, a região de Mondaí era atendida pelos padres jesuítas, de Itapiranga, enquanto que a região de Riqueza era atendida pela Paróquia de Palmitos. Em l935, reuniram-se dezoito católicos, em Mondaí, com o objetivo de constituir uma diretoria e construir a primeira capela na barranca do Rio Uruguai. O sonho foi concretizado, mas precisavam de um padre. Depois de muitos pedidos ao bispo da prelazia de Palmas, foi nomeado, aos 24 de abril de 1952, o Padre Wilibaldo Grünwald, para organizar o Curato de Mondaí. A paróquia foi oficializada aos 02/03/1958 pelo Bispo de Palmas, Dom Carlos Eduardo de Sabóia Bandeira de Melo.

Nossa Senhora dos Navegantes, padroeira da paróquia, escolhida para ser a mãe protetora dos viajantes, está ligada à chegada dos imigrantes pelo rio e à devoção dos balseiros e madeireiros que exportavam madeira nas balsas para a Argentina, através do Rio Uruguai.

O primeiro pároco, padre Vendelino Seidel, permaneceu em Mondaí por 19 anos (de 1958 a 1977). Faleceu na Vila de Iporã, aos 28/08/1977, onde foi sepultado. Após sua morte, a paróquia ficou provisoriamente aos cuidados do Padre Jerônimo Zimmer. A construção da Igreja Matriz estava em andamento. Mesmo não estando totalmente acabada, foi inaugurada aos 14/10/1979.

No dia 06/02/1978, aconteceu a recepção festiva do neo-sacerdote Padre Antônio Hentz em Mondai.

Em 1980, foi criada a paróquia de Iporã, desmembrada de Mondaí. Aos 19/04/1980, o Vigário Geral da Diocese, Padre Santo Guerra, deu posse ao padre Antônio Hentz, como pároco de Mondaí e ao Padre Luiz Heinen como Pároco de Iporã.

Começaram então com maior intensidade os encontros com lideranças das comunidades para a organização das pastorais. A nova caminhada teve a proposta de uma Igreja libertadora. O trabalho pastoral com esta opção criou conflitos dentro das comunidades e na sociedade. Os temas trabalhados na formação das lideranças e nos grupos de reflexão objetivavam uma consciência crítica nas pessoas.

No final do ano de 1980, veio para Mondaí o Padre Alfredo Niedermeier que, por motivo de saúde, deixou a Paróquia em 1982.

A partir de 18 de dezembro de 1982, a pedido de D. José Gomes, a Paróquia de Mondai, passou a ser atendida pela Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus (Dehonianos)

O padre Belmiro Rauber, filho de Iporã do Oeste, chegou para dar continuidade aos trabalhos. Priorizou as vocações, a juventude, a Pastoral da Terra, da Saúde, a preparação de ministérios leigos e deu apoio aos movimentos sociais. Em 1981, chegaram as Irmãs Salvatorianas. Elas atuaram em diversas pastorais: saúde, catequese, curso de preparação de jovens para o matrimônio, visitas aos doentes. Deixaram a paróquia em 2006.

Até o final da década de 80, havia na paróquia mais de mil pessoas leigas engajadas nas diversas pastorais e movimentos sociais, sob a coordenação da Irmã Luiza e dos padres atuantes na Paróquia: José Rech, Arcelo Rockembach, Nivaldo, Maurílio Weber e, principalmente, o Pároco, Pe. Belmiro Rauber.

Esta década foi marcada por muitas lutas do povo mondaiense e da região. A Igreja apoiou as Romarias da Terra, através da CPT, os Movimentos Sociais e Sindicato dos Trabalhadores Rurais; participou do Dia do Colono comemorado com lutas e celebrações; incentivou o Movimento dos Atingidos por Barragens (apoiado pela CUT, Igrejas e Sindicatos combativos, que organizaram várias concentrações contra as vinte e cinco barragens projetadas ao longo da bacia do Rio Uruguai, reunindo até seis mil pessoas atingidas, arrancando os marcos colocados); ajudou o Movimento dos Sem Terra, nas suas lutas e organizações.

Muitas pessoas não entenderam esta nova visão de Igreja, presente nas lutas pela vida, surgindo daí muitos conflitos, difíceis de administrar.

Com a transferência do Padre Belmiro Rauber, chegou o Padre José Everaldo Germano da Silva, que tomou posse em 1992. Permaneceu por três anos, quando a Congregação SCJ entregou a Paróquia à Diocese. Por falta de padres, D. José enviou para Mondaí as Irmãs Evanir Brugalli e a Irmã Zélia Dal Ri, para coordenarem as atividades pastorais.

Somente em 1996 assumem a paróquia os padres Diocesanos: Pe.Ignácio Kolling (1996 a 2000); Pe. Alfredo Engel (2001 a 2003) e o padre Roque José Hanauer, atual pároco, a partir de 30/01/2004.

A formação atual dá ênfase à Liturgia, à Catequese (Catecumenato Crismal), à Juventude, aos ministros e aos Conselhos de Pastoral.

Registramos aqui as ordenações sacerdotais acontecidas na Paróquia N. S. dos Navegantes: Pe. Ademir Rubini, Pe. Jalmir Rigo, Pe. Frei Vanderlei Feil e Pe. Ilton José Goettems; bem como, as profissões religiosas de Ir. Marlene Terhorst, Ir. Celéria Gabriel, Ir. Sônia Agostini e Maristela Pavan.

Palma Sola

Paróquia de Palma Sola

Endereço:
Rua Francisco Zanotto, 411 | Cep: 89985-000
Palma Sola/SC

Contato:
Fone: (49) 3652-0111
paroquia_ps@hotmail.com

Padre(s):

Florindo Canton - Pároco

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HISTÓRIA DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS - PALMA SOLA:

Os primeiros registros sobre a história de Palma Sola se referem ao ano de 1871, quando o Imperador Dom Pedro II designou uma caravana, com a finalidade de verificar se ainda havia indícios da Guerra do Paraguai nesta região. O nome Palma Sola é derivado do nome de uma das três fazendas que existiam na região: “San Vicente de Palma Suela”. “Palma Suela” significa “Palmeira Solitária”. Segundo os correntinos, moradores na região, o termo estaria relacionado a uma palmeira solitária, localizada onde hoje fica a praça central da cidade.

As outras duas fazendas se chamavam: Tracutinga e Conceição. Nelas havia criação de gado, plantações e criações de porcos (soltos), araucária, grande diversidade de fauna e flora, rios, lagoas e banhados de “água boa”. Essas áreas foram posteriormente vendidas aos colonizadores, na década de 30. Os imigrantes adquiriam as colônias e, muitas vezes, não conseguiam identificar seus terrenos por serem demarcadas aleatoriamente.

Na região já viviam caboclos que tinham o seu modo de vivenciar a fé, o catolicismo popular. O Pe. Sapuritti, pároco de Palmas (que tinha uma fazenda na região), foi um dos primeiros a atender aqueles fiéis. Depois vieram os padres de Dionísio Cerqueira, São Carlos e Saudades. As comunidades lembram também a presença do Pe. Aurélio Cansi.

Na década de 50, na queimada de uma área para a construção de serraria, o fogo atingiu a casa de Adelino Crestani, da qual não restou quase nada. No dia seguinte, uma das filhas encontrou junto aos escombros uma imagem, que não havia sido destruída pelas chamas, o que foi considerado um milagre. Por esta razão Nossa Senhora das Graças foi escolhida como padroeira. Palma Sola pertencia, desde o início dos anos 60, à paróquia de Anchieta, atendida pelos Padres da Sagrada Família. Em l973, chegou o Pe. Aloísio Lunkes, MSF, com o objetivo de encaminhar a criação da paróquia, que se deu no dia 18/07/1978.

A maior leva de colonos, que se fixaram mais no interior, aconteceu nas décadas de 60 e 70. Sempre houve preocupação, por parte dos padres e lideranças, de ir ao encontro das famílias nestes locais. As “visitas” marcaram este período. Na década de 70 e 80, deu-se atenção especial à formação e um incentivo especial às Pastorais Sociais. Neste sentido, a paróquia contou com a assessoria do Secretariado Diocesano de Pastoral, de paróquias vizinhas e de entidades. Muitos colaboraram nesta caminhada: os Padres da Sagrada Família, os Cônegos Regulares da Imaculada Conceição, os Combonianos, os padres diocesanos, em visitas e entreajudas. Tiveram presença significativa o padre Santo F. Guerra, Dom José Gomes e Dom Manoel.

Em 1958, os padres da Sagrada Família instalaram neste local o Noviciado que, em l968, foi transferido para Rio Pardo, RS. Para o povo, a presença dos Missionários da Sagrada Família foi uma bênção. Os Cônegos Regulares da Imaculada Conceição trouxeram seu dinamismo, de grande importância para os menos favorecidos da região, valorizando os leigos através de inúmeros encontros de formação, mobilizações e atenção especial às periferias. As Irmãs da Divina Providência trabalharam incansavelmente vários anos no hospital e no colégio. Os agentes de pastoral leigos tiveram participação efetiva na caminhada das comunidades. Destaca-se o trabalho incansável de secretárias/os paroquiais, colaboradores e funcionários.

Um grande número de padres colaborou no trabalho pastoral ao longo dos anos: Pe. Pedro Klaus, MSF, pró-pároco – até 1973; Pe. Aloísio Lunkes, MSF, pró-pároco, de 1973 a 1978; Pe. Arno Durian – MSF, Pároco, em 1978 e 1979; Pe. Adelino Benetti – MSF, de 1979 a 1985; Pe. Geraldo Gatelli – MSF, em 1985 e 1986; Pe. João Paulo Winter – MSF, em 1986 e 1987; De 1987 em diante, os Cônegos Regulares da Imaculada Conceição – CRIC assumem o trabalho na Paróquia: Pe. Clemente Treccani e Pe. Fiorenzo Bertoli, de 1987 a 1990; Pe. José Chiarini, de 1990 a 1996. Entre 1996 e 1997 a paróquia é confiada a Ordem dos Frades Menores – Capuchinhos através do trabalho do Frei Luizinho Marafon; A partir de 1997, os padres diocesanos assumem a paróquia: Pe. Sérgio Melz, Pároco de 1997 a 2000; Pe. Salésio Guarezi Ricardo, de 2001 a 2006; Pe. Luiz Roberto Sandini – Administrador paroquial, em 2006; Pe. Ignácio Paulo Kolling, de 2007 em diante.

A paróquia teve a ordenação presbiteral do Pe. Irineu Paulo Paetzold, MSF (15/12/1990). Tem atualmente um jovem na filosofia e um na teologia (diocesanos). Algumas moças estão em casas de formação.

A paróquia conta com 23 comunidades rurais e 4 urbanas, organizadas em 4 setores, com serviços e organismos de ação evangelizadora: Pastoral Litúrgica; Catequese e Família; Pastoral da Criança; Pastoral da Juventude; Capelinhas de Nossa Senhora e Animação Vocacional; Pastoral da Visitação – famílias e hospital; Grupos de Reflexão; Preparação ao Batismo; Lideranças que participam de movimentos eclesiais, como o Cursilho, Lareira e JJ (Jornada Jovem); Conselhos de Pastoral; Conselho de Pastoral Paroquial (desde 1993); Equipe Paroquial ampliada; Equipe paroquial integrada (três membros de Palma Sola e três de Anchieta).

A partir dos anos 80, há um esvaziamento das comunidades do interior. Algumas foram desativadas a partir da década de 90. Moram na cidade 75% da população. A questão urbana torna-se um desafio pastoral.

Na caminhada pastoral a paróquia conta com: corais que animam celebrações especiais; CTPL, onde participam várias lideranças que têm atuação destacada nas comunidades; trabalho das Missões Populares realizadas antes de 2000 e no ano de 2003, com os capuchinhos; as Santas Missões Populares, com leigos (iniciativa diocesana); a Saúde Comunitária, com agentes da Pastoral da Saúde; projetos ligados à natureza, que integram várias entidades empenhadas com plantas medicinais e preservação ambiental (mata nativa, banhado e fontes); parceria com igrejas, sindicatos, movimentos sociais e entidades; trabalho em conjunto das equipes paroquiais de Palma Sola e Anchieta, o que muito favorece a atuação pastoral.

Palmitos

Paróquia de Palmitos

Endereço:
Rua Almirante Barroso, 178 - Cx. P. 64
Cep: 89887-000 | Palmitos/SC

Contato:
Fone: (49) 3647-0265
E-mail: secretaria@paroquiapalmitos.com.br
Site: www.paroquiapalmitos.com.br
Facebook: Paróquia S. Judas Tadeu, Palmitos


Padre(s):

Geraldo Antonio Tecchio, MSF - Pároco
Alcino Maldaner, MSF - Vigário Paroquial 
rmando Grutzmann, MSF - Vigário Paroquial e Administrador Paroquial de Caibi

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO JUDAS TADEU - PALMITOS:

Foi o Pe. Afonso Winckel – MSF (Missionário da Sagrada Família), em 1942, quem rezou a primeira missa em Palmitos, na casa do Sr. Matias Mallmann. Pe. Afonso era coadjutor e vigário substituto da Paróquia de São Carlos. Poucas eram na época, as famílias católicas em Palmitos, na área onde hoje fica a cidade. Eram as famílias Mallmann, Berger, Lodi, Wenzel, Procop e Levandoski. Reunidas na casa do Sr. Matias Mallmann, para a primeira missa, essas famílias logo pensaram em criar uma comunidade católica em Palmitos. No ano de 1943, com a vinda do Pe. Antônio Hamelstein para São Carlos concretizou-se o sonho das famílias católicas. Esta iniciativa representou um fator de progresso espiritual e material, pois sabendo da existência de um núcleo católico aqui, os compradores de terras do Rio Grande do Sul, especialmente de Anta Gorda e região, vieram em número sempre maior e fizeram de Palmitos uma sociedade florescente e próspera para a época.

Com a vinda das famílias católicas do Rio Grande do Sul (italianos, alemães e alguns poloneses), a comunidade precisou ampliar suas instalações. Conseguiu junto à Companhia Sul Brasil, primeiro, a doação de três terrenos e depois mais dois na praça central onde, em 1950, foi construída uma Igreja, que serviu durante anos como Igreja Matriz da Paróquia, após sua criação. A comunidade católica de Palmitos crescia rapidamente no centro e em diversos pontos do interior. No início dos anos 50 foram introduzidos o Apostolado da Oração e o Movimento conhecido como “Filhas de Maria”, voltado para a Juventude. Atuaram em Palmitos, na fase anterior à criação da Paróquia, em 1995, os seguintes padres: Antônio Hamelstein (considerado fundador da comunidade católica), Germano Classen, Henrique Ofenhitzer, Luiz Muhl, Miguel Schaff; João Maria Arndt, Pedro Elsen e Afonso Winckel.

Em 15 de agosto de 1955, Palmitos foi desmembrada da Paóquia-mãe São Carlos e erigida como Paróquia São Judas Tadeu de Palmitos, tendo como seu primeiro pároco o Pe. Afonso Winckel. No ano da criação da Paróquia, Palmitos tinha 19 comunidades para serem acompanhadas – incluídas as comunidades de Caibi, que se tornou paróquia 4 anos mais tarde.

No final dos anos 60, fez-se necessária a construção de uma nova Igreja Matriz. Esta obra exigiu muito trabalho e participação de todos os paroquianos, através de doações e dias de serviço. Depois de alguns anos de intenso trabalho, finalmente em 28 de outubro de 1973 foi inaugurada a nova (atual) Igreja Matriz.

Ao longo dos seus 53 anos de existência na Paróquia São Judas Tadeu, ocorreram, em nível interno e externo de Igreja, acontecimentos que determinaram mudanças e transformações profundas, nem sempre assimiladas por todos. Mencionamos o período 1962-1965, em que aconteceu o Concílio Vaticano II, com uma enorme carga de mudanças na liturgia e no modo de entender e viver a fé na Igreja, tais como: a mudança de tendência dos movimentos religiosos para movimentos mais sociais, comprometidos na transformação do mundo, à luz do Evangelho; a implantação do Regime Militar de 1964 no Brasil; vários planos econômicos; a adoção e influência determinante dos Meios de Comunicação Social (de modo especial a TV); o surgimento das Pastorais Sociais na Igreja; a instituição dos Ministros da Eucaristia e dos Conselhos de Pastoral; o êxodo rural; os movimentos populares. Todas essa mudanças provocaram grande impacto no meio dos fiéis.

O povo da nossa paróquia depende basicamente, em sua economia e sustento, do setor primário, da agricultura.

Padres que trabalharam e trabalham hoje na paróquia: Pe. Afonso Winckel – 15 de agosto de 1955 – Primeiro Pároco; Pe. Nicolau Governeur – 01 de janeiro de 1960; Pe. João Maria Arndt – 16 de fevereiro de 1964; Pe. Augustinho Flach – 27 de janeiro de 1969; Pe. Aloísio Lunckes – 22 de janeiro de 1978; Pe. Gervásio Backes – 10 de fevereiro de 1980; Pe. Cláudio da Silva Forratti – 03 de janeiro de 1982; Pe. Flavio Inácio Heck – 12 de fevereiro de 1989; Pe. Eugênio Ernesto Feix – 03 de fevereiro de 1997; Pe, Vergílio João Moro – 03 de março de 2001; Pe. José Egon Gebert – 25 de fevereiro de 2005

Além dos párocos citados também passaram por esta paróquia, vários padres que atuaram como vigários cooperadores: Pe. Pedro Elson, Pe. Alfredo Beltrame, Pe. Alcides Cericato, Pe. Elpídio Sulzbache, Pe. Assabido Rhoden, Pe. Fernando Nagel, Pe. João Batista Fleck, Pe. Otto Massmann, Pe. Léo A. Finckler, Pe. Wilson Zanin, Pe. João Sebenn, Pe. Roque A. Hippler, Pe. Euclides A. Paulus, Pe. Geraldo A. Tecchio e atualmente Pe. Irineu Paulo Patzold.

Atualmente a Paróquia é formada por 40 comunidades (incluída a Matriz) e 05 Bairros.

Atuam na Paróquia 148 Ministros da Eucaristia, incluídos os Ministros do Batismo e Testemunhas Qualificadas do Matrimônio. É também grande o número de Catequistas e líderes comunitários (nos Conselhos de Pastoral). As Pastorais existentes: Catequese (Primeira Eucaristia e Catecumenato Crismal ), Juventude, Batismo, Pastoral da Criança, da Família e da Saúde. Urge atendermos mais os Bairros, que dia-a-dia estão aumentando de população. Nossos desafios são a Pastoral Urbana e as Pastorais Sociais.
 

Pinhalzinho

Paróquia de Pinhalzinho

Endereço:
Rua Santo Antônio, s/n | Cx. P. 81 - Bairro Santo Antônio
Cep: 89870-000 | Pinhalzinho/SC

Contato:
Fone: (49) 3366-1232
E-mail: paroquiapz@hotmail.com
Facebook: Católica Pinhalzinho

Padre(s):
Jacinto Aloisio Birk, MSF - Pároco
Marcelo Junior Klein, MSF - Vigário Paroquial

Casas Religiosas Femininas

Irmãs da Divina Providência

Comunidade Betânia

Rua Fortaleza, 3260 - CEP: 89870-000

Fone: (49) 3366-1533
E-mail: betanipz@yahoo.com.br
 

História

História

A história de Pinhalzinho começa antes da chegada dos colonizadores, pois existiam caboclos dispersos no meio da mata em toda a região. Não se tem notícia da presença de povos indígenas na área. A medição e venda das terras foram feitas pela Companhia Territorial Sul Brasil.

Os primeiros colonizadores vieram de Selbach, RS, em 1933, para instalar uma serraria. Primeiro vieram os colonos de origem alemã e mais tarde os de origem italiana. Em 1961, Pinhalzinho tornou-se município, emancipando-se de São Carlos.

O nome Pinhalzinho originou-se pela existência de muitos pinhais. Antes chamava-se Anta Gorda e Linha Bonita, nomes dos lajeados que nasciam num banhado hoje se encontra a “Praça do Lago”.

Os primeiros colonos encontravam-se para rezar, sob a liderança de José Theobaldo Utzig e, às vezes, com o Pe. Antônio Rewering, da paróquia de São Carlos. A primeira capela foi construída em 1934. O padroeiro Santo Antônio foi escolhido pela devoção de José Marcolino Eckert.

Em 1962, os padres Missionários da Sagrada Família fixaram residência em Pinhalzinho, atendendo, além de Pinhalzinho, Nova Erechim e Modelo, através do Pe. Otto Massmann. Em 15/3/1970 foi criada e instalada a paróquia, com a presença de Dom José Gomes. Seu primeiro pároco foi Pe. Otto Massmann, que teve como auxiliares Pe. João Breier, Pe. Vendelino Backes e Pe. Aloísio Lunkes. Constituiu-se a primeira diretoria, também responsável pelo Jardim Amigo da Infância. Em 14/12/80 foi lançada a pedra angular da nova igreja Santo Antônio.

Coordenaram a caminhada da paróquia os seguintes párocos (depois do Pe. Otto): em 1973, o Pe. João Sebem; em 1978, o Pe. Wilson Dante Bonatto Zanin; em 1980, o Pe. Jerônimo Finckler; em 1988, o Pe. Camilo Backes, tendo como cooperador Pe. Jerônimo e a ajuda dos Padres Roque Bieger e Nicolau Gouverneur; em 1992, o Pe. Marcos Bruxel; em 2000, assumiram Pe. Arno Durian como pároco e Pe. Arno Flesch como vigário paroquial. Este faleceu tragicamente em 2000. Na seqüência veio o Pe. Móisés. Atualmente, Pe. Jandir é o pároco, com a ajuda do Pe. Selau.

Em 1973 foi iniciada a ASSAP (Ação Social Santo Antônio de Pinhalzinho), a formação de grupos de jovens e a preparação para noivos. No ano de 1976 foram instituídos os ministros da Palavra e Eucaristia. A partir de l986 houve o compromisso social com movimentos e lutas populares, formação da Pastoral da Saúde e a realização das Santas Missões Populares. Também iniciou a Teologia para Leigos e a constituição dos Conselhos de Pastoral nas comunidades.

Em março de 1996, houve em Saudades um encontro com prefeitos, presidentes de câmaras de vereadores e representantes das pastorais dos sete municípios da Região Pastoral, para refletir sobre o tema da CF: Fraternidade e a Política. Em julho de 1997 houve a participação dos secretários de saúde na Região Pastoral, para tratar do tema da CF: Fraternidade e os Encarcerados.

Em 23/08/97 aconteceu em Modelo um encontro com a participação de 360 ministros. No mesmo ano ocorreram as Missões Populares com a participação dos ministros na pregação da palavra.

Em 12/4/2000 foi iniciada a preparação para as Santas Missões Populares da Diocese, que se realizaram entre 2000-2002, com grande participação de fiéis e missionários.

A paróquia tem sediado importantes encontros diocesanos, tais como: a Concentração Diocesana Missionária e Vocacional de 23/11/03, onde milhares de pessoas participaram; a 7ª Assembléia Diocesana de Pastoral, que aconteceu pela primeira vez fora de Chapecó, em 2005; o Encontrão Diocesano de Catequese e Família, com a presença de aproximadamente cinco mil pessoas, em 26/08/2007.

Marcaram a caminhada na paróquia as Irmãs da Divina Providência, que chegaram em l957 para dirigir o hospital. Em 1963, outro grupo da mesma congregação aqui chegou para atuar na educação.

Durante a caminhada, surgiram muitas vocações religiosas e sacerdotais.

A paróquia de Pinhalzinho conta hoje com 28 comunidades.

Quilombo

Paróquia de Quilombo

Endereço:
Av. Coronel Bertaso, 1003 - Cx. P. 37
Cep: 89850-000 | Quilombo/SC

Contato:

Fone: (49) 3346-3443 / (49) 9128-0780 (celular)
E-mail: paroquiaqbo@yahoo.com.br
paroquiaqbo@hotmail.com


Padre(s):

Igor Damo - Pároco
Lucimar José da Silva -  Vigário Paroquial

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SANTA INÊS - QUILOMBO

Em 1940, chegaram a Quilombo migrantes do Rio Grande do Sul, na maioria italianos, seguidos de alemães e poloneses, trazendo histórias, cultura e sonhos que marcaram toda a forma de organizar a vida da comunidade. Os caboclos e remanescentes de quilombos foram sendo expulsos, pois não possuíam titulo de posse da terra. Na época era comum povoar as áreas próximas à fonte de água, especialmente a água mineral que tinha uma simbologia de cura. A organização comunitária se assemelhava à resistência dos antigos quilombolas. Destes primeiros habitantes vem o nome Quilombo.

As famílias alimentavam sua fé com as orações em família, terços e novenas. Alguns padres visitavam Quilombo já em l948: Frei Valentin, chamado de “Padre do mato”, da Paróquia de Xaxim, Frei Leonardo Lispert e Frei João, da Paróquia de Chapecó. Conta-se que a primeira criança batizada em Quilombo recebeu o nome de Inês. Teria vindo daí o nome da padroeira da Paróquia.

A Paróquia Santa Inês foi criada em 25 de março de 1963. Foram párocos: Pe. Bernardo Gemin (l963-l966); Pe. Nelson Rech (1966-1967), vigário substituto; Pe. Roque Basso, ex-capuchinho (1967 até 1969); Pe. Santo Guerra (1969-1980); Pe. Cyrillo Matiello (l980-l983); Pe. Nelso Nicolao (l984-l994); Pe. Domingos Costa Curta (l994-l997); Pe. Reneo Zortea (l998-2003); Pe. Inácio Wermuth, pároco de 2003 até hoje.

Atuaram como vigários e cooperadores: Pe. Afonso Revers (1966 a 1967); Pe. Florindo Canton (1974-1977); Pe. Nelso Nicolau (1978-1983); Pe. Canisio Ludwig; Pe. Valter Fiorentin (1982-1983); Pe. Jaime Bianchi (1984-1989); Pe. Domingos Costa Curta (1989-1991); Pe. Reneu Zortea (1994-l998); Pe. José T. Hentz (2003-2004); Pe. Igor Damo (2005-2006); e Pe. Atílio Benka, em 2007.

Em 1963 foi inaugurado o Colégio Santos Anjos e as Irmãs Franciscanas de Maria Auxiliadora vieram para o trabalho na educação. Em 1964, foi inaugurado o Hospital São Bernardo, para cujo atendimento vieram, em l965, as Irmãzinhas da Imaculada Conceição. Em 1983, deixaram o hospital, por coerência com o Evangelho, assumindo trabalhos de pastoral na paróquia até 1996.

Com as Santas Missões e o espírito de uma Igreja sempre mais comprometida, com rosto de CEBs, de 1983 a 1985, foram organizadas vinte novas comunidades, chegando ao número de 90. Com o êxodo rural e a saída para assentamentos, no final da década de 90 várias comunidades foram fechadas. Hoje contamos com 70 comunidades, das quais quatro são sedes de municípios e 5 são bairros. O MST registra que, até 1999, 650 famílias da paróquia foram assentadas e/ou acampadas no Estado.

A partir de 1965 vieram acontecendo as santas missões, o Movimento Familiar Cristão e a mobilização da juventude. Desde 1987, já foram realizados 22 Festivais da Canção da PJ, com o objetivo de animar a juventude para o compromisso social. Este trabalho despertou muitas lideranças. Em 1994, a juventude criou sua bandeira com o lema “PJ Compromisso e Paixão”. Em 1975, iniciaram os grupos de reflexão (hoje temos 560 grupos). Pe. Santo propôs a experiência da caixa comum, como forma de sustentação financeira. Esta, sem dúvida, é uma grande experiência de fé, de partilha e de solidariedade, com destaque para as roças comunitárias.

Diante das famílias em situação de pobreza, a maioria de origem cabocla, a Equipe Paroquial criou, em 1982, a Pastoral dos Caboclos (12 grupos), com reuniões periódicas.

Através da CPT, a Igreja marcou presença junto às famílias ameaçadas de despejo de suas terras em Mandassaia e no Voltão. Essa opção pelos pobres gerou conflitos e perseguições aos padres, irmãs e lideranças. No dia 07 de agosto de 1997, foi assassinado Arcindo Simionato, de São Brás, por defender esta causa. Não faltou a solidariedade das paróquias e da diocese.

A paróquia ofereceu cursos para lideranças sindicais: Luta pela Terra na Bíblia, Fé e Política, Sindicalismo, Cooperativismo, Estatuto da Terra e Direito Agrário, entre outros. O Movimento de Mulheres Camponesas teve importantes lutas para reivindicar direitos. Atualmente incentiva a produção de alimentos saudáveis e a recuperação das sementes crioulas. Na luta contra as barragens foram arrancados os marcos ao longo do Rio Chapecó, no município. Esta luta ainda continua.

A partir da década de 90 foram organizados os Grupos Coletivos, entre eles o Fórum de Combate à Compra e Venda de Votos. Em l998, foi criada uma rádio comunitária, que abriu com outorga em 2008. Temos uma equipe que elabora os folhetos de liturgia para as nossas comunidades, que já está na 1168ª. edição.

É a paróquia que ordenou o maior número de padres diocesanos! Desde 1995, levantamos a bandeira com o lema: “Defender a vida é a melhor herança que podemos deixar”.

Romelândia

Paróquia de Romelândia

Endereço:
Av. Brasil, s/n | Cep: 89908-000
Romelândia/SC

Contato:
Fone: (49) 3624-0124
Whats: 49 98434-6827
E-mail: paroquiansc@mhnet.com.br
Facebook: Paróquia Nossa Senhora da Conceição


Irmãs:
Ir. Elizete da Conceição - Administradora Paroquial de Pastoral
 

Casas Religiosas Femininas

Irmãs Nossa Senhora de Lourdes

Av. Brasil, s/n | CEP: 89908-000

Fone: (49) 3624-0124
E-mail: ilialves@hotmail.com

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - ROMELÂNDIA

Os primeiros colonizadores chegaram a Romelândia de carroça, levando doze dias de Três Passos-RS a esta terra.

A escola iniciou em casa de famílias. Os próprios pais ensinavam a ler, escrever e fazer contas.

Com a vinda dos primeiros moradores formou-se a comunidade religiosa, que se reunia para os encontros aos domingos. Rezava-se o terço em um galpão de propriedade de D. Irma Netz.

No ano de 1934, por ocasião do dia da Ascensão do Senhor, segundo depoimentos de pessoas da época, os fiéis que estavam reunidos resolveram conversar com o Padre Aurélio Cansi, de São Miguel do Oeste, para celebrar na comunidade. Foi ele quem presidiu pela primeira vez a Santa Missa na casa da família Fredolino Fell. Seis meses depois veio o Pe. Luiz Muhl, procedente de Santo Ângelo, MSF, para, junto com os moradores, constituir a comunidade religiosa.

Em 08 de dezembro de 1939, por ocasião da celebração do dia de Nossa Senhora da Conceição, também segundo depoimentos de pessoas da época, foi assumido o compromisso de construir uma capela. Como padroeira ficou Nossa Senhora da Conceição. Foi nessa ocasião que, com o consentimento das famílias, foi instalada a comunidade.

A paróquia foi criada no dia 03 de novembro de l974.

Hoje a paróquia conta com 27 comunidades, das quais 25 tem Conselho de Pastoral organizado e duas são de assentamentos em processo de organização pastoral. Conta com Testemunhas Qualificadas do Matrimônio e ministros do batizado; mais as seguintes pastorais atuantes: Catequese, Vocacional, Litúrgica, da Criança, da Juventude, da Saúde (através da integração com o município), do Batismo e da Visitação aos doentes e idosos.

Na paróquia também existem outras denominações religiosas: a IECLB, a Assembléia de Deus, Deus é Amor, Brasil para Cristo, Só o Senhor é Deus e Igreja do Evangelho Quadrangular. Com a IECLB existe um bom relacionamento. Em várias ocasiões realizamos com ela cultos ecumênicos, bem como a festa do Colono e do Motorista e o baile de casais.

Nossa Paróquia se orgulha de participar dos festejos dos 50 anos da Diocese. Agradecidos e felizes, estendemos a todos o nosso abraço fraterno em Jesus, Maria e José, juntamente com Santo Antônio.
 

São Carlos

Paróquia de São Carlos

Endereço:
Rua Padre Anchieta, 35 - Cx. P. 38
Cep: 89885-000
São Carlos/SC

Contato:
Fone: (49) 3325-4251
Whats: 49 99172-6869
E-mail: paroksaocarlos@brturbo.com.br

Padre(s):
Elmar Luiz Sauer, MSF - Pároco
Pe. Matias Reinoldo Schaefer, MSF- Vigário Paroquial

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA DE SÃO CARLOS BORROMEU - SÃO CARLOS:

Os primeiros colonizadores, vindos do Rio Grande do Sul, chegaram à região onde hoje é São Carlos no dia 12 de outubro de l927. No ano de l929 iniciaram a construção da primeira capela.

A paróquia de São Carlos Borromeu é mais antiga do que o próprio município. Possui uma trajetória de fé, religiosidade e luta nas comunidades que a compõem.

No dia dois de abril de l931 foi criada a paróquia, tendo como primeiro vigário o Pe. Henrique Bunse. Na linha do tempo, esta foi a segunda paróquia criada na região da atual Diocese de Chapecó, ainda antes da prelazia de Palmas e da Paróquia Santo Antônio de Chapecó.

Hoje a paróquia de São Carlos tem como pároco Pe. Inácio Dallanora e Pe. Firmino Santana e Souza como vigário paroquial. Juntamente com as lideranças, estão empenhados em construir a comunidade cristã de fé, de culto e de caridade, tendo em vista a construção do Reino de Deus anunciado por Cristo.

A paróquia de São Carlos congrega atualmente os municípios de Águas de Chapecó, Cunhataí e São Carlos, totalizando 40 comunidades.

Nos seus 77 anos de existência, a paróquia São Carlos Borromeu sempre foi pródiga em vocações sacerdotais e religiosas. Foram ordenados oito padres da Sagrada Família e dois diocesanos. Recentemente houve a sagração do Bispo D. Guilherme Werlang, natural da comunidade de São Sebastião.

São Domingos

Paróquia de São Domingos

Endereço:
Rua Getúlio Vargas, 911 - Cx. P. 45
Cep: 89835-000
São Domingos/SC

Contato:
Fone: (49) 3443-0168
E-mail: psdgos@yahoo.com.br
Facebook: Paróquia São Domingos, São Domingos, SC

Padre(s):
Paulo Cesar Klein - Pároco
Salésio Guarezi  - Vigário Paroquial

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO DOMINGOS - SÃO DOMINGOS

A colonização no município de São Domingos teve início por volta do ano de 1920, quando começaram a chegar à região os imigrantes italianos e alemães, oriundos do estado do Rio Grande do Sul e, mais tarde, os poloneses, vindos do vizinho estado do Paraná e do Rio Grande do Sul.

O atual município de São domingos teve como primeiro nome Diogo Ribeiro. Com esse mesmo nome passou a ser distrito em 1937. Em 1962, elevou-se à categoria de município, passando então a denominar-se São Domingos. Sua instalação foi no dia 07 de abril de 1973.

Os caboclos que residiam na região organizavam-se em comunidades, construíam capitéis ou celebravam nas casas com suas devoções (religiosidade popular). Recebiam visitas esporádicas de padres de diversos lugares. As celebrações eram nas casas, nos capitéis. Eram recolhidas doações para os seminários. Quando foi oficializada a paróquia, já existiam comunidades organizadas. A maioria delas mudou o nome do padroeiro com a influência dos colonizadores.

A paróquia foi criada em 01 de maio de 1972, pelo Bispo Diocesano de Chapecó, D. José Gomes. Em razão do nome da fazenda São Domingos, o padroeiro que antes era São Sebastião passou a ser São Domingos.

Assumiram os trabalhos da paróquia os freis da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos: Frei Eugênio Nichelle, de 1972 a 1976; Frei Jaime Manfrin, de 1976 a 1977; Frei Jorge Tessaro, 1976 a 1978; Frei Remo Carmignatto, de 1978 a 1984.

A partir de 1984, assumiram os padres doutrinários: Pe.Túlio Mondo e Pe. Valdecir Desidério, de 1984 – 1990; Pe. Vilson Dias de Oliveira, de 1990 – 1996; Pe. Adair Diniz, de 1996 – 2000; Pe. Sandro Degarais, de 1997 a 2000.

A partir de 2000 assumiram a paróquia os padres diocesanos: Pe. Idinei Augusto Zen, jesuíta que estava em discernimento e que veio fazer uma experiência na diocese, de 2000 a 2003; Pe. Cildo Rockemback, de 2003 a 2007; Pe. Alceu Fernandes Pimentela e Pe. Adir Rodrigues, de 2007 até hoje (2008).

Atualmente a paróquia está organizada em 38 comunidades e atende os municípios de São Domingos e Coronel Martins.

Em 1975, vieram para a paróquia as Irmãzinhas da Imaculada Conceição, formando aqui uma comunidade. Elas atuaram na educação e nas pastorais. Inicialmente, com as Irmãs Gertrudes, Maria de Lourdes Mattos e Irmã Beatriz; mais tarde, com as irmãs Maria Warken, Augustinha, Antônia, Taís, Célia Bispo Rosa e Eva. No ano de 1996, as Irmãs deixaram a comunidade de São Domingos, passando a residir em Xanxerê.

A paróquia tem as seguintes pastorais, serviços e movimentos organizados: juventude, catequese, pastoral familiar, grupos de reflexão, MMA, CPT, ministros, catequistas, pastoral da saúde, pastoral do dízimo, Conselhos de Pastoral, CEBs. Há empenho em desenvolver as prioridades do Plano Diocesano de Pastoral.

Em 1989 a paróquia sediou, na comunidade de Quebra Queixo, a Romaria da Terra, empenhada na luta contra as barragens e contra a privatização da água. Apesar da muita chuva, foi a maior de todas as Romarias até os dias de hoje, com mais de cinqüenta mil participantes,. .

A paróquia conta com 06 vocações religiosas sacerdotais e 05 religiosas femininas, tendo atualmente um seminarista no último ano de teologia em Passo Fundo e muitas vocações leigas.

O desafio atual está no desânimo das lideranças das comunidades frente à atual conjuntura econômica, social e política. Há dificuldades em encontrar novas lideranças, por causa do êxodo rural. Por outro lado, o espaço da cidade dá a impressão de privatizar a fé, desvinculando-a do compromisso e da luta social.

A Paróquia conta com um grupo de formação permanente de escola bíblica na cidade. Nela participam várias lideranças das diferentes pastorais.

Temos projetos que estão em fase de discussão e construção: a Pastoral do Menor, a Infância Missionária e a Associação dos Catadores de Papel.

São João do Oeste

Paróquia de São João do Oeste

Endereço:
Rua Encantado, 49
Cep: 89897-000
São João do Oeste/SC

Contato:
Fone: (49) 3636-1134
E-mail: paroquiasjberchmans@yahoo.com.br
Skype: paroqsaojoao@hotmail.com

Padre(s):
Hugo José Mentges - Pároco
Dionísio Körbes - Vigário Paroquial 

Casas Religiosas Femininas

Irmãs da Divina Providência

Comunidade São Vicente

Rua Estrela, 37 - Centro
CEP: 89897-000

Fone: (49) 3336-1029
E-mail: irmasitapiranga@smo.com.br

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO JOÃO BERCHMANS - SÃO JOÃO DO OESTE:

A comunidade S. João pertenceu durante 20 anos à paróquia São Pedro Canísio de Itapiranga, SC. A primeira missa em São João foi celebrada pelo Pe.Teodoro Treis SJ, no dia 22/09/1932. A primeira capela foi construída no início de 1934, no local onde hoje fica a casa paroquial. A missa de inauguração foi celebrada no dia 18/03/1934. Na época moravam em São João 12 famílias. Quatorze anos mais tarde, no dia 15/08/48, foi inaugurada a atual igreja matriz. Ela conserva-se até hoje, toda em madeira, reformada no ano de 2007. Ela é considerada a maior igreja em madeira da América Latina. É um verdadeiro patrimônio histórico.

No dia 22 de maio de 1951, a comunidade de São João foi elevada à categoria de paróquia pelo Bispo de Palmas Dom Carlos Eduardo Sabóia Bandeira de Mello. No dia 11 de maio de 1952, instalava-se a Paróquia São João Berchmans no então município de Itapiranga .

Durante os primeiros 57 anos de paróquia, assumiram 9 párocos, todos jesuítas: Pe. Afonso Hansen (1952-1959); Pe. Urbano Müller (1959-1963); Pe. Wunibaldo Steffen (1963-1969); Pe. Aloísio Petry (1969 -1973); Pe. Libino Zeno Steffen (1973-1978); Pe. Edvino Hermann (1978-1979); Pe. Inácio A. Kremer (1980-1989); Pe. Guido Roque Lawisch SJ (1989 - 2002); Pe. Ivo Kuhn SJ (2002 – até 03/05/2009). Pe. José Nélson Knob SJ (12/06/2009).

A paróquia tem como padroeiro São João Berchmans. É constituída por 14 comunidades organizadas, com aproximadamente 2.150 famílias.

Com a vinda do Pe. Ivo Kuhn (08/05/02) e sob a orientação da Diocese, as Diretorias da paróquia foram substituídas por Conselhos: o Conselho Pastoral Comunitário (CPC) e o Conselho Paroquial de Pastoral (CPP), com uma coordenação e um grupo de 30 pessoas representando as pastorais e os movimentos das 14 comunidades da Paróquia.

A paróquia realiza, no Centro de Pastoral, reuniões periódicas com o CPP, Ministros e SAV (animadores vocacionais, jovens e outros). Um retiro anual é programado para os jovens crismandos no tempo da Quaresma. As crismas são celebradas no tempo pascal. A paróquia mantém um programa semanal de 10 minutos na Rádio de ltapiranga. E, revezando com as outras duas paróquias, assume a missa dominical que a mesma emissora transmite para todo região. O programa semanal também é publicado nos jornais da região.

No primeiro domingo do mês de maio a paróquia realiza a grande festa anual de Ação de Graças pela Colheita (ERNTEDANKFEST), com a participação das comunidades de toda a região. Algumas semanas antes da festa (6 dias após a Páscoa) são escolhidas as soberanas, durante o baile organizado pela paróquia e o setor cultural da prefeitura.

As pastorais existentes na paróquia são as seguintes: Catequese, Liturgia, Ministros da Palavra e Eucaristia, Juventude, Saúde, Família, Serviço de Animação Vocacional (SAV organizado por Clubinhos Vocacionais), Zeladoras da União Sacerdotal, Apostolado da Oração, Capelinhas de Nossa Senhora, além do serviço de distribuição do Livro da Família e do Coral da Sociedade Santa Cecília, com ensaio semanal dirigido pelo mestre Helmut Körbes, de atuação relevante na comunidade matriz; Quase todas as comunidades mantêm viva a tradição do coral ou grupos de canto.

As Irmãs da Divina Providência chegaram em 11/03/1954. Suas principais atividades foram na área da Catequese, Educação, Pastoral Litúrgica e Saúde. A Irmã Teresinha Hammes, da Congregação das Filhas do Coração de Maria, nos anos de 1996 a 2004, atuou na coordenação da Catequese, participou da Equipe de Coordenação da Pastoral Vocacional e CRB e atuou no ensino religioso nas escolas.

Na paróquia temos uma lista de 140 nomes de pessoas que se consagraram à Vida sacerdotal e Religiosa: 30 Padres, 23 Irmãos Religiosos e 87 Irmãs religiosas. Alguns jovens estão nas casas de formação de várias congregações religiosas.

São José do Cedro

Paróquia de São José do Cedro

Endereço:
Rua São José, 45 - Cx. P. 70
Cep: 89930-000
São José do Cedro/SC

Contato:
Fone: (49) 3643-0265
E-mail: psjcedro@yahoo.com.br

Padre(s):
Sérgio Melz - Pároco
Pe. Romualdo Dyonísio Zimmer - Vigário Paroquial

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA DE SÃO JOSÉ - SÃO JOSÉ DO CEDRO:

A paróquia de São José do Cedro faz fronteira com a república Argentina. Entre as localidades de Vila Oeste, hoje São Miguel do Oeste, e Barracão, havia uma picada onde se encontrava uma frondosa árvore de cedro. À sua sombra os viajantes descansavam e alimentavam os animais. O local passou a ser conhecido como CEDRO. Em l950, os primeiros 21 colonizadores, vindos do RS, passaram a usar este local para suas rezas. Na festa de São José, escolhido como padroeiro, firmaram o nome atual: São José do Cedro.

O Reitorado de São José do Cedro foi criado pela Prelazia de Palmas, em 1956, desmembrado da Paróquia de São Miguel do Oeste. Seu primeiro Reitor nomeado foi Pe. Balduíno Schneider. Sua presença visava criar as condições para a instalação da futura paróquia, que foi criada em 16 de março de 1962.

A renovação conciliar foi iniciada com o pároco Pe. Guido Kemper (1966-1977). Ele introduziu as equipes de liturgia e a renovação da catequese. Nesse período, as Irmãs da Divina Providência começaram a auxiliar no trabalho pastoral da paróquia, com a liberação de Ir. Norma Schuh. Os leigos assumiram muitos ministérios com preparação realizada pelo secretariado Diocesano.

Em 1978, Pe. Canísio Henz assumiu como pároco. Seu interesse maior estava voltado às construções da nova igreja matriz, casa paroquial e de capelas no interior. Com a dedicação da agente de pastoral, Ir. Osvalda Kroetz , houve impulso para os Grupos de Reflexão, ministros da Palavra e Comunhão, Batismo e Matrimônio, como também na catequese. Nesta época também trabalharam na Paróquia os padres José Canício Ludwig, Alfredo João Engel e Artur Sehn. Entre 1985 e 1986, foram realizadas as Missões Saletinas, despertando muitas lideranças leigas.

Em 1988, com a transferência do Pe. Canísio Henz, assumiu interinamente a paróquia o pároco de Guarujá do Sul, Pe. José Avelino Zanela, auxiliado por Pe. Artur Sehn, ocasião em que foram abertos novos horizontes para o social. O sucessor foi Pe. Irineu Sehnem, que ficou apenas um ano, enfrentando muitos conflitos.

De 1990 a 2007, assumiu como pároco Pe. Romualdo D. Zimmer. Este teve a colaboração de vários vigários paroquiais: Pe. Artur Sehn, Pe. Luiz Roberto Sandini, Pe.Lothário Thiel e, a partir de 2006, do Pe. Claudir Meoti. Colaboraram, como liberadas, as Irmãs da Congregação da Divina Providência e, a partir de 2005, as Irmãs Passionistas, que têm residência no município de Princesa.

Os grandes destaques deste período foram: formação de lideranças, especialmente de catequistas e de ministros/as, com formação específica; cursos bíblicos e encontrões. Outras iniciativas foram: a Pastoral da Saúde, Pastoral da Terra, Pastoral Familiar, Conselhos de Pastoral, apoio ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Movimento das Mulheres Agricultoras. Foram incentivados os Grupos de Reflexão, reafirmando o seu valor como catequese familiar. A liturgia também teve seu incremento. Foram iniciadas a Pastoral da Criança e a Pastoral do Menor.

Grandes movimentações aconteceram na caminhada: procissões; festas. Um destaque para as concentrações das Santas Missões Populares na paróquia, entre os anos 2000 e 2001.

Aconteceram as ordenações presbiterais de Rogério Luiz Zanini, em 2004, e de Marcelo Samaroni Spézia, em 2006, com visita e bênção a todas as famílias da cidade. Este projeto continuou em 2007, celebrando o Ano da Família, com o tema: “Família, berço de fé e vida”.

No dia 17/02/2008, tomou posse como pároco Pe. Claudir Meoti., com missa presidida pelo bispo Dom Manoel. O Pe. Romualdo, pároco anterior, permanece como vigário paroquial. No dia 21/12/2008, Pe. Romualdo celebrou solenemente seus 50 anos de padre, com a presença do Sr. Bispo Diocesano, muitos padres e numeroso povo das várias paróquias onde Pe. Romualdo atuou.

No Ano Jubilar da Diocese, a paróquia optou por fortalecer as comunidades urbanas através de um trabalho com as Capelinhas de Nossa Senhora, ação que foi ampliada para as comunidades do interior.

Hoje a paróquia conta com cinqüenta comunidades, sendo nove na cidade e quarenta e uma no interior. Tem um número expressivo de lideranças que se dedicam às mais diversas pastorais e serviços existentes. Momento forte de encontro celebrativo e festivo é a festa do colono e do motorista, com bênção de São Cristóvão, envolvendo milhares de carros.

No Plano de Pastoral de 2007-2009, são serviços prioritários as Pastorais: Catequética; Social; Litúrgica; Familiar; da Juventude; Formação de Lideranças. Além destes há outros Serviços Pastorais: das Vocações e Ministérios; a Pastoral Missionária; do Dízimo; dos Grupos de Reflexão; do Batismo; da Comunicação; da Criança; do Menor; da visitação; e da Organização Pastoral.

Trazemos como lembrete final de incentivo para o trabalho pastoral a palavra de ordem que nosso saudoso Mestre e Aprendiz do Povo, Dom José Gomes, dirigia a todos no final dos encontros ou reuniões: TOCA PARA FRENTE!

São Lourenço do Oeste

Paróquia de São Lourenço do Oeste

Endereço:
Rua Coronel Bertaso, 910 - Cx. P. 18
Cep: 89990-000
São Lourenço do Oeste/SC

Contato:

Fone: (49) 3344-1492
E-mail: paroquiaslo@gmail.com
Facebook: Lourenço Mártir Paróquia

Padre(s):
Frei Luzinho Marafon, OFM Cap - Pároco
Frei Américo Vazata, OFM Cap - Vigário Paroquial
Frei Victorino Antônio Prando, OFM Cap - Vigário Paroquial
Frei Luiz Wolff, OFM - Vigário Paroquial

Casas Religiosas Femininas

Irmãs Vicentinas

Casa Santa Maria Gorete

Rua Rui Barbosa, 655 - Cx. P. 17
CEP: 89990-000

Fone: (49) 3344-1175

 

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO LOURENÇO MÁRTIR - SÃO LOURENÇO DO OESTE

Antes da colonização, a região ocupada pela paróquia São Lourenço Mártir era passagem de aventureiros de Palmas e de Clevelândia, que transitavam em busca da Argentina, pelos caminhos de Barracão. Pelo ano de 1900 existiam caboclos dispersos por toda a região. Os primeiros “colonos” chegaram aqui em 1948. Provinham basicamente da costa catarinense e da serra gaúcha. O povoamento inicial foi mais localizado no atual Frederico Wastner. Depois a concentração passou para a localidade São Miguel, que era “São Lourenço Velho”.

A região já foi conhecida como Catanduva, porque a vegetação era mista de campo e mato, com terra fraca para o cultivo. Depois, foi chamada de “Sede Bracatinga”, porque o barracão da Colonizadora Saudades era feito desta madeira. Com a criação da paróquia, o nome passou a ser São Lourenço. Em 1958 teve o acréscimo de “Oeste”, pelo decreto de criação.

A igreja (matriz) é dedicada a São Lourenço Mártir e a Nossa Senhora das Graças.

A comunidade de fé foi edificada com muita dedicação dos que por aqui passaram: padres, religiosos/as e cristãos que se comprometeram com o cuidado espiritual do povo da região. Os capuchinhos instalaram-se na paróquia a pedido do Bispo de Palmas, Dom Carlos Eduardo de Sabóia Bandeira de Mello. Frei Patrício de Nébola assumiu como custódio dos frades, em 1949.

A paróquia de São Lourenço foi desmembrada das paróquias de São Carlos e da paróquia São Luiz Gonzaga de Xaxim. Os primeiros Capuchinhos chegados foram os freis Norberto Bruno De Carli e Celestino Coletti, em 1950. Após dois anos de duros trabalhos pastorais, a paróquia estava pronta para ser instalada. Dom Carlos assinou o decreto de criação no dia 13 de abril de 1952. No dia 27 de abril do mesmo ano, foi nomeado o primeiro pároco frei Fidélis de Colombo. Passados oito anos, em 11 de março de 1958, Dom Carlos concedeu a licença para constituir a casa da Ordem e o Comissariado em São Lourenço do Oeste.

A pedra fundamental do atual templo foi lançada no dia primeiro de novembro de 1959, com a presença de Dom José Thurler, primeiro Bispo de Chapecó. Em l962, foi iniciada a construção do templo. Após seis anos de esforços e contribuições, no dia 24 de Julho de 1966 foi inaugurado, sendo um dos mais belos templos do Oeste Catarinense. O altar foi consagrado por Dom Wilson Laus Schmidt, no dia 17 de julho de 1966, com as relíquias do santos Sisto e Aurélio, conforme costume. A missa de inauguração deu-se no dia 24 de julho de 1966.

Em 15 de fevereiro de 1965 foi aberta a escola vocacional. O resultado deste projeto são vinte e seis sacerdotes diocesanos e religiosos e quarenta e três religiosas.

Em 1975 reuniu-se um grupo para pensar a construção de um pavilhão de festas, inaugurado em agosto de 1976. A partir desta iniciativa, o pavilhão de festas tornou-se prioridade em todas as comunidades, mesmo as que não tiveram seus “templos” construídos.

Hoje a paróquia conta com 65 comunidades e abrange os municípios de São Lourenço, Novo Horizonte e quase metade do de São Bernardino. As comunidades cresceram em número e população. Há algum tempo, porém, o meio rural veio perdendo seus membros. Os jovens, saindo do campo, acabaram levando seus pais, inchando as periferias também das médias cidades. Há algumas regiões, antes comunidades, onde persistem alguns moradores em meio às plantações de eucaliptos, pinus ou em áreas de preservação ambiental. As regiões do Rio Feliciano, São Sebastião, Linha amizade, Pouso Redondo, já são comunidades fechadas. Outras estão à deriva, como: São José, Linha Laranjal, Linha Rovaris, Linha Bender e a Linha Saudades. Outras vão demorar um pouco mais; não há, porém, perspectivas de futuro.

Na caminhada pastoral, merecem menção os movimentos e associações como Congregação Mariana, Filhas de Maria e Apostolado da Oração. Temos várias pastorais organizadas. Em 1972 aconteceu a primeira preparação de Ministros Extraordinários da Eucaristia. Quanto à paróquia, o caminho está voltado à mudança de modelo, buscando a opção e adesão às Comunidades de Base.

Também não pode ser omitida a presença das Irmãs. As Franciscanas do Coração de Maria chegaram em 02 de fevereiro de 1953 para atuar na educação da infância e da juventude nas “Escolas Reunidas Sóror Angélica”. Saíram em 21 de julho de 1955. Foram substituídas pelas Irmãs Filhas da Caridade, que em 1957 inauguraram o Educandário S. Maria Goretti. Este tornou-se um dos mais famosos e procurados no Oeste Catarinense. Em 10 de agosto de 1983, chegaram as primeiras Irmãs Salvatorianas, que assumiram o Hospital da Fundação Médica e Assistencial do Trabalhador.

São Miguel do Oeste

Paróquia de São Miguel do Oeste

Endereço:
Rua Barão do Rio Branco, 1850
Edifício Padre Tedesco- Centro
Caixa Postal 68 |  Cep.: 89900-000
São Miguel do Oeste/SC


Contato:
Fone/FAX: (49) 3621-3946
Casa paroquial: (49) 3622-1500
Whats: (49) 9 8437-8202
E-mail: paroquiasmo@gmail.com


Padre(s):
Clair José Lovera - Pároco
Ivo Pedro Oro - Vigário Paroquial
Francisco Buehrmann- Vigário Paroquial

Casas Religiosas Femininas

Fraternidade Bom Pastor

Rua Marrecos, 280 E - Cx. P. 862
Bairro Colatto - CEP: 89809-910

Fone: (49) 3328-7918
E-mail: fratbompastor@superip.com.br

Fraternidade Emaús

Av. Nereu Ramos, s/n
Bairro Seminário - CEP: 89801-910

Fone: (49) 3322-4153
E-mail: fratemaus@franciscanasmissionarias.org.br

Irmãs São José de Chambery

Rua Rui Barbosa, 429 D - Cx. P. 175
CEP: 89801-042

Fone: (49) 3322-1463
E-mail: isjcha@yahoo.com.br

Irmãzinhas da Imaculada Conceição

Rua Viena, 257 E
Bairro Passo dos Fortes
CEP: 89805-360

Fone: (49) 3322-4973
E-mail: comapchapeco@gmail.com

Irmãs da Divina Providência

Comunidade Nossa Senhora da Providência - Casa Provincial

Rua Tiradentes, 1324
Bairro São Jorge - CEP 89900-000

Fone: (49) 3622-6971 - Fax: (49) 3622-6355
Site: www.divinaprodencia-al.org.br
E-mail: msp@smo.com.br


Comunidade Isabel

Rua Pe. Aurélio Canzi, 455
Bairro São Jorge - CEP 89900-000

Fone: (49) 3622-2651
E-mail: isabel.idp@gmail.com


Comunidade Maria Peregrina

Rua Tiradentes, 1457
Bairro São Jorge - CEP 89900-000

Fone: (49) 3622-7685
E-mail: idpperegrina@yahoo.com.br

Irmãs Salvatorianas

Rua Tiradentes, 2081 - Cx. P. 68
CEP 89900-000

Fone: (49) 3622-6629
E-mail: salvatorianassmo@smo.com.br


Casa de Formação

Rua Sete de Setembro, 787 - Bairro Salete
CEP 89900-000

Fone: (49) 3622-0020
E-mail: vanasalvatoriana@yahoo.com.br


Comunidade Divino Salvador

Rua Giacomini, 604
CEP 89906-604
Fone: (49) 3627-0370

Irmãs de Jesus Maria e José

Colégio São José

Rua La Salle, 2570 - Cx. P. 49
CEP: 898900-000

Fone/fax: (49) 3622-0757
E-mail: colegiosj@brturbo.com.br


Residência

Rua La Salle, 2620 - Cx. P. 49
CEP: 898900-000

Fone/fax: (49) 3622-0074

Casas Religiosas Masculinas

Irmãos Lasallistas

Colégio Peperi

Rua La Salle, 1557
CEP: 89900-000

Fone: (49) 3621-0014
E-mail: peperi@lasalle.edu.br

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO MIGUEL ARCANJO - SÃO MIGUEL DO OESTE:

A presença da Igreja Católica em São Miguel do Oeste data de 1929, quando os padres de Itapiranga atendiam a região com duas visitas anuais. A partir de 1940, Vila Oeste foi atendida pelos padres Teodoro Treis e José Ely. Em 1943, os moradores decidiram construir uma capela e solicitaram um padre à Prelazia de Palmas. Já pensavam em paróquia e num grande templo.

A devoção a São Miguel Arcanjo era grande entre os balseiros do Rio Uruguai e madeireiros. Por isso ele foi escolhido como padroeiro. Em 07/02/1944, foi instalada a Igreja Reitorada de São Miguel Arcanjo, anexa à Paróquia de Itapiranga. A Paróquia foi criada aos 09/04/1950 e instalada oficialmente em 30/04/1950. O primeiro pároco, o Pe. Aurélio Canzi, chegou em l944 e desde l945 atendia todo o Extremo Oeste, auxiliado por padres que transitavam pela região.

Em 1958, vieram os Irmãos Lassalistas para trabalhar na educação e na formação cristã. Construíram o Colégio La Salle, o maior colégio privado de São Miguel, que administram até hoje.

A presença de religiosas na paróquia, sempre foi marcante:

⇒ Em 1946 vieram as Irmãs do Sagrado Coração de Jesus.

⇒ Em 1977, chegaram as Irmãs do Divino Salvador, que desde o inicio contribuíram nos trabalhos pastorais junto à Equipe Paroquial. Ultimamente erigiram uma casa também no município do Paraíso.

⇒ As Irmãs da Divina Providência atuam no bairro São Jorge e nas maiores comunidades carentes da cidade, mantendo em São Miguel três comunidades: a Sede Provincial, o Lar para as irmãs idosas, e a casa do Postulantado.

- As Irmãs do Instituto Jesus, Maria José, responsáveis pelo Colégio São José, aqui atuam desde 1956 com seu carisma ligado à educação e à saúde. Foram pioneiras em atuar no Hospital Sagrado Coração de Jesus, construído na década de 50, com a contribuição da Igreja.

Em 1965, Pe. Aurélio apresentou ao bispo Diocesano, D. Wilson, o projeto grandioso da planta da nova igreja matriz. Pe. Danilo Link ficou encarregado de coordenar a construção da nova Igreja. Estando Pe. Aurélio com a saúde abalada, aos 24/04/1976, foi empossado como pároco Pe. Alpídio Magrin. São desse período: a Pastoral Vocacional; a renovação litúrgica; vários movimentos de leigos, dando nova vitalidade à Igreja; a conclusão da Igreja Matriz; o início da construção do atual salão paroquial e a organização de várias comunidades. Pe. Alpídio saiu de São Miguel em l982.

Aos 06/02/1983 tomou posse como pároco, o ex-capuchinho Cyrillo Mattiello. Sua principal preocupação foi a da renovação conciliar. Trabalhou na formação de novas e autênticas lideranças, na preparação de ministros da Eucaristia e catequistas nas comunidades. Em 1989, com a saúde abalada, Pe. Cyrillo retirou-se para tratamento, ficando os trabalhos sob a responsabilidade do Pe. Luiz Heinen e dos recém ordenados Pe. Jaime Antônio Tedesco e Pe. Dorvalino Belegante.

No dia 01/01/1991, Pe. Dorvalino tomou posse como pároco. A partir dessa data concretizou-se o sonho de uma Equipe Paroquial. Também foi iniciada a instituição gradativa dos Conselhos de Pastoral.

Na sequência, foram párocos: Pe. Jaime Tedesco (1996-1998); Pe. Darci Cenci (1999-2000); Pe. Cildo Rockembach (2001-2002); Pe. Reneu Zortea (2003 – até hoje – 2008).

A Paróquia teve a participação de vários vigários paroquiais: Pe. Afonso Griebeler,; Pe. Livino Blanger; Pe. Danilo Link; Pe. Luiz Pasa; Pe. Constante Pierezan; Pe. Célio Aloísio Wendling; Pe. Nelson Líbano; Pe. Geli Griza; Pe. Valter José Fiorentin; Pe. Canísio José Ludwig; Pe. Anselmo Camilo Spies; Pe. Irineu Sehnem; Pe. Reneu Zortea; Pe. Luiz Roberto Sandini; Pe. Adayr Mario Tedesco; Pe. Cildo Rockemback; Pe. Domingos Luiz Costa Curta e Pe. Rogério Zanini.

Atualmente, a Paróquia São Miguel Arcanjo conta com 75 comunidades, urbanas e rurais, em 4 municípios: São Miguel do Oeste, Barra Bonita, Bandeirante e Paraíso. Na última assembléia paroquial, 400 paroquianos definiram como prioridades: Formação, Catequese Familiar e Dízimo.

Destacamos ainda que a Paróquia tem 92 núcleos de pastoral organizados em 13 comunidades urbanas. Através deles acontece a organização da catequese familiar em pequenos grupos.

A paróquia tem hoje as seguintes pastorais e serviços organizados: Pastoral da Esperança (com 73 ministros atendendo a 213 enfermos); Pastoral da Juventude Rural e Pastoral da Juventude do Meio Popular (com cerca de 700 jovens participantes); Pastoral da Criança (com 810 crianças atendidas e 160 líderes colaboradores); Pastoral da Saúde (com 45 agentes pastorais atuantes); Pastoral do Menor (em construção); Pastoral Vocacional (algumas comunidades organizadas com casais junto ao Conselho de Pastoral); Pastoral Carcerária (com uma equipe de visitação ao presídio, que atende cerca de 56 detentos); Pastoral Familiar (com a coordenação e liderança de 13 casais).

Merece um destaque especial o apoio pastoral dado pela Paróquia aos movimentos sociais e populares: MST, MMC, MMU, MPA e Alcoólicos Anônimos.

Saudades

Paróquia de Saudades

Endereço:
Av. Brasil, 337 - Cx. P. 5
Cep: 89868-000
Saudades/SC

Contato:
Fone/fax: (49) 3334-0108
E-mail: mitrachapeco@brturbo.com.br

Padre(s):

Neiri Segala, MSF - Pároco

História

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HISTÓRIA DA PARÓQUIA SAGRADA FAMÍLIA - SAUDADES:

Em 1931, chegou “a primeira leva de alemães”, vindos do Rio Grande do Sul, incentivados pela empresa Colonizadora Territorial Sul Brasil, que lhes prometera terras férteis e abundantes na “nova colônia”.

Mas, aqui já havia moradores, os caboclos.

O nome do município, Saudades, deve-se à saudade que os primeiros moradores, provindos do Rio Grande do Sul, sentiram de seus familiares que lá deixaram.

Nos primeiros anos, os pais eram os catequistas de seus filhos. Eram eles que os preparavam para a confissão e a primeira comunhão.

Em 1948, formou-se a primeira diretoria numa reunião com Pe. José Bunse, vigário da paróquia de São Carlos. Nela foi escolhido o nome da padroeira da capela: Sagrada Família. A primeira missa foi celebrada pelo Pe. Henrique Bunse na residência do Sr. Arthur Roos.

A instalação da Paróquia Sagrada Família, entregue aos Missionários da Sagrada Família, ocorreu em 18 de janeiro de 1953, pelo bispo da Prelazia de Palmas - PR, Dom Carlos Eduardo de Sabóia Bandeira de Melo, sendo também nomeado no mesmo dia o primeiro vigário Pe. Luiz Muhl. Seguiram como párocos: Pe. João Batista Fleck, de 1954 a 1964; Pe. José Carlos Beldermann, de 1964 a 1977; em 1977, Pe. Hermeto Lunkes assumiu a paróquia. Foi nesse ano que se ouviu falar pela primeira vez em Campanha da Fraternidade, através da qual o dinheiro das coletas era aplicado em material para catequese. Nos anos subseqüentes, outros padres assumiram: Pe. Arno Durian, Pe. José Manoel Werlang, Pe. Carmo Höefle, Pe. Rudi Aloísio Hippler, o retorno de Pe. Hermeto Lunkes, Pe. José Egon Gebert e atualmente Pe. Liseu Spohr.

Com o desmembramento da Paróquia de São Carlos Borromeu, a Paróquia Sagrada Família de Saudades carregou consigo outras comunidades da região. Hoje todas elas são paróquias, a saber: Palma Sola, Campo Erê, Maravilha, Romelândia, Anchieta, Modelo, Cunha Porã e Pinhalzinho. A última paróquia a ser desmembrada de Saudades foi a de Pinhalzinho, no dia 15 de março de 1970.

A paróquia contou com o trabalho da Congregação das Irmãs da Divina Providencia e também das Irmãs do Imaculado Coração de Maria. Atualmente a paróquia não conta mais com a presença das Irmãs. Em setembro de 1981, com ajuda da Alemanha, a Paróquia adquiriu o colégio das Irmãs da Divina Providência. Nele passou a funcionar o centro de formação.

Em 30 de junho de 1982, o cemitério que pertencia à Igreja Católica foi doado à Prefeitura Municipal.

A paróquia tem as seguintes pastorais e movimentos organizados: catequese, testemunhas qualificadas do matrimônio, ministros do batismo e da Palavra e Eucaristia, grupos de reflexão, pastoral da juventude, animação vocacional, pastoral do batismo, pastoral da saúde, zeladoras das capelinhas, apostolado da oração, pastoral da esperança, pastoral urbana, pastoral da criança, zeladores da AMISAFA, pastoral familiar e infância missionária, conselhos de pastoral das comunidades, conselhos de assuntos econômicos e colabora e incentiva o movimento das mulheres camponesas.

Em Saudades há um Santuário Ecológico, onde foi celebrada a 1ª Romaria em 12 de outubro de 2003, em honra à Nossa Senhora Aparecida e em homenagem às crianças.

A paróquia, formada por 26 comunidades, empenha-se em desenvolver as prioridades assumidas pelo Plano Diocesano de Pastoral. Tem muitos vocacionados: padres diocesanos, religiosos e religiosas de diversas congregações.

Além do Informativo Paroquial, via rádio, que acontece aos sábados, é feito todas as tardes o momento da Ave Maria pelas diferentes pastorais.

Anualmente acontece a assembléia paroquial, organizada pelo Conselho Paroquial de Pastoral, em que se avalia e direciona o andamento de todas as pastorais e outras ações comunitárias e paroquiais.

Seara

Paróquia de Seara

Endereço:
Av. Anita Garibaldi, 324 - Centro - Cx. P. 14
Cep: 89770-000
Seara/SC

Contato:
Fone/fax: (49) 3452-1242
E-mail: parsaodaniel@netcon.com.br
Facebook: Paróquia São Daniel, Seara

Padre (s):
Cleto Stülp - Pároco
Domingos José Dias - Vigário Paroquial 

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HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO DANIEL - SEARA

A colonização de Nova Milano (Seara) teve início no ano de 1924, com a medição de terras da Empresa Nardi, Rizzo, Simon & Cia e a chegada dos primeiros colonizadores. O povoado foi formado a partir de 1927. Estava dentro da circunscrição jurisdicional de Itá, 9º. Distrito de Cruzeiro (Joaçaba).

A primeira preocupação dos colonizadores foi a escolha do local onde se reunir para a reza do terço, da Missa. Era necessária uma capela ou uma gruta de orações. A capela constituiu-se em “Reduto Comunitário”. Ao seu redor ergueu-se o povoado, a Linha, a Vila e o Distrito. A primeira capela serviu também como local provisório da escola.

O primeiro Bispo da Diocese de Lages, Dom Daniel Hostin, OFM, fez, em 1931, sua primeira visita pastoral ao nascente povoamento de Nova Milano. Em homenagem a esse bispo, a primeira capela do local passaria a denominar-se São Daniel de Nova Milano, hoje paróquia São Daniel de Seara. Foi este bispo que doou à comunidade católica de Seara a imagem de São Daniel.

Em 17 de julho de 1944, foi criada a paróquia e nomeado o primeiro pároco, Pe. Simão Moser. Tomou posse oficialmente em 10 de outubro de 1944.

No dia 22 de abril de 1945, visando à construção de um hospital, os fabriqueiros da paróquia formaram uma comissão encarregada da construção. Em novembro de 1945, iniciaram a obra, inaugurada em 09 de fevereiro de 1947. O atual hospital foi construído, graças à organização do povo, ao dinamismo e boa vontade do Pe. Francisco Rellou, que assumiu como pároco em l959.

No dia 4 de abril 1948, chegaram as Irmãs de São José de Chambery. A elas foi confiada a administração interna da Casa de Saúde, permanecendo neste trabalho até o ano de 2001.

Em 1º. de novembro de 1951, estando presente o Bispo Dom Daniel, de Lages, foi benta e lançada a pedra fundamental da Nova Matriz. Padre Jacó Feldhaus será sempre lembrado pelo seu grande empenho por Seara e em razão da continuidade na construção da belíssima matriz que Seara hoje orgulhosamente ostenta, verdadeiro cartão postal e marco de sua religiosidade.

De l944 a l992, atuaram na paróquia os padres da Congregação do Sagrado Coração de Jesus. A partir desta data ela foi assumida pelos padres diocesanos.

Foram párocos: Pe. Simão Moser; Pe. Henrique Barison; Pe. Monsenhor Luiz Orth; Pe. Jacó Feldhaus; Pe. Bernardo Dentters; Pe. Franscisco Relou; Pe. João Polmann; Pe. Lídio Martinelli; Pe. Valter Fiorentm; Padre Jaime Bianchi; Pe. Sérgio Melz e Pe. Airton Maltauro.

Após o Vaticano II, o trabalho de formação produziu muitas lideranças, como: catequistas, ministros, líderes sindicais e políticos, jovens responsáveis pelo surgimento da Associação de Pequenos Agricultores e outras militâncias na PJ.

Hoje, compõem a paróquia São Daniel 50 comunidades, divididas em 13 setores. As comunidades e as pastorais são coordenadas por lideranças leigas: catequistas, ministros/as da Palavra, do Batismo, Testemunhas do Matrimônio, coordenadores dos grupos de famílias, zeladoras de capelinhas, líderes da Pastoral da Criança, Conselhos de Pastoral Paroquial e Conselho de Pastoral das Comunidades, assumindo uma nova forma de ser Igreja “povo em comunhão”.

Em 2002, as Santas Missões Populares tornaram-se Boa Notícia para o povo da paróquia. Essa caminhada foi um grande impulso na Evangelização e na descoberta de novas lideranças. Despertaram o gosto pelo testemunho e pelo anúncio do Evangelho, um tempo especial, no qual todas as forças vivas da paróquia se colocaram em escuta, oração, reflexão e conversão.

Merece destaque na Paróquia de Seara a luta Kaingang pela terra. Começou ainda nos anos 80, atingindo seu ponto alto em 1996. Uma portaria do Ministério da Justiça de outubro de 1994 reconheceu como área indígena 890 hectares de terra em Toldo Pinhal. Marco histórico na vida da comunidade foi a assinatura da Portaria Declaratória reconhecendo o local como área indígena, com o nome de Toldo Pinhal. A partir da demarcação, a comunidade de 26 famílias, coordenadas pelo Cacique João Maria Rodrigues, iniciou a busca da total realização do sonho: tornar viva a esperança de garantir o resgate da cultura, da vida, da dignidade do povo e das futuras gerações.

Tunápolis

Paróquia de Tunápolis

Endereço:
Rua Afonso Rodrigues, 30
Cep: 89898-000
Tunápolis/SC

Contato:
Fone/fax: (49) 3632-1184
E-mail: paroquiatunapolis@hotmail.com
Facebook: Paróquia Santíssima Trindade

Padre(s):

Ignácio Paulo Kolling - Pároco

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HISTÓRIA DA PARÓQUIA SANTÍSSIMA TRINDADE - TUNÁPOLIS

O município de Tunápolis faz parte do conjunto de terras compradas, em l926, da empresa Chapecó-Peperi Ltda, pela Volksverein (Sociedade União Popular do Rio Grande do Sul, coordenada pelos padres Jesuítas), na região chamada Porto Novo, região dos atuais municípios de Itapiranga, São João do Oeste e Tunápolis. Esta Sociedade foi criada em l912, a fim de preservar os bons costumes, a cultura e a religião católica. As terras adquiridas eram, portanto, destinadas a famílias de origem germânica e católica, oriundas do Rio Grande do Sul.

Desde o início da colonização, sempre existia a preocupação com o espaço comunitário, onde as famílias pudessem se reunir para expressar a sua fé. No terreno escolhido edificava-se uma capela que também era usada como escola.

Outra tarefa fundamental era a escolha do padroeiro como protetor e exemplo da comunidade, a ser sempre lembrado depois, especialmente no “Kerb Fest”. A escolha da Santíssima Trindade como padroeira de Tunápolis foi inspirada por três córregos que cruzam o centro da comunidade formando um riacho. Três formando um, lembra a Trindade, comunidade perfeita.

A comunidade Santíssima Trindade foi fundada em 20 de setembro de l951. A instalação da paróquia, aconteceu 19 anos depois, em 20 de setembro de l970, período em que era Bispo de Chapecó Dom José Gomes.

Desde seus inícios, a paróquia contou com a presença de padres de origem alemã e jesuítas, até janeiro de 2005, quando os diocesanos a assumiram. Os párocos foram: Pe. Wunibaldo Jacob StefIen SJ; Pe. Aloísio Weber SJ; Pe. Clemens Kanisius Haas SJ; Pe. João Marcos Schneider SJ; Pe. Arthur Frantz SJ; Pe. José Ivo Hoffmann SJ; e, atualmente, Pe. José Tarcízio Hentz (diocesano).

Marca característica da paróquia é a presença de corais que foram organizados pelos jesuítas para animar as missas, conforme orientações litúrgicas da época. Atualmente existem sete (7) corais de adultos, dois infanto-juvenis e um coral de homens. Nos 19 anos de emancipação do município, o apego à cultura e ao canto faz com que aconteça anualmente o encontro dos corais.

Atualmente a paróquia está organizada em 20 comunidades, situadas em três municípios: Itapiranga, Tunápolis e Santa Helena.

Com o objetivo de avaliar e reassumir a caminhada pastoral com novo vigor, a partir das assembléias comunitárias e paroquial de 2005, foram apontadas as necessidades e pistas de ação evangelizadora.

Sentimos a vontade de ser Igreja caminhando para uma sociedade cada vez mais justa, a exemplo da Trindade, cada uma e cada um colocando seus dons a serviço da comunidade.

Busca-se a vida com “sabor Trindade”.

Vargeão

Paróquia de Vargeão

Endereço:
Rua Sete de Setembro, 429
Cep: 89690-000 | Vargeão/SC

Contato:
Fone: (49) 3434-0132
E-mail: par_saopedro@hotmail.com

Padre(s):
Alceu Pimentela - Pároco

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HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO PEDRO APÓSTOLO - VARGEÃO

A colonização de Vargeão teve início na década de 1930, com descendentes de italianos, em sua maioria vindos do Rio Grande do Sul. Trouxeram em suas caravanas a cultura familiar católica e a prática da vivência comunitária.

Os primeiros padres vinham para a região, com a missão de serem pastores das almas. Além de um bom animal (mula ou cavalo), meio imprescindível para realizar as desobrigas da população, a atenção estava voltada para as missas, as coletas preceituadas e a obra do catecismo.

A partir de 1940, o pequeno povoado tornou-se uma das seis capelas que pertenciam à recém criada Paróquia de Xaxim. Seis anos mais tarde, no dia 31/08/46, criou-se a Igreja Reitorada de São Pedro Apóstolo de Vargeão. Em 06 de janeiro de 1948, aconteceu a instalação oficial da Paróquia, cujo padroeiro é São Pedro Apóstolo.

Em ato presidido por D. Frei Carlos Eduardo de Sabóia Bandeira de Mello, então bispo da Prelazia de Palmas, o Pe. Luiz Heinen foi nomeado o 1º Pároco. Pe. Willibaldo Grünwald, segundo pároco, assumiu em l955. Nascido na Alemanha, veio para Vargeão onde ficou até o dia de sua morte, 23/01/1996. Neste período houve ajuda do Pe. João Botero, do Pe. Afonso Griebeler, do Pe. Nelson Ângelo Rech e do Pe. Emílio Lipens. Na seqüência trabalharam os Padres Augusto Dalló e Geli Griza. Este último, Pe. Geli, fazia o atendimento a partir de Ipumirim desde o ano de 2003. No ano de 2005 a coordenação passou para o Padre Cleto João Stülp, auxiliado pelo Pe. Paulo Cezar Klein, que foi substituído no ano seguinte por Pe. Marcelo Samaroni Spézia. Com a mudança do Pe. Cleto para a Paróquia São Cristóvão de Chapecó, atualmente é Pe. Marcelo quem está na frente, com ajudas dos Padres Igor Damo, promotor vocacional diocesano e Rogério Zanini, formador da casa dos seminaristas que cursam filosofia em Passo Fundo-RS. A responsabilidade da coordenação é partilhada com Irmã Fidencia Vicensi e o secretário Edson Finatto.

Nos anos de 1952 e 1959 os Freis Capuchinhos realizaram as Santas Missões na paróquia. Em outras duas ocasiões, em 1989 e em 1990, as missões foram animadas pelos Missionários Saletinos. Em 1952, chegaram as Irmãs da Congregação de São Carlos.

Os Bispos de Chapecó, Dom José Thurler e Dom Wilson, fizeram suas primeiras visitas pastorais, respectivamente em 02/08/1959 e em 04/08/1964. Nesta última, o enfoque das pregações era a renovação da vida cristã, conforme a mensagem do Concílio.

Atualmente a Paróquia compreende 15 comunidades: a do centro e 14 do interior. Em cada comunidade existe o Conselho de Pastoral que anima e coordena todas as atividades. A cada quatro meses reúne-se o Conselho Pastoral Paroquial para avaliar, planejar e tomar decisões. Temos ministros extraordinários da eucaristia em todas as comunidades. A catequese também está organizada em todas as comunidades. Periodicamente há formação de lideranças em nível paroquial, nos três setores (Centro, Gramas e Urumbeva) e também nas comunidades, por ocasião das visitas animadas pelos padres.

No final de cada ano é realizado um encontro com as lideranças das comunidades e das demais entidades, para construir em mutirão o calendário das festas e eventos do ano seguinte.

A partir de 2005, iniciou-se um trabalho de planejamento conjunto entre as duas Paróquias: São Pedro Apóstolo e São João Batista de Faxinal dos Guedes.

Para tornar eficaz a comunicação com as comunidades há o boletim escrito “A Voz de São Pedro Apóstolo”, com edição mensal, e dois programas de rádio. Vale ressaltar ainda o serviço de áudio que é realizado através das cornetas instaladas na torre da Igreja: antes da missa do final de semana rodamos canções religiosas e nas sextas, antes do meio-dia, fazemos um pequeno programa com reflexão, música e avisos.

O Curso Teológico e Pastoral de Leigos e recentemente a Escola Bíblica, facilitam a capacitação das lideranças. O seminarista Franslei Zenatti, da comunidade de Urumbeva, cursa o último ano de Filosofia. Em 2010 teremos a consagração definitiva da Irmã Marilusi Sandi.

No ano jubilar da Diocese, nossa Paróquia completa 60 anos de caminhada. A cuia, símbolo dos 50 anos da Diocese de Chapecó, passou em todas as comunidades, celebrando a caminhada da Igreja a serviço da vida. Cada comunidade está desafiada a passar a cuia pra frente!

Xanxerê

Paróquia de Xanxerê

Endereço:
Rua Rui Barbosa, 94 - Cx. P. 2
Cep: 89820-000 | Xanxerê/SC

Contato:

Fone/fax: (49) 3433-0340/ 3433-5092
Casa Paroquial: (49) 3433-1658
E-mails:
psbjxxe@netxan.com.br
atendimento@psbjxanxere.com.br
comunica@psbjxanxere.com.br
Facebook: Mitra Xanxerê
Site: www.psbjxanxere.com.br

Padre(s):
Claudir Meoti - Pároco
Atílio Benka - Vigário Paroquial

Casas Religiosas Femininas

Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora

Fraternidade São Francisco

Rua General Osório, 232 - Centro
CEP: 89820-000

Fone: (49) 3433-4674
E-mail: fsfrancisco@redampturbo.com.br

Fraternidade Betânia

Rua Irmã Maria Bianchi, 55 - Bairro Tacca
Cx. P. 3 - CEP: 89820-000

Fone: (49) 3433-1906
E-mail: fratbetania@yahoo.com.br

Casas Religiosas Masculinas

Irmãos Lassalistas

Escola Agrotécnica La Salle - Colégio Agrícola

Rodovia SC 467, Km 8
Linha Santa Terezinha
Cx. P. 16 - CEP: 89820-000

Fone: (49) 3433-5344

Colégio La Salle

Av. La Salle, 758 - Centro
Cx. P. 16 - CEP: 89820-000

Fone: (49) 3433-0280
E-mail: irmao@zipway.com.br

História

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HISTÓRIA DA PARÓQUIA SENHOR BOM JESUS - XANXERÊ:

Xanxerê, a Campina da Cascavel na língua Kaingang, tornou-se município no ano de l954, por ocasião do processo de emancipação levado a cabo por lideranças locais. Sua história, porém, é muito mais remota e profunda, marcada por conflitos e contradições.

Em função das disputas com a Argentina, o governo brasileiro fundou, em 1859, a Colônia Militar de Xapecó, instalada em Xanxerê no ano de 1882 e desativada em 1908.

Em 1883 foi construída a primeira igreja na Colônia Militar, capela de madeira, dedicada ao Sagrado Coração de Jesus, mais tarde ao Senhor Bom Jesus. Em 1884, veio como capelão da Colônia Militar o Pe. Antônio Martuccio, que também atuou como professor na escola. Ficou até 1886.

O governo catarinense, preocupado em tornar produtivas as terras da região, passou a incentivar a vinda de imigrantes descendentes de italianos, alemães e poloneses, oriundos do Rio Grande do Sul. A colonização das terras se deu por meio de Companhias Colonizadoras, dos coronéis Ernesto Bertaso e Passos Maia. As disputas continuaram, desta vez, entre índios e caboclos – de um lado – e governo e coronéis – de outro. O governo de Santa Catarina procurou assentar os novos migrantes sem preocupar-se em desenvolver uma política de amparo aos moradores que há muito habitavam a região. A expulsão dos intrusos, como passaram a ser chamados os moradores locais, foi marcada pela violência e discriminação. Segundo relatos de pessoas antigas, foram muitas as queimas de ranchos de caboclos.

A partir do final do século XIX, a região foi visitada, esporadicamente, por agentes religiosos da Igreja Católica, com mais freqüência na década de 1920, vindos de Palmas e de Lages (Franciscanos, O.F.M).

Desde 1940, Xanxerê passou a ser atendida pelos freis da recém criada Paróquia S. Luiz Gonzaga de Xaxim. Destacou-se, nessa época, a figura venerada em toda região, do frei Bruno Linden, que se referia a Xanxerê como um lugar “que Deus não vê”, para dizer que era um lugar “atrasado e pobre”. De setembro de 1950, quando foi criado o reitorado, até julho de 1955, Xanxerê foi atendida por padres seculares. De julho de 1955 até fevereiro de 1970, foi atendida pelos padres Missionários do Sagrado Coração.

A paróquia foi fundada em 19 de dezembro de 1959, desmembrando-se da paróquia de Xaxim. Em 1963, foi criada a Paróquia de S. Sebastião, em Abelardo Luz, que passou a abranger quase metade do território da paróquia de Xanxerê.

A pedra fundamental da atual igreja do Senhor Bom Jesus foi lançada em 21 de fevereiro de 1954. A inauguração foi em 23 de novembro de 1969. De março de 1970 até os dias atuais, a paróquia foi confiada aos padres diocesanos.

Hoje (2009), a Paróquia Senhor Bom Jesus tem 33 comunidades rurais, 25 de bairros, duas de centro – Xanxerê e Bom Jesus – e três (3) aldeias indígenas. (A Terra Indígena Xapecó, com suas treze aldeias, é acompanhada há muitos anos pelas Irmãs Franciscanas, hoje residentes em Ipuaçu; os padres de outras paróquias vizinhas acompanham as demais 10 aldeias.) As comunidades estão organizadas em dez setores.

Diversas Santas Missões Populares foram realizadas antes e depois de ser criada a paróquia. Com o Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-65), começou uma renovação que foi se efetivando aos poucos, sobretudo na catequese, liturgia, juventude e trabalho vocacional. Abriu-se espaço para a atuação dos leigos. Na década de 1960, os padres, em sua maioria vindos da Holanda, seguindo a prática da Teologia da Libertação, passaram a desencadear verdadeira renovação eclesial e envolver-se mais com os movimentos populares. Essa renovação provocou reações contrárias por parte de lideranças políticas e econômicas da cidade, que, no final de 1967 até 1969, fizeram diversos ataques aos padres e lideranças religiosas em jornal local. Em certo momento, Dom José Gomes decretou o fechamento da igreja até segunda ordem. Uma parte da população, que aceitava o trabalho realizado na paróquia, fez manifestação contra o jornal que, pouco tempo depois, fechou as portas. A igreja fechada foi solenemente aberta no dia 17 de abril de 1969, com missa concelebrada por todos os padres da região e presidida pelo bispo diocesano D. José, que falou da necessidade de se tomar posição diante dos inimigos da caminhada da Igreja do povo.

Da década de l980 até os dias atuais, foram sendo organizadas as diversas pastorais. Suas lideranças sentiram-se desafiadas a participar de inúmeros movimentos sociais, como sindicatos, movimentos de sem-terras, movimento das mulheres agricultoras, grupos indígenas, atingidos por barragens, movimento pela indenização de terras atingidas por estradas e tantos outros, na tentativa de construção do Reino de Deus. É importante salientar a influência do trabalho de evangelização do pastor Dom José Gomes, que, com sua coragem, muito contribuiu na organização de todos esses movimentos. A postura assumida pelas pastorais não agradou a determinados setores da sociedade. Daí, as pressões, ameaças a padres e lideranças continuaram.

Hoje, a Paróquia Senhor Bom Jesus é coordenada pela Equipe Paroquial e Conselho de Pastoral Paroquial. Junto com dezessete coordenações de pastorais e de serviços: Rede de Comunidades, Discípulos Missionários, Juventude, Pastoral Social (apoio à ARXAN e ONG Bem Viver), Dízimo, Ministros e Liturgia, Catequese, Pastoral da Criança, Pastoral do Menor, Grupos e Reflexão e CEBs, Conselhos de Pastoral, Pastoral Carcerária, Pastoral Vocacional (e Capelinhas), Infância e Adolescência Missionária, Pastoral Familiar, Pastoral do Batismo e Comunicações

A caminhada da paróquia teve a participação das irmãs da Congregação de São José de Chambery, responsáveis pelo Educandário Santa Maria Goretti (atual Escola Costa e Silva), que chegaram à vila em 1953. Em 1958, chegaram os Irmãos Lassalistas, que fundaram o Colégio La Salle. Em 1996 chegaram as Irmãzinhas da Imaculada Conceição. E desde 1970, estão presentes as Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora (trabalho no hospital, paróquia e APAX).

No ano de 2005, Padre Adir, com o apoio da Paróquia, ajudou os “catadores” a se organizarem numa associação (ARXAN – Associação dos Recicladores Xanxerenses Amigos da Natureza). Junto com outras lideranças populares e de movimentos sociais, foi organizada também a ONG Bem Viver, da qual o Padre Adriano Dotti foi o primeiro presidente.

Buscando melhorar a sua comunicação com a população católica e a sociedade em geral, em 2004 a Paróquia passou a publicar o jornal “Nós Igreja”. E, a partir de 2007, criou o site www.psbjxanxere.com.br. Milhares de lideranças, nos mais diversos serviços, e uma equipe de agentes e funcionários, garantem a caminhada desta Igreja e contribuem na construção do Reino.

O ano de 2009 é o ano do jubileu da paróquia, 50 anos de sua criação. Extensa programação está se desenvolvendo, bem como a possível primeira ordenação presbiteral de um xanxerense, François Cousseau.

Xavantina

Paróquia de Xavantina

Endereço:
Rua Pe. Miguel Schaff, 68
Cep: 89780-000 | Xavantina/SC

Contato:
Fone/fax: (49) 3454-1107
E-mail: paroquiaxavantina@yahoo.com.br

Padre(s):
Cristiano Menegat - Pároco

História

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HISTÓRIA DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO - XAVANTINA

A história deste local remonta a 1927, quando iniciaram a abertura de estradas até Anita Garibaldi, nome inicial, mudado depois para Xavantina, quando, em l957 se tornou distrito de Seara. A origem do nome tem duas versões:

- 1ª) nome dado às indiazinhas xavantes;

- 2ª) homenagem ao colonizador Antônio Possan, dono de terras em Nova Xavantina, no Mato Grosso.

Há relatos da existência de caboclos na região. O nome da comunidade “Reduto” lembra caboclos refugiados da Guerra do Contestado, dizimados neste local.

Com o fim da questão do Contestado, Anita Garibaldi começou a ser povoada, recebendo os primeiros migrantes italianos e poloneses vindos do Rio Grande do Sul, em l920. Os primeiros moradores foram: Sílvio Lecardelli e João Piaceski. Praticamente todas as primeiras famílias adquiriram terras da Colonizadora Rio Branco Ltda. O lugar era visitado por padres para rezar missas: Frei Marinolfo Ellen, Frei André Malinski, Frei Achille Kluenkner e Frei Jordão Zuschaff (da paróquia de Concórdia).

A padroeira escolhida foi Nossa Senhora do Rosário, pela ardente fé e devoção a este título da Virgem Maria que os primeiros moradores tinham. No entanto, a maior celebração da paróquia é a festa de São Cristóvão, com procissão e bênção dos carros.

Dia 24 de agosto de 1939, aconteceu a primeira visita do pároco de Itá, Pe. Simon Moser. A partir daí, passou a realizar visitas quase que mensalmente. A primeira visita pastoral de um bispo foi realizada no ano de 1943, por Dom Daniel Hostin, da Diocese de Lages. Em janeiro de 1954, o Pe. Fábio Perone tomou posse como cura de Anita Garibaldi. Em janeiro de 1958, o Pe. Miguel Schaff, tomava posse como cura de Xavantina e começou a campanha para a construção de uma nova Igreja Matriz. Ele apresentou uma planta e construiu uma olaria de propriedade da Igreja, que serviu para a construção da obra. Entre a saída de Pe. Miguel e a posse de Pe. Constante, atenderam a Paróquia, como párocos substitutos, o Pe. Antônio Lúcio Massolini, Pe. Adayr Mário Tedesco e Pe. Romualdo Zimmer, sem residência na sede da Paróquia. Em l961, foi empossado como pároco o Pe. Constante Carlos Piorezan.

A Paróquia Nossa Senhora do Rosário foi criada no dia 05 de dezembro do ano de 1959. O decreto de criação da paróquia foi assinado por Dom José Thurler. Até então, as comunidades pertenciam à Paróquia São Daniel, de Seara. No dia 23 de julho de 1963, aconteceu o lançamento e bênção da pedra fundamental da matriz. A missa solene foi celebrada pelo então bispo da diocese de Chapecó, Dom Wilson. Trabalharam na paróquia após a sua criação: Pe. Constante Carlos Piorezan (1961 a 1968); Pe. Roque Basso (1969); Pe. Livino Blanger (1970); Pe. Agostinho Ferrero (1971 até 1989), período esse em que a Paróquia foi entregue aos Padres Doutrinários. Depois desse interregno, a paróquia passou novamente a ser atendida pelos padres diocesanos: Darci Cenci (1989 a 1991); Nelson Líbano (1992 e 1993); Roque Hanauer (1994); Alfredo João Engel (1995 a 2000); Pasqualino Toscan (2001 a 2002); Alcido L. Kunzler (2003 a 2006); Airton Maltauro (2007) Paulo Cezar Klein (2008).

No dia 5 de dezembro de 2009, a paróquia completa 50 anos de criação. Conta com 16 comunidades. A caminhada de evangelização registra momentos marcantes! Em l949, pela primeira vez, realizaram-se as missões com capuchinhos. Em 1956, aconteceu a segunda missão na paróquia, que tinha como objetivo as vocações. Em 1993, participamos das Missões Saletinas. De 2000 a 2002, em nível de diocese, organizaram-se as Santas Missões Populares. Os missionários leigos/as dinamizaram a ação pastoral na paróquia, fortalecendo a fé dos participantes.

Um dos principais cursos de formação de lideranças da Diocese é o CTPL. Muitas lideranças da paróquia têm qualificado sua atuação pastoral com esta formação. Durante os anos de 2007 e 2008, foram realizados , a cada três meses, encontros de formação com ministros e catequistas. Inclusive, um curso de oratória, já com duas edições. A paróquia realiza também curso de preparação para matrimônio e para batizados.

A Equipe Paroquial está assim constituída: Santo Dellazzari, Analice Maróstica Zancanarro (leigos) e o Pe. Paulo Cezar Klein.

Para a história da paróquia foram acontecimentos importantes as ordenações sacerdotais, presididas por Dom José Gomes, de José Avelino Zanella, Florindo Canton e de Darci Cenci. Também é motivo de alegria saber que as duas jovens, Ir. Rosangela Cenci e a Ir. Rosane Padova, da Congregação das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora, estão preparando a consagração na vida religiosa para dia 23 de maio de 2009.

Xaxim

Paróquia de Xaxim

Endereço:
Rua da Matriz, 54 - Cx. P. 08
Cep: 89825-000 | Xaxim/SC

Contato:
Fone/fax: (49) 3353-1093 / 3353-4776
E-mail: parsluiz@zipway.com.br

Padre(s):
Frei Alex Sandro Ciarnoski, OFM - Pároco
Frei Antônio Mazzucco, OFM - Vigário Paroquial
Frei Vanderlei da Silva Neves, OFM- Vigário Paroquial 
 

Casas Religiosas Femininas

Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora

Fraternidade Imaculado Coração de Maria

Rua André Lunardi, 1447 - Cx. P. 15
CEP: 89825-000

Fone: (49) 3353-1201
E-mail: fratimac@yahoo.com.br

 

História

História

HISTÓRIA DA PARÓQUIA SÃO LUIZ GONZAGA - XAXIM:

A região, onde se localiza a paróquia São Luiz Gonzaga, foi habitada por índios Guarani e Kaingan. Hoje restam aproximadamente seis mil deles na reserva de “Xapecó”, nos municípios de Entre Rios e Ipuaçu. Entre Rios faz parte da paróquia de Xaxim.

No século XIX, os tropeiros tinham nesta região um ponto de parada, conhecido como: “As bandas de Xaxim”.

Em l920, a Empresa Colonizadora Lunardi S/A comprou da Empresa Bertaso, Maia & Cia, de Chapecó, mil colônias de terra. A partir daí iniciou a propaganda para atrair colonos para o povoamento das terras adquiridas. A colonização foi efetivada por italianos, casais jovens, católicos vindos do Rio Grande do Sul; e também por alguns poucos alemães e poloneses.

Em l921, foi criado o distrito de “Hercílio Luz” com sede no povoado de Pouso de Xaxim. Em l929, o nome passou a ser Xaxim, que na língua Tupi Guarani significa: “Terra onde a Água Pinga” ou “Pequena Queda de Água”.

Os padres franciscanos visitaram esta região desde l903. No dia 21 de novembro de l940, foi criada a Paróquia São Luiz Gonzaga com a presença do Bispo Dom Carlos Eduardo de Sabóia Bandeira de Melo, da Prelazia de Palmas. Esta paróquia passou a atender os distritos de Xanxerê, São Domingos, São Lourenço do Oeste, Quilombo, Faxinal dos Guedes, Vargeão e parte de Abelardo Luz. Os padres faziam o atendimento a toda esta região em lombo de mulas ou cavalos, único transporte na época.

O padroeiro, São Luiz Gonzaga, foi escolhido por ser este santo protetor da juventude, visto que a maioria dos casais que haviam migrado para Xaxim eram jovens. Na festa de 15 de fevereiro de l947 foi dada a bênção da pedra fundamental da igreja matriz, obra inaugurada quatro anos depois.

Durante estes 68 anos de paróquia foram párocos: Frei Corbiniano Koesler (l940-l941); Frei Plácido Rohlf (l941-l945); Frei Bruno Linden (l945-l955); Frei Carlos Schmitt (l956-l960); Frei Cipriano Chardong (l960-1963); Frei Valdomiro Shatas (l963-l968); Frei Dario Hock (l969-l971); Frei Afonso Vicente Vogel (1971-l977); Frei Benjamim Ansolin (l977-l979); Frei Luiz Valmórbida (l980-l981); Frei Moacir Longo (l981-l987); Frei Ângelo José Luiz (l988-l990); Frei Luiz Dalmago (l990-l994); Frei Nélson José Hillesheim (l995-l997); Frei Alfredo Gurzinski (1998- 2000); Frei Gentil de Lima Branco (2001-2003); Frei Pedro de Oliveira Rodrigues (2004-2006); Frei Gentil de Lima Branco (2007...)

Aos 09 de outubro de l960, rezou a primeira missa em Xaxim o primeiro padre ordenado da paróquia: Adayr Mario Tedesco. Até nossos dias floresceram mais 32 vocações religiosas e sacerdotais.

Desde l942, as Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora estão presentes na paróquia tendo contribuído com relevantes trabalhos na educação e na evangelização. As Irmãs Franciscanas Catequistas atuaram no município de Lajeado Grande, de l955 a l994, na educação e nas pastorais. Em l992, chegaram as Irmãs Franciscanas Bernardinas, que residiram inicialmente em Marema, passando depois para Xaxim, como liberadas para os trabalhos pastorais.

As primeiras organizações da paróquia foram o Apostolado da Oração, as Filhas de Maria e a Cruzada Eucarística. A partir do Vaticano II, foi marcante a renovação da Catequese, a introdução da Eucaristia nas comunidades com a atuação de Ministros Extraordinários da Eucaristia e organização de equipes de liturgia. A partir de l976 foram organizados os Grupos de Reflexão. Cada vez mais intensificou-se a participação dos leigos na busca de um modelo de Igreja CEBs. A CPT e o MMA tiveram atuação forte na paróquia, neste período. Este jeito de ser Igreja causou algumas tensões e divisões nas comunidades.

No início do novo milênio, reafirmou-se a opção de uma Igreja comprometida com a libertação e a defesa da vida. Os leigos são desafiados a assumir a vocação de evangelizar na própria comunidade, e também em outras realidades, como discípulos/as e missionários/as. Foram realizadas as Santas Missões Populares, onde 400 lideranças assumiram a missão de evangelizar. Na última assembléia foram definidas as prioridades da paróquia: Formação, Juventude e Compromisso Social.

A paróquia tem hoje 58 comunidades. Está organizada com: Conselhos de Pastoral, Equipe Paroquial, Ministros Extraordinários da Palavra, Ministros do Batismo e Testemunhas do Matrimônio, Equipes de Liturgia, Grupos de Reflexão, Pastoral do Batismo, Catequese, Catecumenato Crismal, Pastoral Vocacional, Pastoral da Saúde, Pastoral da Criança, Pastoral da Juventude, Apostolado da Oração, Capelinhas, Pastoral da Família, Renovação Carismática, agentes de pastoral liberados e voluntários.